[NEWS]COMEX - Week 14 | 2026

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“Trump está disposto a encerrar a guerra mesmo sem reabrir Ormuz, diz jornal”

Publicado: 30/03/2026

Trump está disposto a encerrar a guerra mesmo sem reabrir Ormuz, diz jornal
Presidente dos EUA, Donald Trump • REUTERS/Evelyn Hockstein

Risco geopolítico persiste no Golfo e redesenha custos logísticos globais — quem antecipar rotas e contratos ganha vantagem competitiva imediata.

🌍 A sinalização dos EUA de encerrar o conflito com o Irã mesmo sem a reabertura total do Estreito de Ormuz mantém um ponto crítico ativo nas rotas globais de energia e comércio. Na prática, isso sustenta um cenário de volatilidade nos fretes marítimos, seguros internacionais e prêmios de risco — especialmente em cargas sensíveis ao custo energético.

Para o Brasil, e em especial para operações conectadas ao Sul e ao eixo logístico de Santa Catarina, como o Vale do Itajaí, o impacto é direto: aumento potencial no custo do bunker (combustível marítimo), reajustes nas tabelas de frete e maior imprevisibilidade nos transit times. Esse efeito tende a pressionar importadores de insumos e exportadores de commodities, exigindo maior precisão no planejamento logístico.

Além disso, a possibilidade de transferência da responsabilidade de reabertura do estreito para aliados do Golfo adiciona uma camada extra de incerteza geopolítica, prolongando o risco sistêmico nas cadeias globais. Para gestores de logística, isso significa revisar contratos, diversificar rotas e fortalecer acordos com armadores e parceiros estratégicos.

Nesse contexto, operações que passam por hubs relevantes e corredores consolidados, como os fluxos que abastecem os portos do Sul do Brasil, demandam inteligência logística aplicada — desde a escolha do modal até o redesenho de supply chains mais resilientes.

O momento exige decisões orientadas por dados, leitura antecipada de cenários e capacidade de adaptação rápida. Em um ambiente onde o imprevisível virou padrão, transformar risco em estratégia é o que separa operações reativas de operações altamente competitivas no comércio exterior.

“Companhias de navegação cancelam 5% dos itinerários até 3 de maio”

Publicado: 30/03/2026

Companhias de navegação cancelam 5% dos itinerários até 3 de maio
Foto: Divulgação

Cancelamentos controlados mascaram pressão crescente nos fretes — e antecipar ajustes de rota será decisivo para manter competitividade.

🚢 O cancelamento de 5% das viagens nas principais rotas marítimas globais até maio revela um cenário de estabilidade aparente, mas com sinais claros de pressão estrutural no transporte internacional. Embora 95% dos serviços sigam operando, os ajustes nas redes das companhias indicam um reposicionamento estratégico diante do aumento de custos e tensões geopolíticas.
Para o Vale do Itajaí, esse movimento impacta diretamente a previsibilidade das operações. Portos como Itajaí e Navegantes passam a lidar com maior variabilidade nas escalas, exigindo gestão mais dinâmica de bookings, prazos e estoques.
O aumento no Índice Mundial de Contêineres (WCI), com alta semanal de 5%, já reflete essa pressão, elevando os custos logísticos tanto para importadores quanto para exportadores. Em rotas estratégicas como Ásia-Europa, os reajustes chegam a 8%, sinalizando tendência de encarecimento no curto prazo.
Outro ponto crítico é o crescimento do congestionamento em hubs alternativos na Ásia e no Oriente Médio, o que amplia os transit times e reduz a eficiência das operações de transbordo — fator relevante para cargas que passam por múltiplas etapas logísticas.
Apesar de ainda administrável, o cenário exige maior inteligência operacional. Empresas que atuam no comércio exterior precisarão antecipar decisões, diversificar rotas e fortalecer parcerias com armadores para mitigar riscos e capturar oportunidades.
Em um ambiente onde pequenas variações geram grandes impactos, a agilidade na tomada de decisão e a capacidade de adaptação logística passam a ser determinantes para sustentar eficiência e competitividade global.
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“Aena leva Galeão após disputa até o último centavo”

Publicado: 30/03/2026

A nova gestão do Galeão acelera a competição aeroportuária no Brasil e abre uma janela estratégica para operações mais eficientes e conectadas.

✈️ A vitória da Aena na concessão do Aeroporto do Galeão, com um ágio expressivo de 210,8%, sinaliza um movimento claro: o Brasil entrou definitivamente no radar dos grandes operadores globais de infraestrutura logística. Com R$ 2,9 bilhões investidos à vista e participação sobre a receita até 2039, o ativo passa a integrar um portfólio altamente estratégico, elevando o padrão de eficiência e competitividade no transporte aéreo nacional.

