[NEWS]COMEX - Week 13 | 2026

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“MP do frete eleva custo e coloca operações em risco, avalia indústria”

Publicado: 20/03/2026

MP do frete eleva custo e coloca operações em risco, avalia indústria
Foto: Gilberto Sousa/CNI

Pressão regulatória e alta do diesel redesenham o custo logístico — empresas que anteciparem ajustes ganham vantagem competitiva imediata.

🚢 Em um cenário global tensionado por conflitos no Oriente Médio, a edição da MP 1.343/2026 adiciona uma nova camada de complexidade ao transporte rodoviário — eixo dominante da matriz logística brasileira e altamente relevante para o fluxo de cargas no Sul do país. Em Santa Catarina, especialmente no Vale do Itajaí, onde a integração entre portos, indústrias e transporte terrestre sustenta a competitividade regional, o impacto é direto e imediato.

A elevação do diesel — responsável por até 40% do custo logístico — pressiona o frete e compromete a previsibilidade operacional, enquanto o endurecimento das regras, com multas que podem chegar a R$ 10 milhões e sanções operacionais severas, eleva o risco jurídico e financeiro para embarcadores e transportadores. A obrigatoriedade do CIOT com validação rígida e o bloqueio sistêmico pela ANTT ampliam o nível de controle, exigindo maior governança nas operações.

Para empresas que operam com importação e exportação via os portos catarinenses, esse cenário redefine estratégias: custos mais altos, menor flexibilidade na negociação de fretes e maior necessidade de compliance logístico. A crítica da indústria, liderada por CNI e FIESC, aponta para um desalinhamento entre regulação e realidade operacional — fator que pode comprometer a inserção do Brasil nas cadeias globais de valor.

Nesse ambiente, eficiência não é mais diferencial — é pré-requisito. A capacidade de integrar inteligência logística, gestão de risco e leitura estratégica do cenário regulatório passa a determinar quem mantém margem e competitividade. Em um mercado cada vez mais sensível a variações de custo e tempo, decisões orientadas por dados e parceiros com visão global tornam-se decisivas para sustentar operações resilientes e escaláveis.

“Porto de Itajaí cresce 59% em fevereiro e ultrapassa 452 mil toneladas movimentadas”

Publicado: 23/03/2026

Retomada acelerada em Itajaí reposiciona o porto como hub estratégico — mais volume, mais eficiência e novas oportunidades para escalar operações.

🚢 O Porto de Itajaí inicia 2026 com um crescimento expressivo de 59% na movimentação de cargas em fevereiro, ultrapassando 452 mil toneladas — um indicador claro de retomada consistente e fortalecimento logístico no principal eixo portuário do Vale do Itajaí. O avanço reflete não apenas aumento de demanda, mas também ganhos concretos em eficiência operacional e capacidade de جذب de novas cargas.

No segmento de contêineres, a movimentação de mais de 42 mil TEUs no mês reforça o dinamismo das operações e sinaliza maior fluidez nas cadeias de importação e exportação. Para empresas que operam na região, isso se traduz em melhores condições logísticas, maior disponibilidade de janelas operacionais e redução de gargalos.

O acumulado de mais de 858 mil toneladas no ano consolida uma trajetória de crescimento sustentável, impulsionada pela retomada de linhas marítimas e pela integração estratégica com corredores logísticos do Sul do Brasil. Esse movimento fortalece o posicionamento de Itajaí como um hub competitivo no cenário nacional e internacional.

Para o ecossistema logístico do Vale do Itajaí, o impacto é direto: maior previsibilidade, ganho de escala e potencial redução de custos operacionais — fatores decisivos para empresas que buscam eficiência e agilidade no comércio exterior.

Além disso, o avanço do porto amplia sua atratividade para novos fluxos internacionais, criando oportunidades para diversificação de rotas e expansão de mercados atendidos.

Para gestores de logística, o cenário é claro: operar conectado a um porto em expansão consistente é um diferencial competitivo relevante. Em um mercado onde capacidade, eficiência e timing definem resultados, acompanhar e integrar esse crescimento à estratégia logística é o que permite capturar valor real nas operações internacionais.

