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[NEWS]COMEX - Week 16 | 2026

[NEWS]COMEX – Week 16 | 2026

O Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu inicia a semana com movimentos estruturais que redefinem a eficiência logística regional. A retomada operacional do Porto de Itajaí, combinada com investimentos em dragagem, infraestrutura viária e certificações na origem — como no caso da exportação de maçãs — amplia a fluidez das operações e reduz custos logísticos. Consequentemente, o Vale do Itajaí consolida sua posição como hub estratégico para cargas de alto valor agregado, com ganhos diretos em escala, previsibilidade e competitividade nas exportações e importações.
Além disso, o cenário macroeconômico e geopolítico impõe novos desafios às operações de Comércio Exterior. A pressão inflacionária no Brasil, aliada ao superendividamento das famílias e à volatilidade cambial, impacta diretamente custos operacionais e demanda por importações. Por outro lado, tensões globais e o avanço de mercados estratégicos, como o halal no Oriente Médio, reconfiguram fluxos comerciais e exigem maior precisão na gestão logística. Nesse contexto, empresas que operam com inteligência financeira e visão integrada de supply chain conseguem proteger margens e manter competitividade.
Por fim, o futuro do setor aponta para inovação, sustentabilidade e integração internacional. Iniciativas como a eletrificação portuária em Santa Catarina, a expansão da infraestrutura energética e os avanços nas relações comerciais do Mercosul reforçam uma agenda orientada à eficiência e à descarbonização. Consequentemente, o Comércio Exterior passa a ser cada vez mais dependente de tecnologia, dados e parceiros estratégicos capazes de transformar complexidade em performance — posicionando operações mais inteligentes como diferencial competitivo no cenário global.

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[NEWS]COMEX - Week 15 | 2026

[NEWS]COMEX – Week 15 | 2026

O Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu avança de forma consistente em direção a um novo patamar de competitividade. A retomada da dragagem garante previsibilidade operacional e amplia a capacidade de escala. Além disso, a liderança da Portonave em experiência do cliente e os investimentos robustos em infraestrutura elevam o padrão logístico regional. Consequentemente, projetos estratégicos com governança integrada e presença em eventos globais consolidam Itajaí como um hub logístico mais eficiente, conectado e preparado para absorver o crescimento das cadeias produtivas.
Por outro lado, o cenário internacional segue pressionando custos e exigindo leitura estratégica. As tensões no Estreito de Ormuz impactam diretamente fretes, seguros e disponibilidade de capacidade global. Além disso, medidas do governo brasileiro para reduzir custos energéticos atuam como amortecedores logísticos, influenciando o transporte aéreo e a competitividade das operações. Consequentemente, a volatilidade geopolítica reforça a necessidade de planejamento dinâmico e gestão orientada por dados para proteger margens no comércio exterior.
Além disso, o avanço de iniciativas de inovação e integração internacional reposiciona o futuro do comércio exterior catarinense. Programas de fomento conectam empresas à Europa e ampliam acesso a tecnologia e capital. Consequentemente, o fortalecimento das cadeias produtivas, aliado à digitalização e à sustentabilidade, cria um ambiente mais competitivo e escalável. Nesse contexto, antecipar tendências e operar com inteligência logística deixa de ser diferencial e passa a ser requisito para crescer no mercado global.

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[NEWS]COMEX - Week 14 | 2026

[NEWS]COMEX – Week 14 | 2026

O Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu inicia a semana consolidando um novo ciclo de previsibilidade operacional, com destaque para a dragagem contínua do canal pelos próximos cinco anos e a retomada de operações de alto valor, como cargas automotivas. Consequentemente, portos como Itajaí e Navegantes ampliam sua confiabilidade, absorvendo fluxos mais sofisticados e fortalecendo ganhos de escala regional. Além disso, iniciativas em Imbituba e São Francisco do Sul reforçam a infraestrutura e a agenda sustentável, elevando o padrão competitivo de Santa Catarina no cenário logístico global.
Por outro lado, o ambiente internacional impõe pressão crescente sobre custos e planejamento. A instabilidade no Estreito de Ormuz, aliada à guerra no Oriente Médio, mantém o frete marítimo, o bunker e os insumos industriais em níveis elevados, impactando diretamente as margens no Brasil. Além disso, fatores internos como inflação persistente, juros elevados e o subsídio temporário ao diesel criam um cenário híbrido — com alívio tático no curto prazo, mas exigindo decisões estratégicas mais precisas. Nesse contexto, a indústria brasileira já opera sob pressão de custos recordes, enquanto cancelamentos de rotas e volatilidade logística desafiam a previsibilidade das operações.
Além disso, o avanço de agendas estruturais aponta para um novo horizonte competitivo. A aproximação comercial com a Ásia, os investimentos em biotecnologia e a evolução da matriz energética posicionam Santa Catarina como um polo de inovação e valor agregado. Consequentemente, cadeias produtivas mais tecnológicas e sustentáveis ganham força, impulsionando exportações mais sofisticadas e integradas. Em paralelo, a modernização de hubs logísticos, como o Galeão, e o avanço de acordos internacionais reforçam a necessidade de operações cada vez mais inteligentes, conectadas e resilientes no comércio exterior.

