[NEWS]COMEX - Week 12 | 2026

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“Mercoagro abre nesta terça com expectativa de receber 25 mil visitantes”

Publicado: 16/03/2026

Mercoagro abre nesta terça com expectativa de receber 25 mil visitantes
Evento será realizado no Parque de Exposições – Complexo Mercoagro Dr. Valmor Ernesto Lunardi, em Chapecó; Foto: Divulgação/Mercoagro

Mercoagro projeta R$ 1 bilhão em negócios e acelera a integração entre indústria, tecnologia e logística no agro global

🌍 A Mercoagro 2026 posiciona Chapecó como um dos principais hubs estratégicos da cadeia global de proteína animal, com reflexos diretos para o comércio exterior catarinense. Com mais de 700 marcas e expectativa de R$ 1 bilhão em negócios, o evento conecta inovação industrial à eficiência logística — dois pilares críticos para operações de importação e exportação.

A presença de players internacionais de países como Alemanha, Estados Unidos e China reforça o papel de Santa Catarina como plataforma de integração comercial, ampliando oportunidades para exportadores brasileiros e abrindo novas frentes para importação de tecnologia, automação e soluções industriais.

Para o Vale do Itajaí e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, o impacto é direto: o aumento no volume de negócios e a modernização da cadeia produtiva impulsionam a demanda por operações logísticas mais sofisticadas, especialmente no transporte refrigerado (reefer), armazenagem e escoamento internacional.

Além disso, o foco em automação, robotização e eficiência produtiva indica uma transformação estrutural na indústria, exigindo cadeias logísticas mais integradas, rastreáveis e resilientes — um cenário onde previsibilidade e inteligência operacional deixam de ser diferenciais e passam a ser pré-requisitos.

Com geração de empregos, movimentação econômica regional e forte densidade técnica no seminário internacional do setor, a Mercoagro consolida-se como uma plataforma real de negócios e inovação. Para empresas que atuam no comércio exterior, o recado é claro: antecipar tendências, conectar-se a esse ecossistema e operar com parceiros estratégicos é o caminho para capturar valor em um mercado cada vez mais competitivo.

“SENAI reúne especialistas internacionais em programação paralela à Mercoagro”

Publicado: 16/03/2026

SENAI reúne especialistas internacionais em programação paralela à Mercoagro
Debates incluem temas como desenvolvimento de produtos, qualidade da carne e aplicações de inteligência artificial no setor. Foto: Adobe Stock

Inteligência artificial e inovação industrial redesenham a cadeia da proteína — e elevam o padrão da logística internacional

📦 O 14º Seminário Internacional de Industrialização da Carne, promovido pelo SENAI durante a Mercoagro 2026, posiciona Chapecó como epicentro de inovação aplicada à indústria de alimentos — com impactos diretos no comércio exterior catarinense.

A presença de especialistas de instituições globais como AgResearch (Nova Zelândia), University of Guelph (Canadá) e University of Wisconsin (EUA) evidencia uma convergência estratégica: tecnologia, qualidade e inteligência artificial passam a ser drivers críticos de competitividade na cadeia da proteína animal.

Para o Vale do Itajaí e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, essa transformação é altamente relevante. O avanço em desenvolvimento de produtos de maior valor agregado e o uso de IA na previsibilidade de qualidade exigem operações logísticas mais sofisticadas, especialmente em cargas refrigeradas (reefer), rastreabilidade e controle sanitário.

Além disso, debates sobre geopolítica e sustentabilidade ampliam o nível de complexidade das operações internacionais, demandando maior inteligência na gestão de riscos, compliance e adaptação a mercados exigentes.

Na prática, isso se traduz em cadeias logísticas mais integradas, com foco em eficiência ponta a ponta — da produção ao embarque internacional. Empresas que antecipam esse movimento tendem a capturar ganhos relevantes em performance operacional e posicionamento global.

O seminário reforça uma mensagem clara ao mercado: a inovação já está moldando o futuro da indústria e da logística. E, nesse cenário, operar com estratégia, tecnologia e parceiros preparados não é apenas vantagem — é condição para competir em escala global.