Para operações de comércio exterior, especialmente no eixo Sul-Sudeste, o impacto é direto. O fortalecimento do Galeão como hub internacional amplia a capacidade de movimentação de cargas aéreas, favorecendo fluxos de importação de alto valor agregado e exportações com maior exigência de lead time.

No contexto do Vale do Itajaí e de Santa Catarina, isso representa uma oportunidade concreta de diversificação logística. Empresas que operam via portos como Itajaí e Navegantes podem integrar soluções multimodais mais robustas, conectando cargas marítimas e aéreas com maior previsibilidade e ganho de eficiência operacional.

Além disso, a entrada agressiva da Aena reforça a tendência de profissionalização e digitalização dos aeroportos brasileiros, com potencial redução de gargalos, melhoria em processos aduaneiros e incremento na competitividade logística do país como um todo.

O avanço das concessões — com novos leilões no radar, como Brasília e Viracopos — indica um ciclo contínuo de transformação da infraestrutura. Para gestores de logística, o momento é de reposicionar estratégias, explorar novos hubs e capturar ganhos em velocidade, custo e confiabilidade.

Em um cenário onde integração e agilidade definem o sucesso, a capacidade de orquestrar modais e antecipar movimentos estruturais será o diferencial competitivo nas operações internacionais.

“Mercado Eleva Projeções para IPCA e Vê Corte Menor da Selic em Abril, Mostra Focus”

Publicado: 30/03/2026

Mercado Eleva Projeções para IPCA e Vê Corte Menor da Selic em Abril, Mostra Focus
CarlaNichiata / Getty Images Em sua última reunião, neste mês, o Copom optou por um corte de 0,25 ponto na Selic

Inflação pressionada e juros mais altos por mais tempo redesenham o custo do capital — e exigem precisão máxima nas decisões logísticas e cambiais.

🌍 O avanço das projeções de inflação no Brasil, aliado à expectativa de cortes mais moderados na taxa Selic, acende um alerta estratégico para o comércio exterior. Com o IPCA estimado em 4,31% para 2026 e juros ainda em patamares elevados, o custo do dinheiro segue pressionando operações de importação e exportação.

Para empresas do Vale do Itajaí, esse cenário impacta diretamente o fluxo de caixa e a viabilidade de operações — especialmente na importação de insumos e bens de capital, onde o financiamento é parte crítica da estratégia. Juros mais altos significam maior custo financeiro no ciclo logístico, do pedido ao desembaraço.

Ao mesmo tempo, a manutenção do dólar na faixa de R$ 5,40 reforça a necessidade de gestão cambial eficiente. Exportadores podem encontrar oportunidades de margem, enquanto importadores precisam redobrar a atenção na formação de preço e no planejamento de compras internacionais.

O pano de fundo global — com a tensão no Oriente Médio elevando os preços do petróleo — também pressiona o custo do frete internacional, criando um efeito cascata que impacta toda a cadeia logística, desde o transporte marítimo até a distribuição interna.

Nos portos do Sul, como Itajaí e Navegantes, a tendência é de maior seletividade nas operações e necessidade de previsibilidade. Empresas mais preparadas estarão focadas em otimizar estoques, negociar contratos logísticos mais eficientes e explorar regimes aduaneiros que reduzam o impacto financeiro.

Em um ambiente onde custo de capital, câmbio e frete convergem, a competitividade passa a ser definida pela inteligência na gestão da operação. Antecipar cenários e estruturar decisões com precisão deixa de ser diferencial — torna-se requisito para sustentar resultados no comércio exterior.

“Porto de Itajaí recebe navio com carga de veículos de luxo e reforça retomada das operações”

Publicado: 30/03/2026

Retomada das operações com cargas de alto valor no Porto de Itajaí reposiciona o terminal como hub estratégico para operações mais rentáveis e diversificadas.

🚢 A atracação do navio Good Wood no Porto de Itajaí, trazendo 430 veículos de luxo no sistema roll-on/roll-off (Ro-Ro), marca um avanço concreto na retomada operacional e na diversificação de cargas no principal hub do Vale do Itajaí. Em 2026, o porto já soma mais de 1.500 veículos movimentados nesse segmento, evidenciando um reposicionamento estratégico no cenário logístico nacional.

Para o comércio exterior, o impacto é direto: operações com cargas de alto valor agregado elevam o nível de exigência em eficiência, segurança e controle logístico — e, ao mesmo tempo, ampliam as margens e oportunidades para importadores e operadores logísticos.

A normalização do canal de acesso, agora plenamente praticável, devolve previsibilidade às escalas e reduz riscos operacionais, fator crítico para armadores e empresas que dependem de janelas logísticas precisas. Isso fortalece a competitividade do Porto de Itajaí frente a outros terminais do Sul do Brasil.

