[NEWS]COMEX - Week 19 | 2026

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“Irã reitera ter 'controle total' sobre Ormuz e ameaça atacar navios dos EUA em plano de Trump de guiar navios pelo canal”

Publicado: 04/05/2026

Irã reitera ter 'controle total' sobre Ormuz e ameaça atacar navios dos EUA em plano de Trump de guiar navios pelo canal
Navios e embarcações no Estreito de Ormuz, em Musandam, Omã, em 1º de maio de 2026. — Foto: Stringer / Reuters

Tensão no Estreito de Ormuz amplia o risco logístico global e coloca cadeias de suprimentos sob pressão estratégica.

🚢 O aumento das tensões no Estreito de Ormuz voltou a acender o alerta máximo no comércio internacional. Responsável por cerca de 20% do petróleo movimentado globalmente, o corredor marítimo enfrenta um cenário crítico após o Irã reafirmar controle total da região e ameaçar ações militares contra embarcações dos EUA e forças estrangeiras.

A reação imediata do mercado já impacta armadores, seguradoras marítimas e operadores logísticos em todo o mundo, elevando o nível de atenção sobre custos de frete, combustível bunker e previsibilidade das rotas internacionais. Para o Brasil — e especialmente para Santa Catarina, com forte dependência de importações industriais e operações conteinerizadas — os reflexos podem atingir diretamente setores estratégicos como químico, cerâmico, têxtil, automotivo e eletrônicos.

No Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, empresas ligadas à importação podem enfrentar oscilações em transit time, aumento de custos operacionais e possíveis revisões nas estratégias de supply chain global. A instabilidade também pressiona o mercado de commodities energéticas, afetando a competitividade industrial e a formação de preços em cadeias produtivas internacionais.

Enquanto os EUA anunciam uma operação de escolta naval para garantir a navegação na região, o risco geopolítico segue elevado e exige inteligência logística, monitoramento constante e capacidade de adaptação rápida.

Em um cenário onde geopolítica e comércio exterior se tornam cada vez mais interligados, empresas preparadas para antecipar riscos e redesenhar rotas ganham vantagem competitiva. A logística internacional deixou de ser apenas operação — agora é estratégia global em tempo real.

“Governo de SC amplia investimentos no agro com entrega de equipamentos, novos programas e apoio à agricultura familiar ”

Publicado: 04/05/2026

Governo de SC amplia investimentos no agro com entrega de equipamentos, novos programas e apoio à agricultura familiar
Fotos: Leo Munhoz/Secom GOVSC

Investimentos estratégicos no agro catarinense ampliam oferta, estruturam cadeias e elevam a competitividade exportadora do estado.

🌍 Santa Catarina acelera o fortalecimento do agro com um pacote robusto de investimentos que impacta diretamente a base produtiva e a eficiência logística — com reflexos claros para o comércio exterior. A entrega de 56 equipamentos agrícolas, distribuídos em 40 municípios (incluindo polos relevantes do Vale do Itajaí como Indaial, Pomerode e Ilhota), injeta mais de R$ 10,8 milhões na modernização do campo, elevando produtividade e previsibilidade de oferta.

A regulamentação que garante mínimo de 30% das compras públicas oriundas da agricultura familiar cria um canal estruturado de demanda interna, estabilizando receitas e incentivando escala produtiva — fator crítico para futuras operações de exportação, especialmente em nichos como alimentos processados e orgânicos.

No eixo sanitário e operacional, o Programa Estadual de Controle dos Borrachudos reduz riscos ambientais e melhora a qualidade de vida no campo, contribuindo para a continuidade produtiva — um detalhe muitas vezes invisível, mas essencial para cadeias exportadoras resilientes.

Já o projeto Hortas do Saber, ao fomentar educação alimentar e sustentabilidade, atua na base de formação de uma nova geração conectada à produção responsável — alinhando o estado às exigências ESG cada vez mais presentes no comércio internacional.

Na prática, o movimento posiciona Santa Catarina como um ecossistema agro mais estruturado, com maior capacidade de atender demandas internacionais com consistência, qualidade e rastreabilidade — atributos-chave para ampliar market share global.

Para operações de importação e exportação, isso se traduz em maior previsibilidade de volumes, diversificação de portfólio e novas oportunidades logísticas, especialmente via o Complexo Portuário do Itajaí-Açu, que se beneficia diretamente do fortalecimento da hinterlândia produtiva.

O recado é claro: o agro catarinense não está apenas crescendo — está se sofisticando. E quem souber integrar inteligência logística a essa evolução terá vantagem competitiva real nos próximos ciclos do comércio internacional.

“Contêiner refrigerado: quando e por que usar?”

Publicado: 04/05/2026

Operações reefer ganham protagonismo estratégico e elevam o nível de competitividade das cadeias globais de alimentos e cargas sensíveis.