O Porto de Itajaí não apenas cresce — ele reposiciona toda a cadeia ao seu redor.

“Projetos liderados por Santa Catarina serão levados a congresso brasileiro de inovação”

Publicado: 23/03/2026

Projetos liderados por Santa Catarina serão levados a congresso brasileiro de inovação
Catarina A-2 tem dimensões de cerca de 10cm x 10cm X 34cm, similar a uma caixa de sapato. Foto: Nathalia Barros

Inovação aplicada ganha escala em SC e antecipa uma nova logística — mais inteligente, rastreável e orientada por dados.

🌍 Santa Catarina reforça seu protagonismo tecnológico ao levar projetos de ponta ao Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria — um movimento que impacta diretamente a eficiência e a inteligência das cadeias logísticas. Com soluções que envolvem inteligência artificial, dados satelitais, hidrogênio verde e robótica avançada, o estado acelera a transformação de setores estratégicos que sustentam o comércio exterior.

Para o Vale do Itajaí, onde a integração entre indústria, portos e operações internacionais é intensa, essas tecnologias representam ganhos concretos. O uso de sensoriamento remoto e plataformas de dados geoespaciais amplia a capacidade de prever riscos climáticos, otimizar rotas e melhorar a gestão de ativos logísticos — fatores críticos para operações de importação e exportação mais seguras e eficientes.

Projetos como o nanossatélite Catarina A2 e soluções de monitoramento agrícola com IA elevam o nível de previsibilidade na produção e no abastecimento, impactando diretamente o planejamento de embarques e a consistência das exportações. Já iniciativas voltadas à rastreabilidade ambiental e descarbonização atendem a uma demanda crescente do mercado global por cadeias mais transparentes e sustentáveis.

Na indústria, a aplicação de robótica avançada e manufatura digital reduz custos operacionais, aumenta produtividade e diminui riscos — refletindo em maior competitividade para empresas que operam no cenário internacional. A substituição de estoques físicos por bibliotecas digitais, por exemplo, redefine a lógica de supply chain, tornando-a mais ágil e escalável.

Esse avanço posiciona Santa Catarina como um hub de inovação conectado às exigências globais, onde tecnologia e logística operam de forma integrada. Para gestores de comércio exterior, o recado é claro: decisões baseadas em dados e adoção de soluções tecnológicas já não são tendência — são condição para competir.

Em um ambiente cada vez mais dinâmico e exigente, transformar inovação em eficiência operacional é o que diferencia operações tradicionais de operações preparadas para o futuro.

“Estrada Boa: obras de implantação das áreas de escape na Serra Dona Francisca chegam a 75%”

Publicado: 24/03/2026

Estrada Boa: obras de implantação das áreas de escape na Serra Dona Francisca chegam a 75%
Foto: Divulgação / SIE

Infraestrutura inteligente avança em SC e reduz risco logístico — segurança operacional passa a ser vetor direto de competitividade no Sul.

🚛 A evolução das obras na SC-418, na Serra Dona Francisca — já com 75% de execução — marca um avanço estratégico para a logística catarinense, especialmente para o eixo industrial de Joinville e sua conexão com o complexo portuário do Vale do Itajaí. A implantação das primeiras áreas de escape da malha estadual reposiciona a rodovia como um corredor mais seguro e confiável para o transporte de cargas, principalmente em operações com veículos pesados.

A região, que concentra alto volume de fluxos entre indústria, portos e centros de distribuição, historicamente enfrenta gargalos operacionais em trechos de serra, com impacto direto em prazos, custos e gestão de risco. Com a nova infraestrutura, o cenário começa a mudar: redução de acidentes críticos, maior previsibilidade nas operações e mitigação de perdas logísticas associadas a sinistros.

Os dispositivos de desaceleração emergencial — posicionados em pontos estratégicos — atuam diretamente na proteção de cargas e na integridade da cadeia logística, fator decisivo para empresas que operam com importação e exportação via Santa Catarina. A melhoria na segurança viária também tende a reduzir custos indiretos, como seguros e contingências operacionais, elevando a eficiência sistêmica.