Além disso, o crescimento das operações Ro-Ro abre novas possibilidades para o setor automotivo e de bens duráveis, impulsionando fluxos de importação e criando sinergias com a infraestrutura logística da região — incluindo armazenagem, distribuição e integração modal.

Para empresas do Vale do Itajaí e de Santa Catarina, o movimento sinaliza um ambiente mais dinâmico e confiável, ideal para expansão de operações e entrada em novos mercados com maior valor agregado.

Em um cenário onde diversificação e eficiência definem resultados, a retomada consistente do Porto de Itajaí reforça seu papel como plataforma estratégica para operações internacionais mais sofisticadas e competitivas.

“Porto de Imbituba recebe missão internacional para cooperação em energia eólica offshore”

Publicado: 30/03/2026

Energia offshore entra no radar logístico de SC e abre uma nova fronteira estratégica para operações de alto valor no comércio exterior.

🌍 O Porto de Imbituba avança como hub estratégico na transição energética ao receber uma missão internacional focada no desenvolvimento da energia eólica offshore — movimento que reposiciona Santa Catarina no mapa global de infraestrutura sustentável.

A iniciativa, conectada à parceria Brasil-Dinamarca, coloca o estado — e especialmente o eixo logístico do Sul e Vale do Itajaí — diante de uma nova cadeia de valor, com potencial direto sobre operações de importação e exportação de equipamentos, componentes e tecnologia.

A presença de players globais e especialistas em infraestrutura reforça a viabilidade técnica da região para receber projetos offshore, que exigem logística altamente especializada, planejamento portuário robusto e integração multimodal eficiente.

Para o comércio exterior, isso significa a abertura de um novo fluxo logístico: desde a importação de turbinas e componentes de grande porte até a exportação de know-how e serviços especializados.

A análise técnica realizada nos portos de Imbituba e Laguna evidencia um ponto crítico: infraestrutura e posicionamento geográfico já oferecem vantagens competitivas reais para absorver essa nova demanda energética.

Além disso, o avanço de projetos sustentáveis aumenta a atratividade internacional da região, potencializando investimentos e ampliando o volume de cargas estratégicas nos portos catarinenses.

Outro destaque é a diversificação da matriz energética portuária, com iniciativas como geração solar já suprindo parte do consumo — fator que reforça a eficiência operacional e reduz custos no médio e longo prazo.

Para gestores de logística, o recado é claro: a energia offshore não é apenas uma pauta ambiental, mas um vetor direto de transformação das cadeias globais de suprimento.

Empresas que anteciparem esse movimento poderão capturar oportunidades em contratos internacionais, novos fluxos de carga e operações de alto valor agregado.

No contexto do Vale do Itajaí, esse avanço fortalece o ecossistema logístico regional, criando sinergias entre portos, operadores e indústrias conectadas à economia verde.

A tendência global de descarbonização está redefinindo rotas, investimentos e prioridades — e Santa Catarina já começa a se posicionar na vanguarda desse processo.

Mais do que acompanhar, o momento exige protagonismo estratégico, com decisões orientadas por inteligência logística e visão de longo prazo.

Em um cenário onde sustentabilidade e eficiência caminham juntas, quem estrutura sua operação hoje garante relevância competitiva amanhã.

“FIESC recebe delegação chinesa que busca ampliar a pauta comercial entre SC e China”

Publicado: 31/03/2026

FIESC recebe delegação chinesa que busca ampliar a pauta comercial entre SC e China
Agenda reforça o posicionamento do estado como parceiro da China

Santa Catarina avança na cadeia global ao atrair etapas produtivas da China — um movimento que pode redefinir custos, prazos e margens na sua operação.

📦 A aproximação entre a FIESC e a província chinesa de Heilongjiang marca um novo estágio na relação comercial entre Santa Catarina e a China: sair do modelo tradicional de exportação de commodities e importação de manufaturados para uma integração produtiva mais estratégica.

Esse movimento tem implicações diretas para o comércio exterior no Vale do Itajaí, principal hub logístico do estado. A possibilidade de internalizar etapas produtivas — como montagem, finalização ou customização — tende a reduzir custos logísticos totais, otimizar regimes aduaneiros e aumentar a competitividade das empresas catarinenses no mercado global.

Na prática, isso pode impulsionar operações de importação mais sofisticadas, com maior volume de componentes semiacabados, além de fortalecer exportações com maior valor agregado. Para portos como Itajaí e Navegantes, o reflexo é um potencial aumento na movimentação de cargas industriais, com maior previsibilidade e recorrência.

Outro vetor relevante é a agenda de descarbonização apresentada pela FIESC, incluindo iniciativas em energias renováveis e biogás. Esse alinhamento com práticas ESG amplia a atratividade de Santa Catarina como destino para investimentos industriais internacionais, especialmente em cadeias que exigem compliance ambiental rigoroso.

