[NEWS]COMEX - Week 12 | 2026

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“Mercoagro abre nesta terça com expectativa de receber 25 mil visitantes”

Publicado: 16/03/2026

Mercoagro abre nesta terça com expectativa de receber 25 mil visitantes
Evento será realizado no Parque de Exposições – Complexo Mercoagro Dr. Valmor Ernesto Lunardi, em Chapecó; Foto: Divulgação/Mercoagro

Mercoagro projeta R$ 1 bilhão em negócios e acelera a integração entre indústria, tecnologia e logística no agro global

🌍 A Mercoagro 2026 posiciona Chapecó como um dos principais hubs estratégicos da cadeia global de proteína animal, com reflexos diretos para o comércio exterior catarinense. Com mais de 700 marcas e expectativa de R$ 1 bilhão em negócios, o evento conecta inovação industrial à eficiência logística — dois pilares críticos para operações de importação e exportação.

A presença de players internacionais de países como Alemanha, Estados Unidos e China reforça o papel de Santa Catarina como plataforma de integração comercial, ampliando oportunidades para exportadores brasileiros e abrindo novas frentes para importação de tecnologia, automação e soluções industriais.

Para o Vale do Itajaí e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, o impacto é direto: o aumento no volume de negócios e a modernização da cadeia produtiva impulsionam a demanda por operações logísticas mais sofisticadas, especialmente no transporte refrigerado (reefer), armazenagem e escoamento internacional.

Além disso, o foco em automação, robotização e eficiência produtiva indica uma transformação estrutural na indústria, exigindo cadeias logísticas mais integradas, rastreáveis e resilientes — um cenário onde previsibilidade e inteligência operacional deixam de ser diferenciais e passam a ser pré-requisitos.

Com geração de empregos, movimentação econômica regional e forte densidade técnica no seminário internacional do setor, a Mercoagro consolida-se como uma plataforma real de negócios e inovação. Para empresas que atuam no comércio exterior, o recado é claro: antecipar tendências, conectar-se a esse ecossistema e operar com parceiros estratégicos é o caminho para capturar valor em um mercado cada vez mais competitivo.

“Importações marítimas poderão ter desembaraço sobre águas”

Publicado: 16/03/2026

Importações marítimas poderão ter desembaraço sobre águas
Crédito: Getty Images

Desembaraço sobre águas via DUIMP redefine o lead time portuário e eleva a previsibilidade das importações marítimas

🚢 A liberação do desembaraço aduaneiro sobre águas para importações marítimas via DUIMP marca um avanço estrutural no comércio exterior brasileiro. A medida, implementada no âmbito do Siscomex, amplia o acesso a esse benefício também para empresas não certificadas como OEA, democratizando ganhos de eficiência operacional.

Na prática, a possibilidade de antecipar a análise aduaneira antes da atracação do navio reduz significativamente o tempo de permanência da carga nos portos. Para o Vale do Itajaí e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, isso representa um salto relevante em produtividade, com impacto direto na redução de custos logísticos, armazenagem e demurrage.

A nova sistemática também melhora a previsibilidade das operações, permitindo um planejamento mais assertivo da cadeia logística — desde o transporte até a distribuição final. A integração com órgãos anuentes e o avanço no processamento de dados reforçam a digitalização e a inteligência do processo aduaneiro.

Mesmo com a manutenção de vantagens para operadores certificados como OEA, a ampliação do benefício para outros importadores sinaliza uma evolução no ambiente regulatório, tornando-o mais competitivo e alinhado às melhores práticas internacionais.

Para empresas que operam no comércio exterior, o impacto é claro: redução de lead time, maior controle sobre prazos e aumento da eficiência operacional. Em um cenário onde tempo é custo, antecipar o desembaraço é antecipar resultados.

“SENAI reúne especialistas internacionais em programação paralela à Mercoagro”

Publicado: 16/03/2026

SENAI reúne especialistas internacionais em programação paralela à Mercoagro
Debates incluem temas como desenvolvimento de produtos, qualidade da carne e aplicações de inteligência artificial no setor. Foto: Adobe Stock

Inteligência artificial e inovação industrial redesenham a cadeia da proteína — e elevam o padrão da logística internacional

📦 O 14º Seminário Internacional de Industrialização da Carne, promovido pelo SENAI durante a Mercoagro 2026, posiciona Chapecó como epicentro de inovação aplicada à indústria de alimentos — com impactos diretos no comércio exterior catarinense.

A presença de especialistas de instituições globais como AgResearch (Nova Zelândia), University of Guelph (Canadá) e University of Wisconsin (EUA) evidencia uma convergência estratégica: tecnologia, qualidade e inteligência artificial passam a ser drivers críticos de competitividade na cadeia da proteína animal.

Para o Vale do Itajaí e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, essa transformação é altamente relevante. O avanço em desenvolvimento de produtos de maior valor agregado e o uso de IA na previsibilidade de qualidade exigem operações logísticas mais sofisticadas, especialmente em cargas refrigeradas (reefer), rastreabilidade e controle sanitário.

Além disso, debates sobre geopolítica e sustentabilidade ampliam o nível de complexidade das operações internacionais, demandando maior inteligência na gestão de riscos, compliance e adaptação a mercados exigentes.

Na prática, isso se traduz em cadeias logísticas mais integradas, com foco em eficiência ponta a ponta — da produção ao embarque internacional. Empresas que antecipam esse movimento tendem a capturar ganhos relevantes em performance operacional e posicionamento global.