Além disso, o avanço dentro do cronograma, com previsão de entrega já para junho de 2026, reforça a agenda de modernização da infraestrutura estadual — elemento-chave para sustentar o crescimento das operações no Sul do Brasil e fortalecer a competitividade regional no comércio internacional.

Para gestores de logística, o movimento é claro: infraestrutura mais robusta significa operações mais estáveis, maior controle sobre lead times e ganhos reais de performance. Em um ambiente onde cada variável impacta o resultado final, antecipar essas mudanças e integrá-las à estratégia logística é o que diferencia operações comuns de operações de alta performance.

“Epagri de Lages recebe novos equipamentos para impulsionar pesquisa agropecuária”

Publicado: 24/03/2026

Epagri de Lages recebe novos equipamentos para impulsionar pesquisa agropecuária
Presidente da Epagri, Dirceu Leite, falou dos benefícios dos equipamentos para a agropecuária catarinense (Fotos: Pablo Gomes/Epagri)

Inovação no agro catarinense acelera produtividade e reposiciona a cadeia exportadora com ganhos reais de escala e eficiência.

🌍 O reforço tecnológico na Estação Experimental da Epagri em Lages sinaliza um movimento estratégico que ultrapassa o campo e impacta diretamente a competitividade do comércio exterior catarinense. Com investimento de R$ 1,3 milhão em novos equipamentos, Santa Catarina fortalece sua base produtiva agropecuária — um dos pilares que sustentam o fluxo de exportações via o eixo logístico do Vale do Itajaí.

A modernização da estrutura de pesquisa, voltada especialmente à pecuária de corte, amplia a capacidade de geração de tecnologias aplicadas, como novos cultivares e sistemas de manejo mais eficientes. O resultado é direto: aumento de produtividade com redução de custos — variável crítica para empresas que competem no mercado internacional.

Esse avanço técnico no interior do estado reverbera na cadeia logística como um todo. Mais eficiência no campo significa maior previsibilidade de oferta, melhor planejamento de embarques e maior consistência nos volumes exportados pelos portos catarinenses. Para operações que passam pelo Vale do Itajaí, isso representa ganho operacional e redução de riscos associados à sazonalidade e variações produtivas.

Além disso, o investimento contínuo — que já soma mais de R$ 90 milhões nos últimos anos — evidencia uma estratégia clara de posicionamento: integrar ciência, tecnologia e produção para sustentar crescimento de longo prazo. Essa abordagem fortalece Santa Catarina como player relevante nas cadeias globais, especialmente no segmento agro.

Para gestores de logística e comércio exterior, o sinal é inequívoco: cadeias mais tecnológicas exigem operações mais inteligentes. Integrar dados, antecipar movimentos de mercado e alinhar supply chain à evolução produtiva são fatores determinantes para capturar valor nesse novo cenário.

Em um ambiente onde eficiência começa na origem, conectar produção, logística e mercado internacional deixa de ser diferencial — passa a ser estratégia central para escalar resultados com segurança e consistência.

“Aurora adota carreta que carrega volume refrigerado 14% maior que o padrão”

Publicado: 24/03/2026

Aurora adota carreta que carrega volume refrigerado 14% maior que o padrão
Com a nova carreta, a cada sete deslocamentos, um deixa de ser necessário, o que diminui os custos logísticos e o consumo de combustível. Foto: Divulgação/Aurora Coop

Mais carga por viagem redefine eficiência no transporte refrigerado — menos custo, mais competitividade na cadeia exportadora.

📦 A adoção de carretas frigoríficas com capacidade ampliada pela Aurora Coop inaugura um novo padrão de eficiência logística no Brasil — com impacto direto nas operações que conectam produção ao mercado internacional. O modelo, que comporta 32 pallets (14,2% a mais que o padrão), reduz o número de viagens e otimiza o uso de recursos, trazendo ganhos relevantes para cadeias que dependem de transporte refrigerado.

Para Santa Catarina, especialmente o Vale do Itajaí — um dos principais corredores de exportação de proteína animal do país — essa inovação representa avanço estratégico. Menos viagens significam redução de custos logísticos, menor consumo de combustível e maior previsibilidade nas entregas aos portos, fortalecendo a competitividade das exportações catarinenses.