Para gestores de logística, o sinal é claro: a cadeia está se redesenhando. Integrar fornecedores globais com operações locais passa a ser uma vantagem competitiva concreta — exigindo inteligência na gestão de supply chain, regimes especiais e planejamento tributário-logístico.

Em um cenário onde proximidade produtiva e eficiência operacional caminham juntas, antecipar esse movimento não é apenas estratégico — é determinante para liderar no comércio exterior.

“Secretaria da Articulação Internacional e InvestSC destacam cooperação ambiental e tecnológica com a Ásia durante visita de delegação”

Publicado: 31/03/2026

Secretaria da Articulação Internacional e InvestSC destacam cooperação ambiental e tecnológica com a Ásia durante visita de delegação
Delegação foi recebida na InvestSC com a Secretaria de Articulação Internacional – Foto: Sicilia Vechi / ASCOMSAI

Parcerias com a Ásia aceleram a transição para cadeias produtivas mais tecnológicas e sustentáveis — com impacto direto na competitividade exportadora.

🌍 A aproximação estratégica entre Santa Catarina e a província chinesa de Heilongjiang avança para um novo patamar, combinando comércio, inovação e sustentabilidade em uma agenda integrada de longo prazo. O movimento reforça o posicionamento do estado como um polo emergente de cooperação internacional voltado à tecnologia e à economia de baixo carbono.

Para o Vale do Itajaí, esse alinhamento cria oportunidades concretas na reconfiguração das cadeias de importação e exportação. A atração de etapas produtivas, aliada à troca tecnológica, tende a impulsionar operações mais sofisticadas — com maior fluxo de componentes, insumos industriais e produtos de maior valor agregado.

No campo logístico, o impacto é direto: portos como Itajaí e Navegantes devem absorver uma demanda crescente por cargas vinculadas a processos industriais mais complexos, exigindo maior eficiência operacional, integração modal e gestão estratégica de prazos.

A agenda ambiental também se destaca como vetor competitivo. Iniciativas como o desenvolvimento de biogás e o avanço em energias renováveis posicionam Santa Catarina em linha com as exigências globais de ESG, fator cada vez mais determinante para acesso a mercados internacionais e atração de investimentos.

Além disso, a presença institucional catarinense em feiras e agendas internacionais na Ásia amplia o alcance comercial e fortalece conexões diretas com novos parceiros estratégicos, reduzindo intermediários e aumentando a competitividade das empresas locais.

Para gestores de logística e comércio exterior, o cenário aponta para uma transformação estrutural: integrar inovação, sustentabilidade e inteligência logística será essencial para capturar valor nesse novo ciclo global.

“Guerra no Oriente Médio pressiona custos de agroindústrias de carnes de SC”

Publicado: 31/03/2026

Guerra no Oriente Médio pressiona custos de agroindústrias de carnes de SC'
Custo do frete marítimo por contêiner cresceu até US$ 4 mil na região do Estreito de Ormuz em função da guerra (Foto: Porto Itapoá, Divulgação)

Escalada no Oriente Médio pressiona fretes e insumos — e exige uma logística mais estratégica para proteger margens na exportação de proteínas.

🚢 O agravamento do conflito no Oriente Médio já impacta diretamente a competitividade das agroindústrias de Santa Catarina — especialmente no setor de carnes, um dos pilares exportadores do estado. Com o Estreito de Ormuz parcialmente comprometido, o frete marítimo para cargas refrigeradas disparou, registrando aumentos de até US$ 4 mil por contêiner.

Para o Vale do Itajaí, esse cenário pressiona toda a cadeia logística. Portos como Itajaí e Navegantes passam a operar sob maior tensão operacional, com riscos ampliados de “rollover”, aumento no transit time e necessidade de replanejamento constante das janelas de embarque.

Além do frete, o impacto se estende à base produtiva: o milho — responsável por cerca de 70% do custo da ração — já apresenta volatilidade, com altas recentes de até 6%. Isso eleva o custo final da produção e reduz a margem das exportações, exigindo maior eficiência em toda a cadeia.

Outro ponto crítico é a infraestrutura nos destinos, especialmente no Oriente Médio, onde limitações energéticas comprometem o armazenamento de cargas reefer, aumentando o risco de perdas e exigindo maior rigor na gestão logística ponta a ponta.

Mesmo diante desse cenário desafiador, o mercado segue estratégico: o Oriente concentra uma demanda crescente por proteína animal, o que mantém a região como prioridade nas exportações catarinenses.

Para gestores de logística, o momento exige precisão cirúrgica — desde a negociação de fretes até a escolha de rotas e parceiros. Em um ambiente de alta volatilidade, transformar complexidade em previsibilidade é o que sustenta a competitividade no comércio exterior.