O seminário reforça uma mensagem clara ao mercado: a inovação já está moldando o futuro da indústria e da logística. E, nesse cenário, operar com estratégia, tecnologia e parceiros preparados não é apenas vantagem — é condição para competir em escala global.

“Obras da Rua do Porto Avançam com adutora na Caninana”

Publicado: 16/03/2026

Obras da Rua do Porto Avançam com adutora na Caninana
Foto: Luiz Lerner

Infraestrutura estratégica em Itajaí antecipa a expansão portuária e redesenha a eficiência logística regional

🚢 O avanço das obras da Rua do Porto, em Itajaí, sinaliza um movimento estrutural relevante para o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu. A implantação da nova adutora ao longo da Caninana e conexões estratégicas entre importantes vias urbanas não apenas reforça o abastecimento hídrico, mas também prepara o terreno para a expansão logística da região — um ponto crítico para operações de importação e exportação.

Com mais de 1 km de tubulação instalada, o projeto vai além da infraestrutura básica: ele consolida a Rua do Porto como um eixo de crescimento econômico, diretamente conectado à dinâmica portuária. Para o Vale do Itajaí, isso representa ganho de previsibilidade operacional, redução de gargalos urbanos e maior fluidez no acesso às zonas retroportuárias.

Mesmo com impactos temporários no tráfego — exigindo rotas alternativas e planejamento logístico mais preciso — o cenário é claro: trata-se de um investimento antecipado que reduz riscos futuros e amplia a capacidade da região em absorver o crescimento do comércio exterior.

Na prática, empresas que operam na cadeia logística local devem observar uma tendência de valorização da infraestrutura urbana integrada ao porto, com reflexos positivos em lead time, confiabilidade e competitividade internacional.

Esse tipo de iniciativa reforça o posicionamento de Itajaí como um hub logístico em constante evolução, alinhado às demandas globais por eficiência e resiliência. Em um ambiente onde cada detalhe operacional impacta custos e prazos, acompanhar — e se antecipar — a essas transformações deixa de ser diferencial e passa a ser estratégia.

“Em Brusque, governador Jorginho Mello assina ordem de serviço para construção do viaduto do Limoeiro”

Publicado: 16/03/2026

Em Brusque, governador Jorginho Mello assina ordem de serviço para construção do viaduto do Limoeiro
Foto: Marllon Legnaghi / GOVSC

Nova infraestrutura viária no Vale do Itajaí elimina gargalos e impulsiona a eficiência logística rumo aos portos

🚢 A construção do viaduto do Limoeiro, em Brusque, representa mais um avanço estratégico na infraestrutura logística do Vale do Itajaí — região diretamente conectada ao Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu. Com investimento superior a R$ 26 milhões e intervenções em um trecho crítico da SC-486, o projeto atua diretamente na redução de gargalos operacionais e no aumento da fluidez do transporte rodoviário.

Para operações de importação e exportação, o impacto é claro: maior previsibilidade no trânsito, redução de riscos logísticos e ganhos em lead time no deslocamento de cargas entre polos industriais e o porto. Em uma região onde o modal rodoviário é essencial para o escoamento, melhorias estruturais como essa elevam o padrão de eficiência da cadeia logística como um todo.

Além da fluidez, a obra também reforça a segurança — fator muitas vezes subestimado, mas crítico para a continuidade operacional e mitigação de interrupções. Isso contribui diretamente para a confiabilidade das entregas e para o planejamento logístico mais assertivo.

O movimento faz parte de um esforço mais amplo de modernização da infraestrutura catarinense, fortalecendo o posicionamento do estado como um dos principais corredores logísticos do Brasil. Para empresas que dependem de agilidade e precisão nas operações internacionais, cada melhoria viária representa uma vantagem competitiva concreta.

Na prática, o avanço da infraestrutura regional reduz custos invisíveis, amplia a capacidade de resposta logística e cria um ambiente mais favorável para o crescimento sustentável do comércio exterior. Em um cenário global cada vez mais exigente, eficiência operacional começa no asfalto — e se traduz em resultados no mercado internacional.

“FIESC promove workshop sobre o cenário internacional de negócios nesta quarta”

Publicado: 16/03/2026

FIESC promove workshop sobre o cenário internacional de negócios nesta quarta
Foto: Freepik

Novos acordos globais e tensões tarifárias redesenham o comércio — e exigem decisões logísticas mais estratégicas

🌍 O workshop promovido pela FIESC coloca em pauta um ponto crítico para empresas que atuam no comércio exterior: a rápida reconfiguração dos fluxos globais de negócios. Temas como os acordos entre Argentina e Estados Unidos, além das negociações entre União Europeia e Índia, sinalizam mudanças relevantes nas cadeias de suprimentos internacionais.
Para Santa Catarina — especialmente o Vale do Itajaí e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu — o impacto é direto: alterações tarifárias e novos acordos comerciais influenciam rotas, custos logísticos e competitividade das exportações brasileiras.
O avanço (ou estagnação) do acordo Mercosul–União Europeia também entra no radar como um divisor de águas para o acesso a mercados estratégicos, enquanto o chamado “tarifaço” norte-americano reforça a necessidade de diversificação de destinos e inteligência comercial.
Na prática, o cenário exige que gestores de logística e comércio exterior atuem com maior previsibilidade e leitura geopolítica, ajustando suas operações de importação e exportação com agilidade. O redesenho dessas relações internacionais impacta diretamente lead times, escolha de modais e estrutura de custos.
Esse movimento reforça uma realidade: competitividade no comércio exterior não depende apenas de execução operacional, mas de estratégia integrada e visão global. Empresas que se antecipam a essas mudanças conseguem transformar volatilidade em oportunidade — e consolidar sua presença nos mercados mais exigentes do mundo.