📦 Em um Comércio Exterior cada vez mais orientado por eficiência, rastreabilidade e controle operacional, os contêineres refrigerados — conhecidos como reefers — se consolidam como ativos essenciais para a competitividade internacional das cargas perecíveis. De proteínas animais a produtos farmacêuticos, a logística com temperatura controlada tornou-se decisiva para garantir integridade, conformidade sanitária e acesso aos mercados globais mais exigentes.

Com capacidade de operar entre -30°C e +30°C, os reefers permitem o transporte seguro de carnes, pescados, frutas, vegetais, medicamentos e produtos químicos sensíveis, mantendo estabilidade térmica contínua desde a origem até o destino final. Em um cenário global marcado por rigor regulatório e maior exigência dos importadores, operações bem estruturadas reduzem perdas financeiras, evitam não conformidades e fortalecem a reputação das empresas exportadoras.

Santa Catarina segue em posição estratégica nesse segmento, especialmente pela força do estado nas exportações de proteína animal e alimentos processados. Nesse contexto, o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu e o Porto Itapoá ampliam sua relevância como hubs logísticos especializados em cargas refrigeradas, oferecendo infraestrutura robusta e alta capacidade operacional para suportar o crescimento das operações reefer no Sul do Brasil.

O Porto Itapoá, por exemplo, destaca-se nacionalmente com quase 4 mil tomadas reefer, monitoramento 24 horas e integração direta com os principais mercados globais consumidores de perecíveis. A estrutura fortalece a previsibilidade logística e amplia a segurança operacional em períodos de alta demanda internacional.

Mais do que transporte com controle térmico, os reefers representam inteligência logística aplicada à preservação de valor agregado. Em um mercado internacional cada vez mais dinâmico, empresas que operam com precisão, monitoramento contínuo e parceiros estratégicos preparados conquistam vantagem competitiva sustentável nas cadeias globais de abastecimento.

“Porto de Itajaí fecha primeiro trimestre de 2026 com mais de 1,2 milhão de toneladas movimentadas”

Publicado: 05/05/2026

Retomada operacional do Porto de Itajaí fortalece competitividade catarinense e amplia confiança nas cadeias globais de abastecimento.

🚢 O Porto de Itajaí iniciou 2026 confirmando sua relevância estratégica para o comércio exterior brasileiro. Com mais de 1,2 milhão de toneladas movimentadas no primeiro trimestre do ano e 35.187 TEUs registrados apenas em março, o terminal reforça sua capacidade operacional e o avanço consistente da retomada logística na região da Foz do Rio Itajaí.

Os números demonstram não apenas volume, mas também regularidade operacional — um fator cada vez mais decisivo para importadores e exportadores que dependem de previsibilidade, agilidade e eficiência em suas cadeias internacionais.

A movimentação crescente fortalece diretamente os setores industriais mais relevantes de Santa Catarina, como têxtil, cerâmico, químico, automotivo, alimentos e construção civil, ampliando a capacidade de conexão do estado com os principais mercados globais.

Em um cenário internacional ainda marcado por instabilidades geopolíticas, pressão sobre fretes marítimos e desafios nas cadeias globais de suprimentos, a performance do Porto de Itajaí reforça a importância de infraestrutura resiliente e integrada às demandas do mercado internacional.

Além do impacto econômico, os resultados consolidam o papel estratégico do Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu como motor de desenvolvimento regional, geração de empregos e atração de novos investimentos logísticos e industriais para Santa Catarina.

A retomada operacional do porto também amplia oportunidades para operações de importação e exportação com maior eficiência, reduzindo gargalos e fortalecendo a competitividade das empresas catarinenses no comércio global.

Mais do que movimentar cargas, o Porto de Itajaí demonstra sua capacidade de acompanhar a evolução dinâmica do mercado internacional — conectando infraestrutura, performance e crescimento econômico em um único ecossistema logístico.

“Brasil se aproxima do limite de exportação de carne à China e pode redirecionar fluxos”

Publicado: 05/05/2026

Brasil se aproxima do limite de exportação de carne à China e pode redirecionar fluxos
Brasil se aproxima do limite de exportação de carne à China e pode redirecionar fluxos |Restrição da China à carne bovina pressiona setor no Brasil e leva frigoríficos a buscar novos destinos

Possível limite nas exportações para a China pode acelerar a diversificação de mercados e reconfigurar os fluxos globais da proteína brasileira.

📦 O Brasil se aproxima rapidamente do limite anual de exportação de carne bovina para a China, principal destino da proteína nacional, em um movimento que já começa a gerar impactos estratégicos sobre a cadeia logística e comercial do setor. Segundo projeções da Datagro, a cota pode ser atingida já em junho, pressionando frigoríficos e exportadores a redirecionarem operações para novos mercados internacionais.

Somente no primeiro trimestre de 2026, a China importou mais de 510 mil toneladas de carne bovina brasileira — equivalente a 46% da cota anual. Até o fim de abril, o percentual embarcado já teria alcançado cerca de 65%, refletindo a força da demanda asiática e o protagonismo do Brasil no abastecimento global de proteínas.