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[NEWS]COMEX - Week 13 | 2026

[NEWS]COMEX – Week 13 | 2026

A Week 13 do [NEWS]COMEX apresenta um cenário logístico em transformação, onde pressão regulatória, avanços em infraestrutura e tensões geopolíticas redesenham a competitividade das operações de comércio exterior. Inicialmente, o impacto da MP do frete e da alta do diesel evidencia um ambiente mais complexo e custoso, exigindo maior governança, compliance e inteligência operacional das empresas — especialmente no eixo do Vale do Itajaí, onde o modal rodoviário é crítico para conexão com os portos.
Em contrapartida, o crescimento expressivo do Porto de Itajaí, com alta de 59% na movimentação, reforça a retomada operacional e reposiciona o terminal como um hub estratégico no Sul do Brasil. Esse avanço amplia capacidade, melhora a previsibilidade e cria oportunidades reais para ganho de escala nas operações de importação e exportação.
Ao mesmo tempo, Santa Catarina se consolida como um polo de inovação aplicada, com projetos tecnológicos que impactam diretamente a logística, desde previsão de riscos até rastreabilidade e eficiência produtiva. Esse movimento é complementado por investimentos em infraestrutura, como as obras na Serra Dona Francisca, que elevam a segurança e reduzem riscos operacionais no transporte de cargas.
No cenário internacional, a entrada em vigor provisória do acordo Mercosul-União Europeia marca uma nova fase para o comércio exterior brasileiro, ampliando acesso a mercados e exigindo maior competitividade das empresas. Paralelamente, fatores geopolíticos, como tensões no Oriente Médio e impactos no Estreito de Ormuz, elevam custos globais e aumentam a volatilidade logística.
Além disso, medidas econômicas como a liberação de R$ 15 bilhões em crédito para exportadores reforçam a importância da solidez financeira como diferencial competitivo, enquanto inovações operacionais — como carretas com maior capacidade e aeroportos de alta performance — demonstram que eficiência logística está cada vez mais ligada à tecnologia e à integração multimodal.
Por fim, o avanço de cadeias produtivas como a ovinocultura e os investimentos privados em Santa Catarina evidenciam um estado em expansão, com impacto direto na geração de cargas, diversificação de exportações e fortalecimento do ecossistema logístico regional.
Diante desse cenário, a mensagem é clara: a competitividade no comércio exterior passa pela capacidade de integrar dados, antecipar riscos e operar com parceiros estratégicos que transformam complexidade em eficiência.

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[NEWS]COMEX - Week 12 | 2026

[NEWS]COMEX – Week 12 | 2026

A Week 12 do [NEWS]COMEX apresenta um panorama estratégico e altamente dinâmico do comércio exterior catarinense, destacando movimentos que impactam diretamente a competitividade das operações no Brasil e no cenário global. O conteúdo evidencia como inovação, infraestrutura e inteligência logística estão redefinindo padrões operacionais — especialmente no eixo do Vale do Itajaí e no Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu.
Inicialmente, o destaque vai para a Mercoagro 2026, que projeta R$ 1 bilhão em negócios e posiciona Chapecó como hub global da proteína animal. A integração entre indústria, tecnologia e logística reforça a necessidade de operações mais sofisticadas, impulsionando demandas por soluções avançadas em transporte refrigerado, armazenagem e exportação de alto valor agregado.
No campo regulatório, a ampliação do desembaraço aduaneiro sobre águas via DUIMP representa um divisor de águas na importação marítima. A medida reduz lead time, aumenta a previsibilidade e impacta diretamente a eficiência portuária — um ganho crítico para operações no Vale do Itajaí, onde tempo e custo são variáveis estratégicas.
A agenda de inovação também ganha força com iniciativas como o seminário internacional do SENAI e os programas de fomento com a União Europeia, que reforçam a digitalização, o uso de inteligência artificial e a integração global como pilares da competitividade no comércio exterior. Esses movimentos elevam o nível de exigência das cadeias logísticas, demandando maior rastreabilidade, compliance e capacidade analítica.
Em paralelo, investimentos em infraestrutura — como obras viárias em Itajaí e Brusque, além da modernização aeroportuária — demonstram um avanço consistente na base logística do estado. Esses projetos reduzem gargalos, aumentam a fluidez operacional e ampliam a capacidade de resposta das cadeias de importação e exportação.
No cenário internacional, a internacionalização do Porto de Itajaí e o benchmarking com portos europeus reforçam a busca por eficiência, automação e integração logística. Esse movimento posiciona a região como um hub cada vez mais conectado e competitivo, ampliando oportunidades de mercado e atração de cargas.
Por outro lado, o ambiente também apresenta riscos relevantes. A possível greve de caminhoneiros, a alta do diesel e o endurecimento regulatório do frete evidenciam vulnerabilidades estruturais do modal rodoviário, exigindo estratégias logísticas mais resilientes e capacidade de adaptação rápida por parte das empresas.
Por fim, o crescimento do PIB catarinense (3,9%) e o avanço de setores como agronegócio, indústria e tecnologia consolidam um cenário de expansão econômica, com impacto direto no aumento dos fluxos de importação e exportação. Ao mesmo tempo, a queda na intenção de investimentos industriais reforça a necessidade de eficiência operacional e gestão rigorosa de custos.
O conjunto das notícias revela uma mensagem clara: o comércio exterior está cada vez mais orientado por dados, integração e antecipação. Empresas que operam com inteligência logística, visão estratégica e parceiros especializados estarão mais preparadas para transformar complexidade em vantagem competitiva.