“Santa Catarina avança na regulamentação da logística reversa de embalagens com intercâmbio técnico no Mato Grosso do Sul”

Publicado: 16/03/2026

Regulamentação da logística reversa em SC eleva o padrão de compliance e cria novas exigências estratégicas para o comércio exterior

📦 Santa Catarina avança de forma decisiva na regulamentação da logística reversa de embalagens, consolidando um novo nível de exigência ambiental e operacional para empresas que atuam no comércio exterior. A iniciativa liderada pelo IMA, com adoção do sistema SisREV, posiciona o estado na vanguarda da economia circular no Brasil.

Para o Vale do Itajaí e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, o impacto é direto: importadores e exportadores precisarão incorporar a logística reversa como parte integrante de suas operações, garantindo rastreabilidade, comprovação de reciclagem e conformidade com o Decreto Estadual nº 1.056/2025.

A digitalização do processo, com integração de dados fiscais e validação por verificadores independentes, eleva o nível de transparência e controle — reduzindo riscos de inconsistências e fortalecendo a segurança jurídica das operações. Na prática, isso exige maior maturidade na gestão de resíduos e alinhamento entre áreas logística, fiscal e ambiental.

O modelo baseado em créditos de reciclagem também abre novas dinâmicas de mercado, conectando empresas, cooperativas e entidades gestoras em uma cadeia mais estruturada e sustentável. Para empresas exportadoras, isso pode se traduzir em vantagem competitiva em mercados internacionais cada vez mais rigorosos em critérios ESG.

Esse movimento reforça uma tendência global: sustentabilidade deixou de ser diferencial e passou a ser requisito operacional. Empresas que antecipam essa adequação não apenas evitam riscos regulatórios, mas também fortalecem sua posição em cadeias globais mais exigentes e orientadas por responsabilidade ambiental.

“Santa Catarina entrega à Marinha a primeira fragata de projeto que movimenta R$ 12 bilhões”

Publicado: 16/03/2026

Santa Catarina entrega à Marinha a primeira fragata de projeto que movimenta R$ 12 bilhões
Programa reforça a capacidade da indústria nacional de desenvolver e integrar sistemas de alta complexidade Foto: Marinha do Brasil

Projeto bilionário em Itajaí fortalece a indústria de alta complexidade e impulsiona a competitividade logística do Brasil

🚢 A entrega da Fragata Tamandaré – F200, construída em Itajaí, marca um avanço estratégico para a indústria brasileira e posiciona Santa Catarina no centro de um dos maiores projetos de defesa do país. Com investimentos de R$ 12 bilhões, o programa conduzido pela Marinha do Brasil e pelo consórcio Águas Azuis reforça a capacidade nacional em engenharia de alta complexidade e integração tecnológica.

Para o Vale do Itajaí e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, os impactos vão além do setor naval. A construção e movimentação de grandes estruturas, equipamentos e sistemas sofisticados elevam o nível das operações logísticas locais, exigindo maior precisão em transporte, armazenagem e gestão aduaneira.

A continuidade do programa, com outras três fragatas em produção até 2029, indica uma demanda sustentada por soluções logísticas robustas, além de impulsionar importações de componentes estratégicos e exportação de conhecimento e tecnologia.

Esse movimento fortalece o ecossistema industrial catarinense, gerando empregos qualificados e atraindo novos investimentos, ao mesmo tempo em que amplia a relevância do estado no cenário internacional. A integração entre indústria, defesa e logística cria um ambiente propício para inovação e ganhos de eficiência em toda a cadeia.

Na prática, empresas que operam no comércio exterior devem observar um aumento na complexidade e no valor agregado das operações na região — exigindo parceiros com capacidade técnica e visão estratégica. Em um mercado global cada vez mais exigente, infraestrutura, tecnologia e inteligência operacional tornam-se pilares essenciais para sustentar competitividade e crescimento.

“Começam as obras de modernização e ampliação do Aeroporto de São Miguel do Oeste”

Publicado: 16/03/2026

Começam as obras de modernização e ampliação do Aeroporto de São Miguel do Oeste
Fotos: Divulgação/PMSMO

Modernização aeroportuária no Oeste catarinense amplia a capilaridade logística e abre novas rotas para operações estratégicas

✈️ O início das obras de modernização do Aeroporto Regional Hélio Wassun, em São Miguel do Oeste, marca um avanço relevante na infraestrutura logística de Santa Catarina, ampliando a conectividade do estado além do eixo portuário tradicional. Com investimento de R$ 8,3 milhões, o projeto inclui melhorias na pista, ampliação do pátio e modernização da sinalização — elementos essenciais para aumentar a capacidade operacional e a segurança das operações aéreas.

Embora localizado no Extremo Oeste, o impacto se estende ao ecossistema logístico catarinense como um todo, incluindo o Vale do Itajaí e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu. A qualificação da malha aeroportuária fortalece a integração multimodal, permitindo maior agilidade no transporte de cargas de alto valor agregado, peças críticas e operações urgentes.