O cenário abre espaço para uma redistribuição dos fluxos internacionais, com destaque para o mercado norte-americano, que enfrenta escassez de gado e forte pressão nos preços internos. A expectativa é que frigoríficos brasileiros ampliem sua atuação em mercados alternativos, exigindo maior flexibilidade logística, inteligência comercial e agilidade operacional.

Para Santa Catarina e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, o movimento pode representar novas oportunidades em operações refrigeradas, armazenagem especializada e incremento da movimentação de cargas reefer voltadas ao agronegócio exportador. Em paralelo, o reposicionamento das rotas comerciais tende a elevar a demanda por planejamento estratégico em embarques internacionais e gestão eficiente de supply chain.

A dinâmica evidencia como mudanças regulatórias e limites comerciais globais impactam diretamente o fluxo das exportações brasileiras e reforçam a necessidade de operações cada vez mais integradas, previsíveis e adaptáveis às oscilações do mercado internacional.

“Programa Nascer está com inscrições abertas para quem quer transformar ideias em negócios inovadores”

Publicado: 05/05/2026

Programa Nascer está com inscrições abertas para quem quer transformar ideias em negócios inovadores
Iniciativa chega a 20 cidades em 2026 e amplia presença no interior do estado. Inscrições são gratuitas. (Fotos: Arquivo Sebrae/SC)

Interiorização da inovação em SC acelera a criação de soluções que podem redefinir eficiência e competitividade nas cadeias logísticas.

🚀 Santa Catarina reforça sua posição como hub de inovação ao expandir o Programa Nascer para 20 cidades em 2026, ampliando o alcance de iniciativas que transformam ideias em negócios com potencial real de mercado. O movimento descentraliza o desenvolvimento tecnológico e leva oportunidades para regiões estratégicas, fortalecendo o ecossistema também no entorno do Vale do Itajaí — um dos principais motores logísticos do estado.

Com foco em capacitação, mentorias e validação de MVPs, o programa atua diretamente na base da inovação, acelerando o surgimento de startups que podem impactar cadeias de importação e exportação com soluções em tecnologia, automação, rastreabilidade e inteligência de dados.

A expansão territorial do programa aumenta a densidade de inovação em Santa Catarina, criando um pipeline consistente de novos players capazes de otimizar processos logísticos, reduzir custos operacionais e elevar o nível de competitividade das empresas que atuam no comércio exterior.

Casos como startups que evoluíram de ideias iniciais para operações estruturadas demonstram o potencial de escalabilidade dessas iniciativas — um indicativo claro de que o estado está formando soluções que dialogam diretamente com as demandas globais por eficiência, sustentabilidade e integração digital.

Para o comércio exterior, o impacto é estratégico: mais inovação na origem significa operações mais inteligentes ao longo de toda a cadeia — desde a produção até o escoamento via portos como o Complexo do Itajaí-Açu.

Na prática, o Programa Nascer não apenas fomenta novos negócios, mas fortalece um ambiente onde tecnologia e logística convergem, criando oportunidades para empresas que buscam diferenciação competitiva em um mercado cada vez mais orientado por dados e performance.

O recado para gestores é direto: acompanhar esse movimento não é opcional — é parte da construção de operações mais resilientes, conectadas e preparadas para o futuro do comércio internacional.

“Irã acusa EUA de violarem cessar-fogo com ataques a lanchas e promete resistir em Ormuz: 'Ainda nem começamos'”

Publicado: 05/05/2026

Escalada das tensões no Estreito de Ormuz amplia riscos logísticos globais e pressiona cadeias internacionais de energia e transporte marítimo.

🚢 O aumento das tensões entre Irã e Estados Unidos no Estreito de Ormuz volta a acender o alerta máximo no Comércio Internacional. Após acusações iranianas de violação do cessar-fogo e novos confrontos navais na região, o bloqueio parcial da principal rota energética do planeta reforça a instabilidade sobre fluxos marítimos globais, fretes internacionais e custos logísticos estratégicos.

Responsável por uma parcela significativa do transporte mundial de petróleo e derivados, o Estreito de Ormuz é considerado um dos corredores marítimos mais sensíveis do comércio global. A redução no tráfego comercial e o aumento das operações militares elevam os riscos operacionais para armadores, seguradoras e empresas que dependem de previsibilidade nas cadeias de suprimentos internacionais.

Os reflexos já impactam diretamente o mercado global de energia, pressionando os preços do petróleo, combustíveis marítimos e custos de transporte internacional. Para o Brasil, especialmente setores industriais e importadores dependentes de insumos energéticos e químicos, o cenário pode gerar aumento nos custos operacionais e maior volatilidade nos prazos logísticos.

Em Santa Catarina, empresas ligadas ao Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu acompanham com atenção os desdobramentos geopolíticos, principalmente em operações conectadas ao mercado asiático e ao transporte de cargas industriais, químicas e reefer. O momento reforça a importância de estratégias logísticas resilientes, planejamento antecipado e gestão eficiente de supply chain para minimizar impactos sobre importações e exportações.