“Oficina sobre inovação orienta empreendedores em Itajaí”

Publicado: 31/03/2026

Oficina sobre inovação orienta empreendedores em Itajaí
Foto: Divulgação

Capacitação em inovação em Itajaí fortalece a base empresarial local — e prepara novos players para competir no comércio exterior.

📦 A iniciativa do Espaço do Empreendedor de Itajaí, com a oficina “Faça a inovação acontecer em sua empresa”, reforça um movimento estratégico essencial para o futuro do comércio exterior: a qualificação da base empresarial local com foco em eficiência, competitividade e inovação aplicada.

Para o Vale do Itajaí, esse tipo de capacitação tem impacto direto na cadeia logística e produtiva. Micro e pequenas empresas mais estruturadas tendem a evoluir para operações mais complexas, ampliando sua participação em processos de importação e exportação — seja como fornecedoras, parceiras ou protagonistas.

Na prática, isso significa um ecossistema mais robusto e preparado para atender às exigências do mercado internacional, com melhor gestão de custos, formação de preços mais estratégica e processos operacionais mais eficientes — fatores críticos para inserção no comércio global.

Além disso, a disseminação de conceitos de inovação contribui para acelerar a digitalização e a profissionalização das empresas locais, impactando diretamente a qualidade das operações logísticas que passam pelos portos da região, como Itajaí e Navegantes.

Esse fortalecimento da base empresarial também amplia o potencial de diversificação das cargas movimentadas, criando novas oportunidades para exportação de produtos com maior valor agregado e para importação de insumos mais estratégicos.

Para gestores de logística, o reflexo é claro: cadeias mais maduras e inovadoras geram operações mais previsíveis, eficientes e escaláveis.

Em um cenário onde competitividade nasce da capacidade de evoluir continuamente, investir em inovação deixa de ser opcional — e passa a ser o motor que conecta empresas locais ao mercado global.

“Com 10 pavilhões, Febratex terá em 2026 sua maior edição”

Publicado: 31/03/2026

Com 10 pavilhões, Febratex terá em 2026 sua maior edição
Na edição anterior, a Febratex contou com 2,7 mil marcas, distribuídas em 550 estandes. Foto: Divulgação/Febratex

Nova infraestrutura energética entre SC e PR reduz riscos operacionais e destrava eficiência logística para cadeias industriais mais competitivas.

🌍 O avanço da ENGIE na expansão da transmissão elétrica entre Santa Catarina e Paraná marca um passo estratégico para a infraestrutura que sustenta o comércio exterior. Com investimento superior a R$ 1,5 bilhão e destaque para a nova linha de 143 km entre os estados, o projeto fortalece a estabilidade energética — um fator crítico para operações industriais e logísticas de alta performance.

Para o Vale do Itajaí, esse movimento vai além da energia: representa previsibilidade operacional. Indústrias intensivas, como têxtil, cerâmica, metalmecânica e alimentos, ganham maior segurança para produção contínua, reduzindo riscos de interrupções que impactam diretamente prazos de exportação e custos de importação.

Na prática, uma matriz energética mais robusta permite maior eficiência nos terminais portuários da região, como Itajaí e Navegantes, garantindo suporte adequado para operações refrigeradas (reefer), armazenagem e processamento de cargas com alta exigência energética.

Outro ponto relevante é o estímulo ao uso de energias renováveis, com melhor escoamento e menor restrição no sistema — alinhando Santa Catarina às exigências globais de sustentabilidade, cada vez mais presentes nas cadeias internacionais de suprimentos.

Para gestores de logística, isso se traduz em um ambiente mais confiável para planejamento de longo prazo, viabilizando estratégias mais agressivas de crescimento, diversificação de mercados e ganho de escala operacional.

Com uma base energética mais estável e integrada, Santa Catarina se posiciona como um hub ainda mais competitivo no cenário global — onde eficiência operacional e resiliência são determinantes para liderar no comércio exterior.

“Mais de 80% dos estados aderem a subsídio a diesel importado”

Publicado: 31/03/2026

Mais de 80% dos estados aderem a subsídio a diesel importado
Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

Subsídio ao diesel reduz pressão imediata nos custos logísticos — mas exige estratégia para capturar ganhos antes do fim da medida.

🚢 A adesão de mais de 80% dos estados ao subsídio ao diesel importado, com redução de R$ 1,20 por litro por até dois meses, traz um alívio tático para o transporte no Brasil — especialmente em um momento de forte pressão global sobre os combustíveis.

Para o comércio exterior, o impacto é direto: o diesel é um dos principais componentes do custo logístico terrestre, influenciando o transporte rodoviário entre fábricas, centros de distribuição e portos. No Vale do Itajaí, essa redução pode melhorar a competitividade das operações que utilizam os portos de Itajaí e Navegantes como gateways logísticos.

Na prática, exportadores ganham fôlego para otimizar margens, enquanto importadores podem reduzir parcialmente o custo total de nacionalização de mercadorias — especialmente em operações com alto volume ou longas distâncias internas.