A iniciativa também evidencia um ponto crítico para o comércio exterior: eficiência logística começa no detalhe operacional. A adaptação do modelo às condições brasileiras, incluindo ajustes na armazenagem, no carregamento e na manutenção da cadeia de frio, demonstra maturidade técnica e foco em performance ponta a ponta.

Além disso, o impacto vai além do transporte. A redução de deslocamentos contribui para menor emissão de carbono e maior sustentabilidade — um diferencial cada vez mais valorizado por mercados internacionais, especialmente na Europa e na Ásia.

Para gestores de logística, o movimento sinaliza uma mudança clara: inovação aplicada ao transporte não é apenas ganho incremental — é reposicionamento competitivo. Operações mais enxutas, inteligentes e integradas são determinantes para manter margem e escalar resultados no cenário global.

Em um ambiente onde cada quilômetro impacta o resultado final, soluções que aumentam capacidade e reduzem custo elevam o nível da operação — e criam novas possibilidades para quem está preparado para evoluir junto com a logística.

“Aeroportos de Santa Catarina são escolhidos como os melhores do Brasil”

Publicado: 24/03/2026

Aeroportos de Santa Catarina são escolhidos como os melhores do Brasil
Foto: Divulgação/SPAF

Excelência aeroportuária em SC eleva o padrão logístico e abre novas oportunidades para operações mais ágeis e competitivas no comércio internacional.

✈️ O reconhecimento dos aeroportos de Santa Catarina como os melhores do Brasil reforça um ativo estratégico cada vez mais relevante para o comércio exterior: infraestrutura aérea de alta performance integrada à cadeia logística. Com destaque para Florianópolis — eleito pela sexta vez consecutiva como o melhor do país — e Joinville como referência regional, o estado consolida um ambiente propício para operações mais rápidas, previsíveis e eficientes.
Para o ecossistema logístico do Vale do Itajaí, esse avanço vai além da aviação: ele complementa a operação portuária, criando uma sinergia entre modais que amplia a capacidade de resposta das empresas em cenários de urgência, alto valor agregado ou cadeias sensíveis ao tempo. A integração entre aeroportos eficientes e portos estratégicos posiciona Santa Catarina como um hub logístico diferenciado no Brasil.
Na prática, isso significa maior competitividade para importadores e exportadores que operam na região. Redução de lead time, maior confiabilidade nas operações e melhoria na experiência logística são fatores críticos, especialmente em segmentos como tecnologia, saúde, automotivo e cargas prioritárias.
Além disso, o modelo de gestão que combina eficiência privada com diretrizes públicas assertivas demonstra maturidade institucional — um diferencial que impacta diretamente a segurança operacional e a atratividade do estado para investimentos internacionais.
Para líderes de logística, o movimento é claro: diversificar modais com inteligência e aproveitar infraestruturas de alto padrão não é mais opcional — é estratégia. Em um cenário onde velocidade e precisão definem resultados, operar conectado a hubs logísticos de excelência transforma a cadeia como um todo.
Santa Catarina avança não apenas em infraestrutura, mas em posicionamento global — e quem souber integrar essas vantagens à sua operação estará um passo à frente no mercado internacional.

“Floripa Airport conquista o título nacional pela sexta vez consecutiva”

Publicado: 25/03/2026

Entes os aspectos mais bem avaliados em Florianópolis estão os serviços relacionados ao ambiente aeroportuário. Foto: Ricardo Wolfeenbuttel/Floripa Airport

Alta performance aeroportuária em SC redefine padrões logísticos e cria vantagem competitiva real para operações internacionais mais ágeis.

✈️ A consolidação do Aeroporto Internacional de Florianópolis como o melhor do Brasil pela sexta vez consecutiva não é apenas um reconhecimento — é um indicador direto da maturidade logística de Santa Catarina. Com nota média de 4,75 e liderança em 12 dos 20 indicadores avaliados, o terminal eleva o padrão de eficiência operacional em um estado que já se destaca pela integração entre modais.