A nova escalada em Ormuz evidencia como eventos geopolíticos podem alterar rapidamente o equilíbrio das cadeias globais e transformar decisões logísticas em fatores críticos de competitividade internacional.

“Porto de Itajaí recebe visita institucional do Consulado Geral dos Estados Unidos”

Publicado: 05/05/2026

Aproximação com os Estados Unidos fortalece posicionamento global do Porto de Itajaí e amplia oportunidades para novos investimentos internacionais.

🌎 O Porto de Itajaí segue consolidando sua presença estratégica no cenário global ao receber a visita institucional do Consulado Geral dos Estados Unidos no Brasil. O encontro reforça o avanço das relações internacionais do terminal e evidencia o crescente interesse estrangeiro pela infraestrutura logística catarinense.

Durante a agenda, representantes do porto apresentaram indicadores que demonstram a força da retomada operacional: mais de 1,2 milhão de toneladas movimentadas em 2026 e um faturamento acumulado de R$ 200 milhões desde o reinício das operações. Os números reforçam a relevância do Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu como um dos principais hubs logísticos do Sul do Brasil.

A visita do conselheiro político e econômico norte-americano James Ermarth amplia a visibilidade internacional do terminal e fortalece o diálogo voltado à cooperação econômica, segurança portuária e atração de investimentos estratégicos.

Para empresas catarinenses que atuam no comércio exterior, o fortalecimento institucional com parceiros internacionais representa novas possibilidades de negócios, ampliação de rotas comerciais e aumento da confiança global nas operações realizadas na região.

Além da movimentação de cargas, o Porto de Itajaí demonstra evolução em áreas fundamentais para a competitividade internacional, como modernização operacional, governança, transparência e segurança portuária — fatores cada vez mais valorizados por armadores, investidores e mercados globais.

O movimento também reforça a posição de Santa Catarina como ambiente estratégico para expansão logística e industrial, especialmente em setores ligados à importação, exportação e distribuição internacional.

Em um mercado global cada vez mais conectado, relações institucionais sólidas e infraestrutura confiável se tornam diferenciais decisivos para empresas que desejam crescer com previsibilidade, eficiência e alcance internacional.

“Túnel Antonieta de Barros passa por ampla modernização e eleva padrão de segurança e eficiência em Florianópolis”

Publicado: 06/05/2026

Túnel Antonieta de Barros passa por ampla modernização e eleva padrão de segurança e eficiência em Florianópolis
Foto: Divulgação/SIE

Acordo Mercosul–UE avança e exige preparo técnico imediato para capturar ganhos reais em competitividade internacional.

🌍 A iminente entrada em vigor do acordo entre Mercosul e União Europeia coloca Santa Catarina diante de uma das maiores oportunidades estratégicas do comércio exterior recente — e o movimento já mobiliza o setor industrial. O seminário promovido pela FIESC, em parceria com a OAB, evidencia um ponto crítico: quem estiver preparado tecnicamente sairá na frente.

Com previsão de início em maio de 2026, o acordo promete reduzir barreiras tarifárias e ampliar o acesso a um dos mercados mais exigentes do mundo. Para empresas do Vale do Itajaí, altamente conectadas ao comércio internacional via Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, isso significa potencial direto de expansão nas exportações, especialmente em segmentos industriais e agroindustriais.

No entanto, a abertura de mercado vem acompanhada de exigências rigorosas. Normas técnicas, compliance regulatório e adequação aduaneira passam a ser fatores críticos para garantir acesso efetivo aos mercados europeus. Nesse cenário, a competitividade não será definida apenas pelo produto, mas pela capacidade de operar dentro de padrões internacionais complexos.

A realização de oficinas técnicas e debates práticos reforça que o desafio está na execução: entender regras de origem, certificações e processos aduaneiros será decisivo para transformar o acordo em vantagem real.

Para operadores logísticos e gestores de supply chain, o impacto é direto: novas rotas, maior volume de cargas e necessidade de operações mais eficientes e integradas. A antecipação estratégica e o domínio técnico serão diferenciais para capturar valor nesse novo cenário.

O recado é claro: o acordo Mercosul–UE não é apenas uma oportunidade — é um novo nível de exigência. E, em um ambiente onde conhecimento e execução definem resultados, estar pronto antes da concorrência é o que transforma potencial em liderança no comércio global.

“Em Itapema, governador Jorginho Mello assina ordem de serviço para obra do Morro do Encano”

Publicado: 06/05/2026

Em Itapema, governador Jorginho Mello assina ordem de serviço para obra do Morro do Encano
Em abril foi autorizado o repasse para o trecho que contempla a cidade de Camboriú – Foto: Leo Munhoz / SecomGOVSC

Nova ligação estratégica entre Itapema e Camboriú promete acelerar mobilidade regional e ampliar eficiência logística no litoral norte catarinense.