No entanto, a natureza temporária da medida exige atenção estratégica. Com validade limitada a dois meses, empresas precisam agir rapidamente para aproveitar o momento, ajustando cronogramas logísticos, antecipando embarques e revisando contratos de transporte.

Além disso, o subsídio atua como um amortecedor diante da alta global do petróleo, mas não elimina a volatilidade estrutural do cenário internacional, o que mantém a necessidade de planejamento logístico robusto e gestão ativa de custos.

Para gestores de logística, o recado é claro: capturar eficiência no curto prazo sem perder a visão de longo prazo. Em um ambiente dinâmico, decisões ágeis e bem estruturadas são o diferencial para transformar alívio momentâneo em vantagem competitiva sustentável.

“CONFIRMADO: Porto de Itajaí emite ordem de serviço para dragagem e assegura manutenção do canal pelos próximos cinco anos”

Publicado: 01/04/2026

Previsibilidade operacional volta ao radar e reposiciona Itajaí como ativo logístico confiável para decisões estratégicas de longo prazo.

🚢 O Porto de Itajaí dá um passo decisivo para consolidar sua retomada operacional ao garantir a dragagem contínua do canal pelos próximos cinco anos — um movimento crítico para estabilidade e competitividade no comércio exterior.

Com investimento de R$ 63,8 milhões e execução pela Van Oord, a iniciativa assegura profundidade adequada em canais, berços e bacias de evolução, eliminando um dos principais gargalos históricos da operação portuária na região.

Para o Vale do Itajaí, o impacto é direto: maior previsibilidade de escalas, redução de riscos operacionais e capacidade ampliada para receber navios de maior porte com segurança.

Na prática, isso se traduz em ganhos logísticos relevantes para importadores e exportadores, especialmente em cadeias que dependem de regularidade e eficiência — como carga conteinerizada, reefer e operações de alto valor agregado.

A previsibilidade do canal navegável reduz incertezas no planejamento logístico, permitindo contratos mais assertivos, melhor gestão de prazos e otimização de custos de frete internacional.

Além disso, o compromisso com a manutenção contínua posiciona Itajaí novamente como alternativa competitiva frente a outros portos do Sul e Sudeste, ampliando opções estratégicas para roteirização de cargas.

Outro ponto-chave é a confiança do mercado: infraestrutura estável é um dos principais drivers na decisão de armadores, operadores logísticos e embarcadores globais.

Com isso, o porto fortalece seu papel dentro do ecossistema logístico catarinense, impulsionando o fluxo de cargas e atraindo novas operações para a região.

Para gestores de logística, o cenário muda de forma concreta: menos volatilidade operacional e mais capacidade de planejamento de médio e longo prazo.

Esse avanço também impacta diretamente a eficiência da cadeia internacional, reduzindo atrasos, evitando custos adicionais e melhorando o nível de serviço ao cliente final.

Em um ambiente global cada vez mais sensível a disrupções, garantir infraestrutura confiável deixa de ser diferencial e passa a ser requisito competitivo.

O movimento reforça que decisões estruturais — como dragagem contínua — têm efeito direto na performance das operações de comércio exterior.

Para quem atua no eixo Sul, o recado é claro: Itajaí volta ao jogo com força, previsibilidade e capacidade de sustentar crescimento consistente.

“Porto de São Francisco do Sul vence prêmio ambiental internacional com obra de dragagem do canal de acesso da Baía da Babitonga”

Publicado: 01/04/2026

Porto de São Francisco do Sul vence prêmio ambiental internacional com obra de dragagem do canal de acesso da Baía da Babitonga
Fotos: Divulgação/PSFS

Dragagem sustentável eleva padrão dos portos catarinenses e posiciona a região como referência global em eficiência com responsabilidade ambiental.

🚢 O Porto de São Francisco do Sul conquista protagonismo internacional ao vencer o Prêmio Marítimo das Américas 2026 com um projeto inovador de dragagem sustentável — um marco que reposiciona Santa Catarina no mapa global da logística portuária avançada.

A obra na Baía da Babitonga vai além da ampliação de capacidade: ao integrar engenharia marítima e soluções ambientais, o projeto melhora o calado do canal de acesso e permite a operação de navios maiores, aumentando a eficiência nas operações de importação e exportação.

Para o Vale do Itajaí, o impacto é direto. A elevação do padrão logístico regional fortalece todo o ecossistema portuário catarinense, ampliando a competitividade dos portos e criando sinergias operacionais entre Itajaí, Navegantes, São Francisco do Sul e Itapoá.

A destinação inteligente dos sedimentos — utilizada na recuperação de praias em Itapoá — demonstra uma abordagem inovadora que reduz impactos ambientais e agrega valor ao território, alinhando o setor às exigências globais de sustentabilidade (ESG).