Para o Vale do Itajaí, esse avanço é estratégico. A proximidade com um hub aéreo de alta performance amplia a capacidade das empresas de operarem com agilidade em cadeias sensíveis ao tempo, como cargas urgentes, produtos de alto valor agregado e operações just-in-time. O resultado é redução de lead time e maior previsibilidade — fatores críticos para competitividade global.

O crescimento do aeroporto, que ultrapassou a marca de 5 milhões de passageiros e evoluiu de categoria, demonstra escalabilidade com manutenção de qualidade — um diferencial raro em infraestrutura logística. Isso se traduz em maior confiabilidade para operações de importação e exportação que dependem de precisão e fluidez nos processos.

Além disso, o desempenho consistente em áreas como segurança, processos migratórios e ambiente operacional reforça a eficiência sistêmica do terminal, reduzindo fricções e otimizando a jornada logística como um todo. Em um cenário onde cada etapa impacta o custo final, essa excelência se converte em vantagem competitiva tangível.

Para gestores de logística, o cenário é claro: integrar operações a hubs aeroportuários de alta performance não apenas acelera fluxos — redefine o nível de serviço entregue ao cliente final. Em um mercado orientado por velocidade e confiabilidade, operar conectado a estruturas como Florianópolis é alinhar estratégia à execução de alto nível.

Santa Catarina avança como plataforma logística inteligente, e empresas que capturam essa eficiência com visão estratégica ampliam sua presença e performance no comércio internacional.

“Após MP e resoluções, caminhoneiros descartam paralisação nacional”

Publicado: 25/03/2026

Após MP e resoluções, caminhoneiros descartam paralisação nacional
Foto:REUTERS - Paulo Whitaker

Estabilidade no transporte rodoviário evita ruptura logística — mas novas regras elevam o nível de controle e exigem operações mais estratégicas.

🚛 A suspensão do risco de paralisação nacional dos caminhoneiros traz um alívio imediato para a cadeia logística brasileira, especialmente para regiões altamente dependentes do modal rodoviário, como o Vale do Itajaí/SC. Em um cenário onde portos, indústrias e centros de distribuição operam de forma integrada, a continuidade do transporte garante fluidez nas operações de importação e exportação.

No entanto, o novo ambiente regulatório, impulsionado pela MP 1.343/2026 e pelas resoluções da ANTT, redefine a dinâmica do setor. A obrigatoriedade do cumprimento do piso mínimo de frete, aliada ao bloqueio do CIOT para operações irregulares, aumenta significativamente o nível de fiscalização e controle sobre embarcadores e transportadores.

Na prática, isso significa maior segurança jurídica e redução do risco de interrupções — mas também impõe custos mais elevados e menor flexibilidade na negociação de fretes. Para operações logísticas conectadas aos portos catarinenses, o impacto é direto na formação de preços, no planejamento de embarques e na gestão de margens.

Outro ponto relevante é o avanço na inteligência de fiscalização, com aumento expressivo das operações da ANTT e rastreamento mais rigoroso do fluxo de cargas e recursos financeiros. Esse movimento eleva o padrão de compliance e exige maior governança nas operações logísticas.

Para empresas que atuam no comércio exterior, o cenário exige adaptação rápida: integrar controle operacional, previsibilidade de custos e conformidade regulatória passa a ser essencial para manter competitividade.

A estabilidade conquistada evita um colapso logístico — mas o novo nível de exigência transforma a eficiência em um ativo estratégico. Em um ambiente mais regulado e monitorado, operar com inteligência, transparência e parceiros especializados é o que garante continuidade e performance nas operações internacionais.

“Trump diz que Irã 'tem medo' de admitir que está negociando; Teerã volta a negar conversas com EUA”

Publicado: 25/03/2026

Trump diz que Irã 'tem medo' de admitir que está negociando; Teerã volta a negar conversas com EUA
Trump disse a jornalistas na terça-feira que Irã deu um "presente" aos EUA, mas não especificou o que seria

Tensão no Oriente Médio pressiona energia e frete global — antecipar cenários agora é o que protege margem amanhã.

🌍 A escalada de tensões entre Estados Unidos e Irã, com impactos diretos sobre o Estreito de Ormuz — rota estratégica para cerca de 20% do petróleo global — acende um alerta crítico para o comércio internacional. Mesmo sem confirmação de negociações formais, o aumento da presença militar e a instabilidade geopolítica já refletem na volatilidade dos preços de energia e, consequentemente, no custo logístico global.