“Obras da Rua do Porto Avançam com adutora na Caninana”

Publicado: 16/03/2026

Obras da Rua do Porto Avançam com adutora na Caninana
Foto: Luiz Lerner

Infraestrutura estratégica em Itajaí antecipa a expansão portuária e redesenha a eficiência logística regional

🚢 O avanço das obras da Rua do Porto, em Itajaí, sinaliza um movimento estrutural relevante para o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu. A implantação da nova adutora ao longo da Caninana e conexões estratégicas entre importantes vias urbanas não apenas reforça o abastecimento hídrico, mas também prepara o terreno para a expansão logística da região — um ponto crítico para operações de importação e exportação.

Com mais de 1 km de tubulação instalada, o projeto vai além da infraestrutura básica: ele consolida a Rua do Porto como um eixo de crescimento econômico, diretamente conectado à dinâmica portuária. Para o Vale do Itajaí, isso representa ganho de previsibilidade operacional, redução de gargalos urbanos e maior fluidez no acesso às zonas retroportuárias.

Mesmo com impactos temporários no tráfego — exigindo rotas alternativas e planejamento logístico mais preciso — o cenário é claro: trata-se de um investimento antecipado que reduz riscos futuros e amplia a capacidade da região em absorver o crescimento do comércio exterior.

Na prática, empresas que operam na cadeia logística local devem observar uma tendência de valorização da infraestrutura urbana integrada ao porto, com reflexos positivos em lead time, confiabilidade e competitividade internacional.

Esse tipo de iniciativa reforça o posicionamento de Itajaí como um hub logístico em constante evolução, alinhado às demandas globais por eficiência e resiliência. Em um ambiente onde cada detalhe operacional impacta custos e prazos, acompanhar — e se antecipar — a essas transformações deixa de ser diferencial e passa a ser estratégia.

“Em Brusque, governador Jorginho Mello assina ordem de serviço para construção do viaduto do Limoeiro”

Publicado: 16/03/2026

Em Brusque, governador Jorginho Mello assina ordem de serviço para construção do viaduto do Limoeiro
Foto: Marllon Legnaghi / GOVSC

Nova infraestrutura viária no Vale do Itajaí elimina gargalos e impulsiona a eficiência logística rumo aos portos

🚢 A construção do viaduto do Limoeiro, em Brusque, representa mais um avanço estratégico na infraestrutura logística do Vale do Itajaí — região diretamente conectada ao Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu. Com investimento superior a R$ 26 milhões e intervenções em um trecho crítico da SC-486, o projeto atua diretamente na redução de gargalos operacionais e no aumento da fluidez do transporte rodoviário.

Para operações de importação e exportação, o impacto é claro: maior previsibilidade no trânsito, redução de riscos logísticos e ganhos em lead time no deslocamento de cargas entre polos industriais e o porto. Em uma região onde o modal rodoviário é essencial para o escoamento, melhorias estruturais como essa elevam o padrão de eficiência da cadeia logística como um todo.

Além da fluidez, a obra também reforça a segurança — fator muitas vezes subestimado, mas crítico para a continuidade operacional e mitigação de interrupções. Isso contribui diretamente para a confiabilidade das entregas e para o planejamento logístico mais assertivo.

O movimento faz parte de um esforço mais amplo de modernização da infraestrutura catarinense, fortalecendo o posicionamento do estado como um dos principais corredores logísticos do Brasil. Para empresas que dependem de agilidade e precisão nas operações internacionais, cada melhoria viária representa uma vantagem competitiva concreta.

Na prática, o avanço da infraestrutura regional reduz custos invisíveis, amplia a capacidade de resposta logística e cria um ambiente mais favorável para o crescimento sustentável do comércio exterior. Em um cenário global cada vez mais exigente, eficiência operacional começa no asfalto — e se traduz em resultados no mercado internacional.