Durante o período de obras, com interdição até o final de maio, empresas devem redobrar o planejamento logístico para mitigar impactos pontuais. No entanto, o cenário pós-modernização aponta para ganhos relevantes em eficiência, flexibilidade e capacidade de resposta.

A ampliação da infraestrutura aérea também cria oportunidades para novos fluxos de negócios, especialmente em regiões de fronteira, aproximando mercados e reduzindo distâncias operacionais. Em um ambiente cada vez mais orientado à velocidade e precisão, a integração entre modais se torna decisiva.

Esse movimento reforça uma tendência clara: a competitividade no comércio exterior passa pela diversificação e inteligência logística. Empresas que estruturam operações multimodais e se antecipam a essas evoluções constroem cadeias mais resilientes, ágeis e preparadas para atender às exigências do mercado global.

“Empresa mexicana é autorizada a operar transporte internacional de cargas no Brasil”

Publicado: 16/03/2026

Empresa mexicana é autorizada a operar transporte internacional de cargas no Brasil
O transporte aéreo de cargas tem papel estratégico no comércio exterior brasileiro, especialmente para mercadorias de alto valor agregado ou que exigem rapidez na entrega - Foto: Divulgação/TM Aerolíneas

Nova operadora aérea internacional amplia rotas, reduz dependências logísticas e acelera a competitividade do Brasil no comércio global

✈️ A autorização para a operação da empresa mexicana TM Aerolíneas no transporte internacional de cargas no Brasil marca um avanço estratégico na diversificação logística e na integração do país às cadeias globais. A medida, conduzida pela ANAC, amplia a oferta de rotas e cria novas alternativas para operações de importação e exportação.

Para o Vale do Itajaí e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, o impacto é complementar e estratégico: a ampliação do modal aéreo fortalece a lógica multimodal, permitindo maior agilidade no transporte de cargas sensíveis ao tempo, como eletrônicos, componentes industriais e produtos de alto valor agregado.

Os dados reforçam essa tendência — mais de 65% da carga aérea brasileira já está conectada a rotas internacionais, com destaque para mercados como Estados Unidos e Alemanha. A entrada de novos players aumenta a competitividade, reduz gargalos e potencialmente otimiza custos logísticos em operações críticas.

Em um cenário global de crescimento da demanda por transporte aéreo — impulsionado por e-commerce e cadeias mais ágeis —, a diversificação de operadores se torna um diferencial competitivo relevante. Empresas passam a contar com maior flexibilidade operacional e capacidade de resposta frente a oscilações do mercado.

Na prática, essa evolução fortalece a resiliência logística do Brasil e abre novas oportunidades para empresas que operam no comércio exterior com foco em velocidade, previsibilidade e eficiência. Em um ambiente onde tempo é valor, ampliar rotas é ampliar competitividade.

“Intenção de investimento cai entre as indústrias brasileiras em 2026”

Publicado: 17/03/2026

Intenção de investimento cai entre as indústrias brasileiras em 2026
Imagem: Daniel Pedrosa/CNI

Queda nos investimentos industriais acende alerta e exige estratégias logísticas mais inteligentes para sustentar competitividade

📦 A retração na intenção de investimentos da indústria brasileira em 2026, apontada pela CNI, sinaliza um ambiente mais cauteloso — com reflexos diretos nas operações de comércio exterior. A redução de 72% para 56% no número de empresas dispostas a investir revela o impacto dos juros elevados e das incertezas econômicas sobre a capacidade de expansão produtiva.

Para Santa Catarina, especialmente o Vale do Itajaí e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, o cenário exige atenção estratégica. Menores investimentos podem desacelerar projetos de ampliação industrial, impactando volumes de importação de máquinas, insumos e, consequentemente, o ritmo das exportações.

Por outro lado, o foco dos aportes em eficiência produtiva (48%) e ampliação de capacidade (34%) reforça uma tendência clara: empresas estão priorizando produtividade e otimização operacional — o que aumenta a demanda por soluções logísticas mais enxutas, previsíveis e integradas.

O uso predominante de capital próprio (62%) também indica restrição ao crédito, elevando a necessidade de controle rigoroso de custos logísticos e maior assertividade nas operações internacionais. Nesse contexto, decisões mal calibradas em frete, armazenagem ou desembaraço podem comprometer margens já pressionadas.

Além disso, o foco majoritário no mercado interno (67%) evidencia uma postura mais conservadora, mas abre espaço para empresas mais preparadas explorarem oportunidades no mercado externo com vantagem competitiva.

O cenário reforça uma mudança de paradigma: não basta operar, é preciso operar com inteligência. Em um ambiente de restrição de investimentos, eficiência logística, planejamento estratégico e capacidade de adaptação tornam-se os principais vetores de crescimento sustentável no comércio internacional.

“Rumores de greve dos caminhoneiros azedam mercados na véspera do Copom”

Publicado: 17/03/2026

Rumores de greve dos caminhoneiros azedam mercados na véspera do Copom
Prédio do Banco Central em Brasília • 11/06/2024 - REUTERS/Adriano Machado

Risco de paralisação no transporte rodoviário expõe vulnerabilidades críticas e pressiona a previsibilidade logística no Brasil

🚢 Os rumores de uma possível greve de caminhoneiros no Brasil reacendem um alerta estratégico para toda a cadeia de comércio exterior. Em um país altamente dependente do modal rodoviário, qualquer sinal de paralisação impacta diretamente o fluxo de cargas — especialmente no eixo logístico que conecta o interior ao Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu.