Para o Brasil, e especialmente para operações conectadas ao Vale do Itajaí/SC, o efeito é imediato: o diesel, altamente sensível ao petróleo internacional, pressiona o frete rodoviário — principal modal da matriz logística nacional. O resultado é aumento de custos operacionais, impacto direto nas margens e maior complexidade na formação de preços para importação e exportação.

Além disso, eventuais restrições ou instabilidades no fluxo de petróleo podem gerar efeitos em cascata sobre rotas marítimas, disponibilidade de navios e reajustes de fretes internacionais, afetando diretamente a previsibilidade das operações portuárias catarinenses.

Outro ponto crítico é o risco de disrupção nas cadeias globais de suprimentos. Empresas que dependem de insumos importados ou operam com contratos internacionais de longo prazo precisam lidar com variações cambiais, custos energéticos elevados e possíveis atrasos logísticos.

Nesse cenário, a gestão logística deixa de ser apenas operacional e passa a ser altamente estratégica. Monitoramento contínuo de variáveis globais, diversificação de rotas e inteligência na contratação de fretes tornam-se essenciais para mitigar riscos e manter competitividade.

Para líderes de logística, o recado é claro: volatilidade geopolítica exige resposta rápida, dados confiáveis e parceiros preparados para atuar em cenários de alta complexidade. Em um ambiente onde o inesperado redefine custos e prazos, antecipação e estratégia são os ativos mais valiosos da operação.

“SC atrai R$ 2,1 bilhões em investimentos privados e projeta 8 mil novos empregos com apoio do Estado”

Publicado: 26/03/2026

SC atrai R$ 2,1 bilhões em investimentos privados e projeta 8 mil novos empregos com apoio do Estado
Foto: Jonatã Rocha/Secom GOV SC

Tensão no Oriente Médio pressiona energia e frete global — antecipar cenários agora é o que protege margem amanhã.

🌍 A escalada de tensões entre Estados Unidos e Irã, com impactos diretos sobre o Estreito de Ormuz — rota estratégica para cerca de 20% do petróleo global — acende um alerta crítico para o comércio internacional. Mesmo sem confirmação de negociações formais, o aumento da presença militar e a instabilidade geopolítica já refletem na volatilidade dos preços de energia e, consequentemente, no custo logístico global.

Para o Brasil, e especialmente para operações conectadas ao Vale do Itajaí/SC, o efeito é imediato: o diesel, altamente sensível ao petróleo internacional, pressiona o frete rodoviário — principal modal da matriz logística nacional. O resultado é aumento de custos operacionais, impacto direto nas margens e maior complexidade na formação de preços para importação e exportação.

Além disso, eventuais restrições ou instabilidades no fluxo de petróleo podem gerar efeitos em cascata sobre rotas marítimas, disponibilidade de navios e reajustes de fretes internacionais, afetando diretamente a previsibilidade das operações portuárias catarinenses.

Outro ponto crítico é o risco de disrupção nas cadeias globais de suprimentos. Empresas que dependem de insumos importados ou operam com contratos internacionais de longo prazo precisam lidar com variações cambiais, custos energéticos elevados e possíveis atrasos logísticos.

Nesse cenário, a gestão logística deixa de ser apenas operacional e passa a ser altamente estratégica. Monitoramento contínuo de variáveis globais, diversificação de rotas e inteligência na contratação de fretes tornam-se essenciais para mitigar riscos e manter competitividade.

Para líderes de logística, o recado é claro: volatilidade geopolítica exige resposta rápida, dados confiáveis e parceiros preparados para atuar em cenários de alta complexidade. Em um ambiente onde o inesperado redefine custos e prazos, antecipação e estratégia são os ativos mais valiosos da operação.

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Balança Comercial

Atualizado em 05/03/2026

Comércio Exterior Brasileiro

US$ bilhões (FOB)

 
26,3 22,1 48,4 + 4,2
Exportação
Importação
Corrente de Comércio
Saldo Comercial
Período: Fevereiro/2025
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