“FIESC promove workshop sobre o cenário internacional de negócios nesta quarta”

Publicado: 16/03/2026

FIESC promove workshop sobre o cenário internacional de negócios nesta quarta
Foto: Freepik

Novos acordos globais e tensões tarifárias redesenham o comércio — e exigem decisões logísticas mais estratégicas

🌍 O workshop promovido pela FIESC coloca em pauta um ponto crítico para empresas que atuam no comércio exterior: a rápida reconfiguração dos fluxos globais de negócios. Temas como os acordos entre Argentina e Estados Unidos, além das negociações entre União Europeia e Índia, sinalizam mudanças relevantes nas cadeias de suprimentos internacionais.
Para Santa Catarina — especialmente o Vale do Itajaí e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu — o impacto é direto: alterações tarifárias e novos acordos comerciais influenciam rotas, custos logísticos e competitividade das exportações brasileiras.
O avanço (ou estagnação) do acordo Mercosul–União Europeia também entra no radar como um divisor de águas para o acesso a mercados estratégicos, enquanto o chamado “tarifaço” norte-americano reforça a necessidade de diversificação de destinos e inteligência comercial.
Na prática, o cenário exige que gestores de logística e comércio exterior atuem com maior previsibilidade e leitura geopolítica, ajustando suas operações de importação e exportação com agilidade. O redesenho dessas relações internacionais impacta diretamente lead times, escolha de modais e estrutura de custos.
Esse movimento reforça uma realidade: competitividade no comércio exterior não depende apenas de execução operacional, mas de estratégia integrada e visão global. Empresas que se antecipam a essas mudanças conseguem transformar volatilidade em oportunidade — e consolidar sua presença nos mercados mais exigentes do mundo.

“Santa Catarina avança na regulamentação da logística reversa de embalagens com intercâmbio técnico no Mato Grosso do Sul”

Publicado: 16/03/2026

Regulamentação da logística reversa em SC eleva o padrão de compliance e cria novas exigências estratégicas para o comércio exterior

📦 Santa Catarina avança de forma decisiva na regulamentação da logística reversa de embalagens, consolidando um novo nível de exigência ambiental e operacional para empresas que atuam no comércio exterior. A iniciativa liderada pelo IMA, com adoção do sistema SisREV, posiciona o estado na vanguarda da economia circular no Brasil.

Para o Vale do Itajaí e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, o impacto é direto: importadores e exportadores precisarão incorporar a logística reversa como parte integrante de suas operações, garantindo rastreabilidade, comprovação de reciclagem e conformidade com o Decreto Estadual nº 1.056/2025.

A digitalização do processo, com integração de dados fiscais e validação por verificadores independentes, eleva o nível de transparência e controle — reduzindo riscos de inconsistências e fortalecendo a segurança jurídica das operações. Na prática, isso exige maior maturidade na gestão de resíduos e alinhamento entre áreas logística, fiscal e ambiental.

O modelo baseado em créditos de reciclagem também abre novas dinâmicas de mercado, conectando empresas, cooperativas e entidades gestoras em uma cadeia mais estruturada e sustentável. Para empresas exportadoras, isso pode se traduzir em vantagem competitiva em mercados internacionais cada vez mais rigorosos em critérios ESG.

Esse movimento reforça uma tendência global: sustentabilidade deixou de ser diferencial e passou a ser requisito operacional. Empresas que antecipam essa adequação não apenas evitam riscos regulatórios, mas também fortalecem sua posição em cadeias globais mais exigentes e orientadas por responsabilidade ambiental.

“Santa Catarina entrega à Marinha a primeira fragata de projeto que movimenta R$ 12 bilhões”

Publicado: 16/03/2026

Santa Catarina entrega à Marinha a primeira fragata de projeto que movimenta R$ 12 bilhões
Programa reforça a capacidade da indústria nacional de desenvolver e integrar sistemas de alta complexidade Foto: Marinha do Brasil

Projeto bilionário em Itajaí fortalece a indústria de alta complexidade e impulsiona a competitividade logística do Brasil

🚢 A entrega da Fragata Tamandaré – F200, construída em Itajaí, marca um avanço estratégico para a indústria brasileira e posiciona Santa Catarina no centro de um dos maiores projetos de defesa do país. Com investimentos de R$ 12 bilhões, o programa conduzido pela Marinha do Brasil e pelo consórcio Águas Azuis reforça a capacidade nacional em engenharia de alta complexidade e integração tecnológica.