🚧 A infraestrutura logística do litoral norte de Santa Catarina avança mais um passo estratégico com a assinatura da ordem de serviço para a pavimentação do Morro do Encano, conectando Itapema e Camboriú por uma nova rota alternativa à BR-101. A obra reforça o movimento de expansão regional impulsionado pelo crescimento imobiliário, industrial e logístico da Foz do Rio Itajaí.

Com investimento próximo de R$ 10 milhões apenas no trecho de Itapema — além de outros R$ 13 milhões já anunciados para o lado de Camboriú — o projeto representa um avanço importante para a mobilidade urbana e para a fluidez operacional de toda a região.

A nova conexão interna reduz a dependência da BR-101, um dos principais gargalos logísticos do Sul do Brasil, criando ganhos potenciais para transporte rodoviário, abastecimento regional e deslocamento de cargas ligadas aos polos industriais e portuários catarinenses.

Para empresas que atuam no comércio exterior, especialmente no entorno do Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, melhorias estruturais como essa contribuem diretamente para aumento de previsibilidade operacional, redução de tempo de trânsito e fortalecimento da competitividade regional.

O avanço acelerado de cidades como Itapema, Porto Belo e Camboriú amplia a necessidade de corredores logísticos mais eficientes, sustentando o crescimento dos setores de construção civil, importação de insumos, equipamentos e produtos industrializados.

Além da mobilidade, o projeto também incorpora soluções sustentáveis, incluindo passagens aéreas para fauna e faixa multiuso para pedestres e ciclistas — um indicativo de que infraestrutura moderna exige equilíbrio entre desenvolvimento, eficiência e responsabilidade ambiental.

Em um cenário onde logística e infraestrutura se tornam ativos estratégicos para o crescimento econômico, Santa Catarina segue consolidando sua posição como um dos ecossistemas mais dinâmicos do comércio exterior brasileiro.

“Seminário sobre acordo União Europeia–Mercosul reúne especialistas e industriais na FIESC”

Publicado: 07/05/2026

Seminário sobre acordo União Europeia–Mercosul reúne especialistas e industriais na FIESC
FIESC sedia seminário “Acordo União Europeia e Mercosul – impacto, desafios e oportunidades” Foto: Parlamento Europeu - Freepki

Acordo Mercosul–UE acelera novas oportunidades para indústrias catarinenses que desejam ampliar competitividade global.

🌍 Santa Catarina volta ao centro das discussões estratégicas do comércio internacional com a realização do seminário “Acordo União Europeia e Mercosul – Impacto, desafios e oportunidades”, promovido pela FIESC em parceria com a OAB. O encontro reforça a movimentação do setor produtivo catarinense diante de um dos acordos comerciais mais relevantes das últimas décadas.

Com previsão de vigência a partir de maio de 2026, o acordo promete transformar o ambiente de negócios para exportadores e importadores brasileiros, criando novas possibilidades de acesso ao mercado europeu, redução de barreiras comerciais e ampliação da competitividade industrial.

Para empresas do Vale do Itajaí e da cadeia logística de Santa Catarina, o avanço das discussões representa uma oportunidade estratégica para fortalecer operações internacionais em segmentos como têxtil, metalmecânico, cerâmico, químico, tecnologia e alimentos.

A presença da secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, além de especialistas em Direito Aduaneiro e Comércio Internacional, demonstra o peso institucional e econômico do tema para o futuro das operações brasileiras no cenário global.

Além dos debates jurídicos e comerciais, a oficina técnica promovida pela FIESC evidencia um ponto decisivo: empresas que compreenderem antecipadamente as exigências regulatórias, aduaneiras e técnicas da União Europeia sairão na frente na disputa por novos mercados.

O novo cenário exige preparação, inteligência operacional e parceiros capazes de transformar mudanças regulatórias em vantagem competitiva. Em um comércio exterior cada vez mais conectado à estratégia empresarial, antecipação deixou de ser diferencial — passou a ser requisito de mercado.

“Acordo Mercosul–União Europeia abre novas perspectivas para o comércio exterior brasileiro”

Publicado: 07/05/2026

A abertura comercial entre Mercosul e União Europeia pode acelerar novos fluxos logísticos e ampliar a competitividade brasileira no mercado global.

🚢 O acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia iniciou uma nova fase para o comércio exterior brasileiro ao conectar um mercado de 31 países, cerca de 720 milhões de consumidores e um PIB combinado estimado em US$ 22 trilhões. A entrada em vigor provisória do tratado já começa a transformar as perspectivas para exportadores, importadores e operadores logísticos em toda a cadeia internacional.

Com a redução gradual de tarifas, aproximadamente 80% dos produtos brasileiros exportados para a União Europeia passam a contar com tarifa zerada nesta etapa inicial, ampliando significativamente a competitividade nacional em setores estratégicos como alimentos, couro, motores, geradores elétricos e aeronaves. A expectativa da ApexBrasil é de um incremento de até US$ 1 bilhão nas exportações brasileiras já no primeiro ano de vigência.