Para o Vale do Itajaí, o cenário é ainda mais sensível. A região, que opera com alto volume de importação e exportação, pode enfrentar gargalos imediatos no transporte de contêineres, atrasos em embarques e aumento nos custos operacionais. O efeito cascata atinge desde a coleta na origem até a entrega no destino final, comprometendo prazos e contratos internacionais.

Além do impacto físico, o mercado financeiro já sinaliza instabilidade: volatilidade nos juros, pressão inflacionária e incertezas sobre o custo do frete — fatores que influenciam diretamente o planejamento logístico e a formação de preços no comércio exterior.

A insatisfação da categoria, impulsionada pelo aumento do diesel e pela ineficácia de medidas compensatórias, reforça um ambiente de risco que exige respostas rápidas e estruturadas das empresas. Nesse contexto, a capacidade de adaptação, diversificação de rotas e gestão proativa tornam-se essenciais.

Na prática, o episódio evidencia a importância de estratégias logísticas resilientes, com planejamento antecipado e parceiros preparados para cenários de ruptura. Em um ambiente onde minutos podem representar perdas significativas, antecipar riscos não é apenas prudência — é vantagem competitiva.

“Caminhoneiros de SC decidem aderir à greve nacional após alta do diesel”

Publicado: 17/03/2026

Caminhoneiros de SC decidem aderir à greve nacional após alta do diesel
Greve dos camihoneiros está prevista para iniciar oficialmente nesta quinta-feira (19), a partir das 13h Foto: Reprodução/ND Mais

Greve no litoral catarinense ameaça travar fluxos portuários e exige respostas logísticas imediatas para evitar rupturas

🚢 A adesão de caminhoneiros de Santa Catarina à greve nacional, com mobilizações iniciadas em Itajaí e região, acende um alerta crítico para toda a cadeia de comércio exterior. A paralisação, impulsionada pelo aumento do diesel e pela defasagem no valor do frete, atinge diretamente o principal elo logístico entre indústrias e portos.

No Vale do Itajaí, o impacto é imediato sobre o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, com risco de interrupções no transporte de contêineres, atrasos em embarques e comprometimento de prazos contratuais internacionais. A integração do movimento com outros polos estratégicos como Santos, Paranaguá e Rio Grande amplia o efeito sistêmico da paralisação.

A possível elevação de até 12% no frete rodoviário adiciona pressão direta sobre os custos logísticos, afetando a competitividade das exportações e encarecendo operações de importação. Além disso, a redução de atividades por parte de transportadores já sinaliza uma desaceleração operacional em curso.

Para empresas que operam no comércio exterior, o cenário exige ação imediata: revisão de cronogramas, antecipação de embarques e reconfiguração de rotas tornam-se medidas essenciais para mitigar riscos. A previsibilidade, nesse contexto, passa a ser um ativo estratégico.

O episódio reforça uma realidade incontornável: a dependência do modal rodoviário no Brasil ainda é um ponto de vulnerabilidade. Empresas que estruturam operações com inteligência logística, diversificação e capacidade de resposta rápida conseguem transformar cenários críticos em vantagem competitiva sustentável.

“Fapesc apresenta oportunidades de fomento internacional com a União Europeia para pesquisadores e empreendedores de SC”

Publicado: 17/03/2026

Fapesc apresenta oportunidades de fomento internacional com a União Europeia para pesquisadores e empreendedores de SC
Evento organizado pela Fapesc ocorrerá em abril em Criciúma e Blumenau. O público terá acesso a informações sobre programa Horizonte Europa, que disponibiliza € 95 bilhões em fomento – Foto: Milena Nandi/Arquivo Fapesc

Conexões com a União Europeia destravam capital e inovação — e reposicionam SC no mapa global da competitividade

🌍 Santa Catarina acelera sua inserção no ecossistema global de inovação ao se conectar diretamente com a União Europeia por meio de iniciativas lideradas pela Fapesc. A 4ª Expedição SC–UE apresenta ao setor produtivo acesso estratégico ao programa Horizonte Europa, que disponibiliza mais de €95 bilhões em fomento até 2027.

No Vale do Itajaí — especialmente em polos como Blumenau — o impacto é direto: empresas com atuação em importação e exportação passam a ter acesso a recursos, parcerias tecnológicas e inteligência aplicada para elevar o nível de suas operações e produtos.

A aproximação com centros europeus de inovação cria oportunidades para desenvolvimento de soluções avançadas em logística, rastreabilidade, sustentabilidade e digitalização — pilares cada vez mais exigidos nas cadeias globais de suprimento.

Para o comércio exterior, isso significa mais do que financiamento: trata-se de uma alavanca para ganho de competitividade internacional, redução de gaps tecnológicos e adaptação a padrões regulatórios mais sofisticados, especialmente em mercados europeus.

Além disso, o fortalecimento das conexões institucionais amplia o acesso a redes estratégicas, facilitando a inserção de empresas catarinenses em projetos colaborativos de escala global — um diferencial relevante para exportadores que buscam posicionamento premium.

Esse movimento sinaliza uma transformação estrutural: inovação financiada e integrada à estratégia de negócios passa a ser vetor crítico para expansão internacional. Empresas que capturam essas oportunidades saem na frente, operando com mais inteligência, previsibilidade e aderência às exigências globais.