Na prática, exportadores e importadores ganham com maior previsibilidade operacional, redução de restrições para grandes embarcações e potencial otimização de custos logísticos no médio e longo prazo.

Além disso, a iniciativa reforça a confiança de armadores e investidores internacionais na infraestrutura catarinense, impulsionando novos fluxos comerciais e ampliando a relevância do estado nas rotas globais.

Em um cenário onde eficiência e sustentabilidade caminham juntas, Santa Catarina demonstra que é possível transformar infraestrutura em vantagem competitiva real — elevando o nível das operações no comércio exterior brasileiro.

“JBS inaugura em Florianópolis centro de biotecnologia para desenvolver “superproteínas”

Publicado: 01/04/2026

JBS inaugura em Florianópolis centro de biotecnologia para desenvolver “superproteínas”
Unidade conta com 20 laboratórios especializados. Foto: Divulgação/JBS

Biotecnologia aplicada à proteína reposiciona Santa Catarina na cadeia global — com exportações mais sofisticadas e maior valor agregado.

📦 A inauguração do JBS Biotech em Florianópolis marca a entrada definitiva de Santa Catarina em uma nova fronteira do comércio global: a biotecnologia aplicada à produção de alimentos. Com investimento de US$ 37 milhões e estrutura de ponta, o centro coloca o estado no radar internacional como polo de inovação na cadeia de proteína animal.

Para o Vale do Itajaí, o impacto é estratégico. O avanço no desenvolvimento de “superproteínas” e ingredientes funcionais eleva o nível das exportações, migrando de commodities para produtos de alto valor agregado — mais competitivos, mais tecnológicos e com maior demanda global.

Na prática, isso transforma a dinâmica logística: produtos mais sofisticados exigem operações mais precisas, controle rigoroso de qualidade e cadeias de suprimento mais integradas. Portos como Itajaí e Navegantes tendem a absorver cargas com maior valor por tonelada, aumentando a eficiência econômica das operações.

Outro ponto-chave é a geração de propriedade intelectual e inovação contínua, que fortalece o posicionamento das empresas brasileiras no mercado internacional e reduz dependência de tecnologias externas.

Além disso, a biotecnologia conecta a cadeia produtiva às demandas globais por saúde, nutrição personalizada e sustentabilidade — fatores cada vez mais determinantes para acesso a mercados exigentes.

Para gestores de logística e comércio exterior, o recado é claro: o futuro não está apenas em movimentar volume, mas em movimentar valor. E isso exige uma operação mais inteligente, integrada e orientada por dados.

Em um cenário onde ciência e logística caminham juntas, quem estiver preparado para operar cadeias mais complexas estará à frente na nova economia global.

“Indústria do Brasil sente impacto da guerra com alta de insumos, mostra PMI”

Publicado: 01/04/2026

Indústria do Brasil sente impacto da guerra com alta de insumos, mostra PMI
Produção de ônibus na fábrica da Marcopolo em Caxias do Sul • 25 de março de 2026. REUTERS/Diego Vara

Custos industriais disparam e exigem cadeias logísticas mais inteligentes para preservar margem e competitividade no comércio exterior.

📦 A indústria brasileira entrou em março sob forte pressão: o aumento dos custos de insumos, impulsionado pela guerra no Oriente Médio e pela alta do petróleo, atingiu o maior nível em 18 meses, redesenhando o cenário operacional para importadores e exportadores.

No Sul do país, especialmente em Santa Catarina e no eixo logístico do Vale do Itajaí, esse movimento impacta diretamente cadeias estratégicas — desde o abastecimento industrial até a formação de preços para exportação.

O PMI industrial avançou para 49,0, ainda em zona de contração, mas indicando desaceleração na queda. Esse dado revela um mercado em transição: menos retração, porém com margens cada vez mais pressionadas.

A elevação dos custos levou fabricantes a reajustarem preços, impactando toda a cadeia — do importador de insumos ao exportador de produtos acabados. Para operações logísticas, isso significa maior necessidade de previsibilidade e gestão eficiente de contratos internacionais.

Ao mesmo tempo, sinais de recuperação nas exportações ajudaram a conter perdas, abrindo oportunidades para empresas que conseguem reagir com agilidade e inteligência estratégica.

No comércio exterior catarinense, a recomposição de estoques e o redesenho de rotas logísticas tornam-se movimentos críticos para mitigar riscos e garantir continuidade operacional.

Outro ponto de atenção é a volatilidade da demanda global, que, combinada com custos elevados, exige decisões mais assertivas na gestão de supply chain e planejamento de embarques.

A redução da Selic, ainda que cautelosa, não foi suficiente para neutralizar o impacto externo, reforçando que o verdadeiro desafio está na gestão integrada entre custo financeiro, logístico e cambial.