Para Santa Catarina, o cenário é especialmente promissor. O estado possui forte presença nos segmentos industriais, agroindustriais e de proteína animal — setores diretamente beneficiados pela ampliação do acesso ao mercado europeu. Nesse contexto, o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu assume papel estratégico como corredor logístico fundamental para a expansão das operações internacionais.

O Porto de Itajaí reforça sua posição como uma das principais portas de entrada e saída de cargas do país, especialmente em operações voltadas ao mercado externo e cargas refrigeradas. A tendência é de aumento no fluxo de importações e exportações, exigindo ainda mais eficiência operacional, integração logística e inteligência em supply chain para atender às novas demandas globais.

Além de impulsionar as exportações, o acordo também amplia a competitividade no mercado interno com a entrada gradual de produtos europeus, fortalecendo a dinâmica comercial e criando novos desafios para empresas que precisam operar com previsibilidade, compliance e velocidade em um ambiente internacional cada vez mais conectado.

“Fazenda destaca ambiente de negócios e infraestrutura em reunião estratégica sobre plataforma que vai ajudar a impulsionar projetos estruturantes em SC”

Publicado: 07/05/2026

Fazenda destaca ambiente de negócios e infraestrutura em reunião estratégica sobre plataforma que vai ajudar a impulsionar projetos estruturantes em SC
Evento com a participação do secretário Cleverson Siewert reuniu gestores, investidores e especialistas para debater PPPs e projetos estruturantes no Estado. Fotos: SEF/SC, Divulgação

Santa Catarina acelera projetos estruturantes e fortalece o ambiente ideal para novos investimentos em logística, infraestrutura e comércio exterior.

🚢 Santa Catarina reforça seu posicionamento como um dos estados mais competitivos do Brasil ao avançar em projetos estruturantes voltados à infraestrutura, atração de investimentos e modernização logística. Durante reunião estratégica promovida pelo P3C em Florianópolis, governo, investidores e setor produtivo debateram iniciativas capazes de ampliar a segurança jurídica, impulsionar concessões e acelerar parcerias público-privadas no estado.

O encontro destacou o ambiente favorável de negócios catarinense, sustentado por equilíbrio fiscal, incentivos econômicos e forte capacidade de investimento. Entre 2023 e 2026, programas como Prodec, Pró-Emprego e TTD 489 já viabilizaram cerca de R$ 32,3 bilhões em investimentos privados e mais de 118 mil empregos ligados a aproximadamente 480 projetos estratégicos.

Para o Comércio Exterior, os impactos são diretos. Obras estruturantes como a Via Mar, o túnel submerso entre Itajaí e Navegantes e o aprofundamento do canal da Baía da Babitonga ampliam a capacidade logística do estado e fortalecem Santa Catarina como um dos principais corredores de importação e exportação do Brasil.

O Vale do Itajaí e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu seguem no centro desse movimento de transformação. A modernização da infraestrutura regional tende a aumentar a eficiência operacional, reduzir gargalos logísticos e elevar a competitividade de setores estratégicos como proteína animal, indústria, tecnologia, construção civil e cargas reefer.

A expectativa de atração de até R$ 10 bilhões em investimentos privados apenas com o aprofundamento da Baía da Babitonga evidencia o potencial catarinense para consolidar novas rotas comerciais, receber navios de maior porte e expandir sua integração às cadeias globais de suprimentos.

O avanço das PPPs e dos projetos estruturantes demonstra como infraestrutura, previsibilidade e integração entre setor público e iniciativa privada se tornaram fatores decisivos para impulsionar a competitividade internacional de Santa Catarina nos próximos anos.

“Construção civil de SC deve crescer 1,9% em 2026 na projeção da FIESC”

Publicado: 07/05/2026

Construção civil de SC deve crescer 1,9% em 2026 na projeção da FIESC
Cenário base do estudo projeta crescimento de 2,47% para o setor em 2027. (Foto: Freepik)

Mesmo sob pressão global, litoral norte catarinense acelera expansão imobiliária e reforça demanda estratégica por logística integrada.

🏗️ Santa Catarina projeta crescimento de 1,94% na construção civil em 2026, segundo estudo da FIESC, mas o cenário vai muito além dos números estaduais. Enquanto juros elevados, inflação e restrição de crédito desafiam o setor, a região da Foz do Rio Itajaí segue em ritmo acelerado, consolidando-se como um dos principais polos de expansão imobiliária do Brasil.

Itapema e Porto Belo despontam como protagonistas desse movimento, impulsionadas pelo chamado “transbordamento imobiliário” de Balneário Camboriú. O avanço das obras verticais já pressiona positivamente cadeias de suprimentos ligadas à construção civil, ampliando a demanda por importação de insumos, equipamentos, acabamentos e soluções industriais.

Para o comércio exterior catarinense, o impacto é direto. O crescimento regional fortalece operações logísticas no Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, especialmente em cargas relacionadas aos segmentos de construção, químicos, revestimentos cerâmicos, metais, tintas e PVC.