“Tecnologia e capacitação elevam a produtividade do mel em SC e ampliam o potencial exportador do agronegócio catarinense”

Publicado: 17/03/2026

Secretaria da Agricultura e Epagri investem na qualificação da apicultura catarinense
Foto: Divulgação/Epagri

Tecnologia e capacitação elevam a produtividade do mel em SC e ampliam o potencial exportador do agronegócio catarinense

📦 Santa Catarina consolida sua posição de destaque nacional na produção de mel ao investir fortemente em capacitação e tecnologia aplicada à apicultura. A iniciativa liderada pela Epagri, em parceria com a Secretaria de Agricultura, impulsiona a produtividade estadual para 45,03 kg/km² — muito acima da média brasileira.

Para o comércio exterior, especialmente no Vale do Itajaí e no Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, o avanço representa uma oportunidade concreta de ampliação das exportações de produtos de alto valor agregado, com maior padronização, qualidade e competitividade internacional.

A implantação das Unidades de Referência Tecnológica (URTs) acelera a disseminação de boas práticas, promovendo ganhos em escala, eficiência produtiva e sustentabilidade — fatores essenciais para atender mercados externos cada vez mais exigentes em rastreabilidade e compliance ambiental.

Além disso, a profissionalização da cadeia produtiva fortalece a previsibilidade de oferta, elemento-chave para operações logísticas mais estruturadas e contratos internacionais de longo prazo. Isso reduz riscos e melhora o posicionamento dos exportadores catarinenses.

Na prática, o movimento reforça a conexão entre inovação no campo e performance logística: quanto mais eficiente e qualificada a produção, maior a necessidade de operações de exportação ágeis, seguras e bem planejadas.

Esse avanço evidencia um ponto estratégico: o crescimento do agronegócio catarinense passa, inevitavelmente, pela integração entre tecnologia, produção e logística internacional — um cenário onde eficiência operacional e inteligência de mercado se tornam decisivas para escalar resultados globais.

“Porto de Imbituba registra primeira DUIMP”

Publicado: 19/03/2026

Tecnologia e capacitação elevam a produtividade do mel em SC e ampliam o potencial exportador do agronegócio catarinense

📦 Santa Catarina consolida sua posição de destaque nacional na produção de mel ao investir fortemente em capacitação e tecnologia aplicada à apicultura. A iniciativa liderada pela Epagri, em parceria com a Secretaria de Agricultura, impulsiona a produtividade estadual para 45,03 kg/km² — muito acima da média brasileira.

Para o comércio exterior, especialmente no Vale do Itajaí e no Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, o avanço representa uma oportunidade concreta de ampliação das exportações de produtos de alto valor agregado, com maior padronização, qualidade e competitividade internacional.

A implantação das Unidades de Referência Tecnológica (URTs) acelera a disseminação de boas práticas, promovendo ganhos em escala, eficiência produtiva e sustentabilidade — fatores essenciais para atender mercados externos cada vez mais exigentes em rastreabilidade e compliance ambiental.

Além disso, a profissionalização da cadeia produtiva fortalece a previsibilidade de oferta, elemento-chave para operações logísticas mais estruturadas e contratos internacionais de longo prazo. Isso reduz riscos e melhora o posicionamento dos exportadores catarinenses.

Na prática, o movimento reforça a conexão entre inovação no campo e performance logística: quanto mais eficiente e qualificada a produção, maior a necessidade de operações de exportação ágeis, seguras e bem planejadas.

Esse avanço evidencia um ponto estratégico: o crescimento do agronegócio catarinense passa, inevitavelmente, pela integração entre tecnologia, produção e logística internacional — um cenário onde eficiência operacional e inteligência de mercado se tornam decisivas para escalar resultados globais.

“Porto de Itajaí avança na internacionalização e amplia oportunidades no Comércio Exterior”

Publicado: 19/03/2026

Internacionalização acelerada posiciona Itajaí como hub estratégico para novas rotas e expansão das exportações catarinense

🚢 O Porto de Itajaí avança de forma consistente na sua inserção global, consolidando-se como um dos principais vetores logísticos do Sul do Brasil e ampliando sua relevância no comércio exterior. A participação em missões internacionais estratégicas — com agendas na Índia, Coreia do Sul e Itália — reforça o movimento de abertura de mercados e atração de investimentos, diretamente conectados à competitividade das empresas da região do Vale do Itajaí.

A articulação com parceiros institucionais, como ApexBrasil e Sebrae, evidencia uma estratégia coordenada para impulsionar exportações com maior valor agregado, destacando produtos catarinenses no cenário global. Um dos principais avanços foi a negociação para acesso da banana catarinense ao mercado europeu, ampliando o portfólio exportador e gerando novas oportunidades logísticas.

Esse movimento tende a aumentar o fluxo de cargas no complexo portuário, exigindo operações mais eficientes, previsíveis e integradas — fatores críticos para importadores e exportadores que buscam escala e performance.

Além disso, a diversificação de mercados reduz riscos comerciais e fortalece a resiliência das cadeias de suprimentos, especialmente em um cenário global dinâmico e competitivo. Para gestores de logística, isso representa uma janela estratégica para reposicionar rotas, otimizar custos e explorar novos destinos.

O Porto de Itajaí se projeta, assim, como um hub logístico cada vez mais conectado, tecnológico e alinhado às demandas do comércio internacional moderno. Nesse contexto, operar com inteligência, compliance e visão estratégica deixa de ser diferencial e passa a ser requisito para capturar as oportunidades que estão sendo abertas agora.