Nesse contexto, empresas que operam com inteligência logística conseguem transformar pressão em vantagem competitiva — seja otimizando modais, renegociando fretes ou antecipando movimentos de mercado.

O cenário atual exige mais do que reação: exige estratégia baseada em dados, visibilidade operacional e parceiros capazes de antecipar disrupções.

Para quem atua no comércio exterior, especialmente com operações no Sul do Brasil, o momento é de reposicionamento — ajustando rotas, prazos e custos com precisão cirúrgica.

“Guerra no Oriente Médio impulsiona commodities agrícolas em março, com destaque para a soja”

Publicado: 02/04/2026

Guerra no Oriente Médio impulsiona commodities agrícolas em março, com destaque para a soja
Foto: Divulgação - gerada por IA

Alta das commodities impulsionada pela energia reposiciona margens — e exige estratégia integrada entre compras, câmbio e logística.

🌍 A escalada do conflito no Oriente Médio e a consequente alta do petróleo estão redesenhando o mercado global de commodities agrícolas — com impacto direto na competitividade das exportações brasileiras. Em março, o óleo de soja registrou valorização superior a 13%, impulsionado pela maior demanda por biodiesel, refletindo o efeito cascata da energia sobre o agro.

Para Santa Catarina e o Vale do Itajaí, esse movimento abre uma janela estratégica. O aumento nos preços da soja, milho e derivados fortalece o potencial exportador brasileiro, ampliando margens e incentivando volumes — especialmente em operações que utilizam os portos da região como corredores logísticos.

Ao mesmo tempo, o cenário exige atenção: a elevação dos custos energéticos também pressiona insumos agrícolas, como fertilizantes, além de impactar diretamente o frete internacional. Esse equilíbrio entre receita e custo será determinante para a rentabilidade das operações.

No contexto logístico, a tendência é de aumento no fluxo de exportações e maior demanda por capacidade portuária e eficiência operacional. Portos como Itajaí e Navegantes precisam operar com alto nível de previsibilidade para capturar esse crescimento sem gerar gargalos.

Outro fator relevante é o timing global: enquanto o Hemisfério Norte ainda enfrenta custos elevados na fase de plantio, o Brasil já colheu parte de sua safra — o que posiciona o país de forma mais competitiva no curto prazo.

Para gestores de comércio exterior, o momento exige inteligência na originação, planejamento logístico e gestão de contratos internacionais. Em um cenário onde energia, agro e logística estão interligados, transformar volatilidade em oportunidade é o que define operações de alta performance.

“China culpa EUA e Israel por bloqueio no Estreito de Ormuz, e Rússia diz estar 'pronta para ajudar' a resolver guerra no Irã”

Publicado: 02/04/2026

China culpa EUA e Israel por bloqueio no Estreito de Ormuz, e Rússia diz estar 'pronta para ajudar' a resolver guerra no Irã
Trump discursa na Casa Branca — Foto: Alex Brandon/Pool via REUTERS

Tensão global eleva risco nas rotas marítimas e exige decisões logísticas mais ágeis para proteger custos e garantir abastecimento.

🚢 O agravamento das tensões geopolíticas envolvendo EUA, China, Rússia e Irã, com o bloqueio do Estreito de Ormuz no centro do conflito, intensifica a instabilidade nas principais rotas marítimas globais — impactando diretamente o custo e a previsibilidade do comércio exterior.

Para o Brasil e, especialmente, para o Vale do Itajaí, os efeitos já começam a se materializar. O estreito é responsável por uma parcela significativa do fluxo mundial de petróleo, e sua interrupção pressiona os preços da energia, refletindo no aumento do bunker e, consequentemente, nos fretes marítimos.

Esse cenário eleva o custo logístico tanto para importadores quanto para exportadores, além de aumentar o risco de atrasos, reprogramações de rotas e congestionamentos em hubs alternativos. Portos como Itajaí e Navegantes passam a operar em um ambiente de maior volatilidade, exigindo planejamento mais dinâmico e assertivo.

Outro ponto crítico é o efeito indireto nas cadeias produtivas: insumos energéticos mais caros impactam desde a produção industrial até o transporte, reduzindo margens e exigindo maior eficiência operacional em toda a cadeia.

Além disso, a entrada de potências como China e Rússia no discurso diplomático amplia a complexidade do cenário, indicando que a resolução do conflito pode ser mais longa e imprevisível — prolongando os impactos logísticos globais.

Para gestores de logística, o momento exige inteligência estratégica: diversificação de rotas, revisão de contratos e antecipação de cenários passam a ser fundamentais para manter competitividade.

Em um ambiente onde geopolítica e logística estão totalmente interligadas, a capacidade de adaptação rápida é o que garante continuidade operacional e vantagem no comércio internacional.

[NEWS]COMEX

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Atualizado em 05/03/2026

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