Ao mesmo tempo, o cenário internacional adiciona novos desafios. A escalada das tensões no Oriente Médio e a alta do petróleo ampliam a pressão sobre custos produtivos e fretes internacionais, afetando toda a cadeia global de abastecimento.

Mesmo diante das incertezas macroeconômicas, Santa Catarina demonstra resiliência e capacidade de adaptação. Empresas que conseguirem alinhar inteligência logística, planejamento de suprimentos e agilidade operacional estarão melhor posicionadas para aproveitar o ciclo de crescimento regional e reduzir impactos externos.

No atual ambiente global, competitividade não depende apenas de expansão — depende da capacidade de antecipar movimentos do mercado e transformar volatilidade em oportunidade estratégica.

“Projeto sobre minerais críticos representa avanço e contribuirá para transição energética e segurança alimentar, avalia CNI”

Publicado: 07/05/2026

Projeto sobre minerais críticos representa avanço e contribuirá para transição energética e segurança alimentar, avalia CNI
Foto: Shutterstock

Novo marco dos minerais críticos pode reposicionar o Brasil nas cadeias globais estratégicas e ampliar a competitividade industrial nos próximos anos.

🚢 A aprovação do Projeto de Lei 2780/24 pela Câmara dos Deputados marca um movimento estratégico para o fortalecimento da indústria brasileira em cadeias globais de alto valor agregado. A proposta cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), considerada pela CNI um avanço importante para acelerar investimentos ligados à transição energética, tecnologia e segurança alimentar.

O tema ganha relevância direta para o Comércio Exterior brasileiro em um cenário global cada vez mais pressionado pela disputa por suprimentos estratégicos, como terras raras e minerais essenciais para baterias, semicondutores, fertilizantes e tecnologias verdes. O Brasil passa a se posicionar de forma mais competitiva diante de mercados que exigem segurança logística, previsibilidade e capacidade industrial integrada.

Para Santa Catarina e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, o avanço da pauta representa potencial de expansão em operações industriais, movimentação de cargas de alto valor agregado e fortalecimento das cadeias de importação de insumos e exportação de produtos industrializados. A tendência é de crescimento na demanda por soluções logísticas mais inteligentes, rastreáveis e conectadas às exigências globais de compliance e eficiência operacional.

Além de estimular o setor mineral, o novo marco pode impulsionar investimentos em infraestrutura, armazenagem especializada, integração multimodal e projetos industriais ligados à transformação tecnológica no Brasil. Em um ambiente internacional marcado pela reorganização das cadeias produtivas, a previsibilidade regulatória se torna um diferencial competitivo para atrair capital e consolidar novos fluxos comerciais.

O movimento reforça como decisões estratégicas no ambiente regulatório brasileiro impactam diretamente a dinâmica das operações internacionais e abrem espaço para empresas preparadas para atuar com visão global, gestão ágil e inteligência logística.

“Governo de SC realiza segunda edição do SC Day em Nova York na próxima segunda-feira”

Publicado: 07/05/2026

Governo de SC realiza segunda edição do SC Day em Nova York na próxima segunda-feira
Foto: Nathan Neumann/Secom GOVSC

SC Day fortalece a projeção internacional de Santa Catarina e acelera conexões globais para novos investimentos em logística e infraestrutura.

🌍 Santa Catarina avança mais uma vez no cenário internacional com a realização da segunda edição do SC Day em Nova York, evento estratégico que conecta o estado a investidores globais, fundos internacionais e grandes players do mercado financeiro. A iniciativa reforça o posicionamento catarinense como um dos ambientes de negócios mais competitivos e inovadores do Brasil.

Realizado no Harvard Club, o encontro reunirá mais de 70 empresas e entidades nacionais e internacionais para apresentar projetos estruturantes e oportunidades de investimento em setores-chave da economia catarinense, como logística, tecnologia, agronegócio e infraestrutura. Entre os destaques estão iniciativas estratégicas como a Via Mar e a ZPE de Imbituba, projetos capazes de ampliar a competitividade logística e fortalecer a integração de Santa Catarina às cadeias globais de comércio.

O movimento ganha relevância direta para o Comércio Exterior catarinense, especialmente para o Vale do Itajaí e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, que seguem como protagonistas na movimentação internacional de cargas, operações reefer, indústria exportadora e distribuição logística do Sul do Brasil.

A presença de grandes instituições como Goldman Sachs, BTG Pactual, WEG, FIESC e ACATE demonstra o crescente interesse internacional no potencial econômico de Santa Catarina e reforça a confiança do mercado em projetos estruturantes voltados à expansão portuária, mobilidade logística e inovação industrial.

Além da atração de capital estrangeiro, o SC Day amplia a visibilidade global do estado como hub estratégico para investimentos em supply chain, tecnologia e comércio internacional. Em um cenário cada vez mais competitivo, a capacidade de conectar infraestrutura, segurança jurídica e eficiência operacional se torna decisiva para consolidar novas oportunidades de importação, exportação e desenvolvimento econômico sustentável.