“Como a MBRF se antecipou à guerra e blindou suas operações no Oriente Médio”

Publicado: 19/03/2026

Como a MBRF se antecipou à guerra e blindou suas operações no Oriente Médio
MBRF: “Foi um ano de receita líquida recorde, com resultados históricos. Mesmo sendo um ano extremamente desafiador, a empresa conseguiu obter uma performance de todas as formas”, disse o CEO Miguel Gularte. (Germano Lüders/Divulgação)

Internacionalização acelerada posiciona Itajaí como hub estratégico para novas rotas e expansão das exportações catarinense

🚢 O Porto de Itajaí avança de forma consistente na sua inserção global, consolidando-se como um dos principais vetores logísticos do Sul do Brasil e ampliando sua relevância no comércio exterior. A participação em missões internacionais estratégicas — com agendas na Índia, Coreia do Sul e Itália — reforça o movimento de abertura de mercados e atração de investimentos, diretamente conectados à competitividade das empresas da região do Vale do Itajaí.

A articulação com parceiros institucionais, como ApexBrasil e Sebrae, evidencia uma estratégia coordenada para impulsionar exportações com maior valor agregado, destacando produtos catarinenses no cenário global. Um dos principais avanços foi a negociação para acesso da banana catarinense ao mercado europeu, ampliando o portfólio exportador e gerando novas oportunidades logísticas.

Esse movimento tende a aumentar o fluxo de cargas no complexo portuário, exigindo operações mais eficientes, previsíveis e integradas — fatores críticos para importadores e exportadores que buscam escala e performance.

Além disso, a diversificação de mercados reduz riscos comerciais e fortalece a resiliência das cadeias de suprimentos, especialmente em um cenário global dinâmico e competitivo. Para gestores de logística, isso representa uma janela estratégica para reposicionar rotas, otimizar custos e explorar novos destinos.

O Porto de Itajaí se projeta, assim, como um hub logístico cada vez mais conectado, tecnológico e alinhado às demandas do comércio internacional moderno. Nesse contexto, operar com inteligência, compliance e visão estratégica deixa de ser diferencial e passa a ser requisito para capturar as oportunidades que estão sendo abertas agora.

“Missão a Itália: Portos Europeus servem como referência para Itajaí”

Publicado: 19/03/2026

Benchmark global acelera a transformação de Itajaí em um porto mais eficiente, automatizado e competitivo no cenário internacional.

🚢 O Porto de Itajaí dá um passo estratégico rumo à excelência logística ao buscar referências nos principais hubs portuários da Europa, reforçando sua ambição de operar em padrões globais de eficiência e inovação. A missão técnica à Itália conectou o complexo do Vale do Itajaí a modelos consagrados como Gioia Tauro, Gênova e Vado Gateway, reconhecidos por alta automação, integração logística e capacidade operacional.

Esse movimento não é apenas institucional — ele tem impacto direto na competitividade das operações de importação e exportação da região. A incorporação de boas práticas internacionais tende a elevar o nível de produtividade portuária, reduzir gargalos operacionais e aumentar a previsibilidade logística, fatores críticos para empresas que operam com cadeias globais cada vez mais exigentes.

Para o ecossistema logístico catarinense, especialmente no Vale do Itajaí, a evolução do porto significa maior capacidade de جذب de cargas, otimização de fluxos e potencial redução de custos operacionais no médio e longo prazo. A automação e a digitalização observadas nos portos europeus indicam o caminho para operações mais ágeis e integradas.

Além disso, o fortalecimento da internacionalização posiciona Itajaí de forma mais competitiva frente a outros hubs logísticos do Brasil, ampliando conexões comerciais e criando novas oportunidades de mercado para exportadores locais.

O recado é claro: o futuro do comércio exterior passa por eficiência operacional, tecnologia aplicada e visão global. Empresas que anteciparem esse movimento e estruturarem suas operações com inteligência logística estarão melhor posicionadas para capturar valor nesse novo cenário.

“Estimativa do PIB catarinense aponta crescimento de 3,9% em 2025”

Publicado: 19/03/2026

Estimativa do PIB catarinense aponta crescimento de 3,9% em 2025
Foto: Eduardo Valente/GOVSC

Crescimento acima da média nacional reposiciona Santa Catarina como motor estratégico para expansão logística e ganhos de escala no comércio exterior

🌍 Santa Catarina projeta um crescimento de 3,9% no PIB em 2025, superando com folga a média nacional de 2,3% e consolidando um ambiente econômico altamente favorável para o avanço das operações de comércio exterior. Com um PIB estimado em R$ 604,1 bilhões, o estado reforça sua relevância como hub produtivo e logístico no Sul do Brasil, especialmente no eixo estratégico do Vale do Itajaí.

O desempenho robusto da indústria de transformação — com alta de 3,2% frente à retração nacional — sinaliza maior geração de cargas e intensificação dos fluxos de importação de insumos e exportação de produtos industrializados. Setores como metalurgia, máquinas, alimentos e materiais elétricos ampliam sua participação, elevando a complexidade e o valor agregado das operações logísticas.

No agronegócio, o crescimento expressivo de 12,9% impulsiona diretamente as exportações, com destaque para proteínas animais e grãos, fortalecendo a demanda por infraestrutura portuária eficiente e soluções integradas de escoamento. Esse movimento impacta diretamente o dinamismo dos portos catarinenses, incluindo o complexo do Vale do Itajaí.