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[NEWS]COMEX - Week 11 | 2026

[NEWS]COMEX – Week 11 | 2026

A página [NEWS]COMEX – Week 11 | 2026 reúne os principais acontecimentos que impactam o comércio exterior, a logística e a infraestrutura no Brasil e no cenário internacional. A edição destaca iniciativas estratégicas voltadas à internacionalização de empresas, ao fortalecimento da infraestrutura logística e às mudanças no ambiente econômico global que podem afetar operações de importação e exportação.
No cenário internacional, a semana foi marcada pela escalada das tensões no Oriente Médio, que voltou a pressionar o mercado global de energia. O preço do petróleo Brent ultrapassou novamente a marca de US$ 100 por barril, após ataques a navios e instalações energéticas próximos ao Estreito de Ormuz, uma das rotas mais estratégicas para o transporte de petróleo no mundo. Esse cenário gera impactos diretos nos custos logísticos globais, especialmente no transporte marítimo e no preço do diesel, fator relevante para cadeias de suprimentos e operações de comércio exterior.
Outro tema relevante envolve as políticas comerciais dos Estados Unidos. O governo norte-americano iniciou novas investigações comerciais com base na Seção 301, mirando práticas consideradas desleais de diversos parceiros comerciais. A medida pode resultar em novas tarifas e ampliar tensões comerciais internacionais, com possíveis reflexos nas cadeias globais de produção e nos fluxos de importação e exportação.
No Brasil, a volatilidade no mercado de energia também trouxe efeitos relevantes para a logística nacional. O diesel registrou alta nos postos e levou a Petrobras a realizar leilões emergenciais para ampliar a oferta do combustível. Paralelamente, o governo federal anunciou um pacote de medidas para conter a alta do preço do diesel, incluindo desoneração tributária e novos impostos sobre exportações de petróleo e derivados, iniciativas que podem impactar custos logísticos e a competitividade das cadeias exportadoras brasileiras.
A edição também destaca movimentos importantes de internacionalização empresarial. A indústria catarinense reforçou sua presença global com missões comerciais e agendas institucionais na Europa. O Porto de Itajaí realizou missão estratégica na Itália para ampliar conexões comerciais e fortalecer exportações agrícolas, incluindo iniciativas para abertura de mercado para a banana catarinense. Paralelamente, a FIESC articula uma missão empresarial à Espanha, com foco na ampliação de negócios e no acesso a novos mercados na Europa e na África.
Outro destaque da semana foi a aproximação internacional entre Santa Catarina e a Suíça. Missões empresariais e institucionais reforçaram parcerias voltadas à inovação, tecnologia e investimentos, ampliando as oportunidades de cooperação econômica e tecnológica entre empresas catarinenses e europeias.
No campo da infraestrutura logística, diversas iniciativas voltadas à melhoria do transporte e da conectividade regional também ganharam destaque. O governo catarinense anunciou investimentos em rodovias estratégicas, incluindo obras de manutenção e revitalização em corredores logísticos importantes para o escoamento da produção agrícola e industrial. Também avançam projetos estruturantes como a pavimentação da Serra do Corvo Branco e melhorias em rodovias que conectam regiões produtivas aos portos do estado.
Além disso, um projeto para construção de um novo terminal de cruzeiros em Itajaí foi apresentado ao Governo Federal, com investimento estimado em R$ 300 milhões. A iniciativa busca ampliar a infraestrutura portuária da cidade e consolidar o município como hub nacional para o turismo marítimo e atividades logísticas associadas.
No âmbito da produção e da estratégia industrial, a semana também trouxe notícias sobre a internacionalização de empresas brasileiras. A tradicional empresa têxtil Karsten anunciou a instalação de uma nova unidade no Paraguai sob o regime de maquila, modelo que oferece incentivos fiscais e favorece operações voltadas à exportação, reforçando uma tendência crescente de integração produtiva na América do Sul.
Por fim, a edição também aborda ações de fiscalização no transporte de mercadorias em Santa Catarina, onde operações da Secretaria da Fazenda identificaram quase R$ 800 mil em cargas com irregularidades fiscais. A iniciativa reforça a importância da regularidade documental e tributária nas operações logísticas e comerciais.
Em conjunto, os temas abordados nesta edição evidenciam como fatores geopolíticos, políticas comerciais, infraestrutura logística e estratégias de internacionalização empresarial continuam moldando o ambiente do comércio exterior e influenciando as operações de importação e exportação no Brasil e no mundo.

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