“Margem mínima de importações por Dionísio Cerqueira será elevada para 50%”

Publicado: 07/05/2026

Margem mínima de importações por Dionísio Cerqueira será elevada para 50%
Empresas deverão cumprir novo percentual obrigatório de desembaraço no Porto Seco a partir de 9 de junho. Fotos: Roberto Zacarias/Secom GOV SC

Ampliação da cota em Dionísio Cerqueira fortalece a logística terrestre catarinense e redistribui fluxos estratégicos do Mercosul.

🚛 Santa Catarina avança na consolidação de sua infraestrutura logística terrestre com a elevação da margem mínima obrigatória de desembaraço no Porto Seco de Dionísio Cerqueira para 50%. A nova medida, válida a partir de junho, reforça a estratégia estadual de fortalecimento das operações de importação via Mercosul e amplia a relevância da fronteira catarinense nas cadeias internacionais de suprimentos.

Na prática, empresas que utilizam tratamento tributário diferenciado deverão direcionar metade de suas operações terrestres incentivadas para o terminal aduaneiro do Extremo-Oeste catarinense. A mudança deve aumentar significativamente a circulação de caminhões na região e impulsionar a economia local, com expectativa de incremento de aproximadamente R$ 650 milhões em valor aduaneiro ao longo de um ano.

Os números mostram espaço para expansão operacional: atualmente, o pátio de importação opera com apenas 46% de ocupação, movimentando cerca de 13,5 mil veículos por ano. Com a nova política, a projeção é alcançar aproximadamente 15,5 mil veículos anuais, ampliando a eficiência da infraestrutura já existente e fortalecendo a integração logística regional.

A decisão também evidencia o alinhamento entre governo, setor produtivo, concessionária da aduana e entidades empresariais na construção de soluções voltadas à competitividade catarinense. O avanço da política logística estadual cria novas oportunidades para operadores, transportadoras, importadores e empresas que atuam diretamente nas cadeias de abastecimento do Mercosul.

Para o Comércio Exterior de Santa Catarina, o movimento reforça a importância da diversificação de corredores logísticos e da descentralização operacional como fatores estratégicos para ganho de eficiência, previsibilidade e escalabilidade nas operações internacionais.

Em um cenário global cada vez mais pressionado por custos, prazos e segurança operacional, iniciativas estruturadas como essa fortalecem a posição de Santa Catarina como um dos estados mais preparados para sustentar o crescimento das importações e a integração regional no comércio internacional.

“Brasil tem exportação recorde em abril com disparada do petróleo”

Publicado: 08/05/2026

Brasil tem exportação recorde em abril com disparada do petróleo
Brasil tem exportação recorde em abril com disparada do petróleo |O saldo comercial do país cresceu 37,5% no mesmo período, alcançando US$ 10,5 bilhões (Foto: Maira Erlich/Bloomberg)

Alta histórica das exportações reforça a competitividade brasileira e amplia oportunidades logísticas em cadeias globais de energia e commodities.

🌍 O Brasil registrou em abril de 2026 o maior volume de exportações da série histórica iniciada em 1997, alcançando US$ 34,15 bilhões e consolidando um superávit comercial de US$ 10,5 bilhões. O avanço foi impulsionado principalmente pela forte valorização internacional do petróleo e pelo crescimento das exportações da indústria extrativa, que avançaram 17,9% no comparativo anual.

O cenário global pressionado pelos conflitos no Oriente Médio elevou a demanda internacional por petróleo bruto e minério de ferro, fortalecendo a posição estratégica do Brasil no abastecimento global de commodities essenciais. Mesmo diante da taxação temporária de 12% sobre as exportações de petróleo, a competitividade brasileira manteve ritmo elevado graças ao baixo custo de produção e à demanda internacional crescente.

Para Santa Catarina e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, o movimento representa uma dinâmica positiva para operações ligadas à cadeia de energia, cargas industriais, equipamentos, químicos e insumos produtivos. O aumento da corrente de comércio também pressiona a necessidade de operações logísticas mais eficientes, previsíveis e integradas aos fluxos globais de supply chain.

O crescimento das exportações brasileiras reforça ainda a importância de estruturas portuárias ágeis, inteligência operacional e gestão estratégica de embarques em um mercado cada vez mais sensível às oscilações geopolíticas e aos custos internacionais de transporte.

Em um ambiente global marcado pela reorganização das cadeias de suprimentos e pela busca por parceiros comerciais confiáveis, empresas preparadas para atuar com velocidade, compliance e visão internacional tendem a ganhar vantagem competitiva nos próximos ciclos do Comércio Exterior.

Balança Comercial

Atualizado em 07/05/2026

Comércio Exterior Brasileiro

US$ bilhões (FOB)

 
34,1 23,6 57,8 + 10,5
Exportação
Importação
Corrente de Comércio
Saldo Comercial
Período: Abril/2026
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