Já o setor de serviços, com expansão de 3,2%, reforça a base de suporte às operações logísticas, ampliando a capacidade de gestão, tecnologia e integração das cadeias de suprimento.

Para gestores de logística, o cenário é claro: mais crescimento significa maior pressão por eficiência, previsibilidade e inteligência operacional. Empresas que estruturarem suas operações com visão estratégica e alinhamento às tendências do estado estarão melhor posicionadas para capturar oportunidades e mitigar riscos.

Santa Catarina não apenas cresce — ela redefine o padrão de competitividade regional, exigindo parceiros logísticos preparados para operar em alta performance e transformar complexidade em vantagem competitiva.

“Estrada Boa: obras na SC-451 avançam e atingem 40% de execução entre Frei Rogério e Fraiburgo”

Publicado: 19/03/2026

Estrada Boa: obras na SC-451 avançam e atingem 40% de execução entre Frei Rogério e Fraiburgo
Obra recebe investimentos superiores a R$ 71 milhões para impulsionar o desenvolvimento do Meio-Oeste catarinense

Nova rodovia acelera fluxos logísticos no interior e reposiciona cadeias produtivas com ganhos diretos em custo e eficiência

🚛 O avanço das obras da SC-451, já com 40% de execução e mais de R$ 71 milhões investidos, representa um salto estrutural para a logística do Meio-Oeste catarinense, com reflexos diretos nas operações de comércio exterior. A conexão entre Frei Rogério e Fraiburgo fortalece corredores estratégicos de escoamento, especialmente para cadeias do agronegócio e da indústria madeireira.

Embora fora do eixo imediato do Vale do Itajaí, o impacto é direto: a melhoria da malha rodoviária amplia a eficiência no transporte de cargas rumo aos principais portos catarinenses, reduzindo lead time, custos operacionais e riscos logísticos. Isso se traduz em maior competitividade para exportadores que dependem de previsibilidade e agilidade no acesso aos terminais portuários.

A pavimentação de 17,5 km elimina gargalos históricos, melhora a segurança viária e cria um fluxo mais estável para o transporte terrestre — elo crítico entre produção e exportação. Em um cenário onde cada hora impacta o custo logístico, essa evolução representa ganho real de performance para toda a cadeia.

Além disso, o programa Estrada Boa reforça uma agenda consistente de infraestrutura no estado, conectando regiões produtivas ao litoral e consolidando Santa Catarina como um hub logístico altamente eficiente no cenário nacional.

Para gestores de logística, o recado é estratégico: infraestrutura não é apenas suporte — é vantagem competitiva. Operar com inteligência sobre essas novas rotas e antecipar ganhos de eficiência será determinante para capturar valor em um ambiente cada vez mais orientado por performance e integração logística.

“Governo endurece cumprimento de frete mínimo e busca redução de ICMS com Estados para evitar greve de caminhoneiros”

Publicado: 19/03/2026

Governo endurece cumprimento de frete mínimo e busca redução de ICMS com Estados para evitar greve de caminhoneiros
Reuters Caminhões transportando soja aguardam para descarregar carga no porto de MirititubaLeia mais em: https://forbes.com.br/forbes-money/2026/03/governo-endurece-cumprimento-de-frete-minimo-e-busca-reducao-de-icms-com-estados-para-evitar-greve-de-caminhoneiros/

Fiscalização digital, pressão regulatória e custo energético redesenham o transporte rodoviário — e exigem estratégias logísticas mais inteligentes para proteger margens e prazos

🚢 O governo federal intensificou o controle sobre o frete rodoviário no Brasil, com fiscalização eletrônica massiva via ANTT e penalidades severas para empresas que descumprirem o piso mínimo — incluindo a suspensão do direito de contratar transporte. O movimento ocorre em paralelo à tentativa de conter uma possível greve de caminhoneiros, impulsionada pela alta expressiva do diesel, que já acumula aumentos superiores a 18% nas últimas semanas, pressionado por tensões geopolíticas globais.

Para operações no Sul do país, especialmente no Vale do Itajaí/SC — um dos principais hubs logísticos e portuários do Brasil — o impacto é direto: aumento no custo do transporte interno, maior rigor contratual e risco de instabilidade no fluxo de cargas entre portos, centros de distribuição e indústrias. Cadeias que dependem de previsibilidade, como importação de insumos industriais e exportação de produtos de alto giro, tendem a sentir rapidamente os efeitos dessa nova dinâmica.

A possível redução temporária do ICMS sobre o diesel surge como alívio tático, mas traz consigo incertezas regulatórias que exigem leitura estratégica. Ao mesmo tempo, o avanço da fiscalização digital eleva o nível de compliance exigido nas operações logísticas, tornando a governança de frete um diferencial competitivo.

Nesse cenário, empresas que operam no comércio exterior precisam ir além da execução: é fundamental integrar inteligência logística, análise de risco e gestão ativa de custos para manter competitividade. A adaptação rápida a mudanças regulatórias, aliada a uma malha logística resiliente, passa a ser decisiva para evitar rupturas e capturar oportunidades mesmo em ambientes de alta volatilidade.

O momento não é apenas de atenção — é de reposicionamento estratégico para quem busca eficiência, previsibilidade e vantagem operacional em um mercado cada vez mais dinâmico.

[NEWS]COMEX

Balança Comercial

Atualizado em 05/03/2026

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26,3 22,1 48,4 + 4,2
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