Para o Vale do Itajaí e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, os impactos vão além do setor naval. A construção e movimentação de grandes estruturas, equipamentos e sistemas sofisticados elevam o nível das operações logísticas locais, exigindo maior precisão em transporte, armazenagem e gestão aduaneira.

A continuidade do programa, com outras três fragatas em produção até 2029, indica uma demanda sustentada por soluções logísticas robustas, além de impulsionar importações de componentes estratégicos e exportação de conhecimento e tecnologia.

Esse movimento fortalece o ecossistema industrial catarinense, gerando empregos qualificados e atraindo novos investimentos, ao mesmo tempo em que amplia a relevância do estado no cenário internacional. A integração entre indústria, defesa e logística cria um ambiente propício para inovação e ganhos de eficiência em toda a cadeia.

Na prática, empresas que operam no comércio exterior devem observar um aumento na complexidade e no valor agregado das operações na região — exigindo parceiros com capacidade técnica e visão estratégica. Em um mercado global cada vez mais exigente, infraestrutura, tecnologia e inteligência operacional tornam-se pilares essenciais para sustentar competitividade e crescimento.

“Começam as obras de modernização e ampliação do Aeroporto de São Miguel do Oeste”

Publicado: 16/03/2026

Começam as obras de modernização e ampliação do Aeroporto de São Miguel do Oeste
Fotos: Divulgação/PMSMO

Modernização aeroportuária no Oeste catarinense amplia a capilaridade logística e abre novas rotas para operações estratégicas

✈️ O início das obras de modernização do Aeroporto Regional Hélio Wassun, em São Miguel do Oeste, marca um avanço relevante na infraestrutura logística de Santa Catarina, ampliando a conectividade do estado além do eixo portuário tradicional. Com investimento de R$ 8,3 milhões, o projeto inclui melhorias na pista, ampliação do pátio e modernização da sinalização — elementos essenciais para aumentar a capacidade operacional e a segurança das operações aéreas.

Embora localizado no Extremo Oeste, o impacto se estende ao ecossistema logístico catarinense como um todo, incluindo o Vale do Itajaí e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu. A qualificação da malha aeroportuária fortalece a integração multimodal, permitindo maior agilidade no transporte de cargas de alto valor agregado, peças críticas e operações urgentes.

Durante o período de obras, com interdição até o final de maio, empresas devem redobrar o planejamento logístico para mitigar impactos pontuais. No entanto, o cenário pós-modernização aponta para ganhos relevantes em eficiência, flexibilidade e capacidade de resposta.

A ampliação da infraestrutura aérea também cria oportunidades para novos fluxos de negócios, especialmente em regiões de fronteira, aproximando mercados e reduzindo distâncias operacionais. Em um ambiente cada vez mais orientado à velocidade e precisão, a integração entre modais se torna decisiva.

Esse movimento reforça uma tendência clara: a competitividade no comércio exterior passa pela diversificação e inteligência logística. Empresas que estruturam operações multimodais e se antecipam a essas evoluções constroem cadeias mais resilientes, ágeis e preparadas para atender às exigências do mercado global.

“Intenção de investimento cai entre as indústrias brasileiras em 2026”

Publicado: 17/03/2026

Intenção de investimento cai entre as indústrias brasileiras em 2026
Imagem: Daniel Pedrosa/CNI

Queda nos investimentos industriais acende alerta e exige estratégias logísticas mais inteligentes para sustentar competitividade

📦 A retração na intenção de investimentos da indústria brasileira em 2026, apontada pela CNI, sinaliza um ambiente mais cauteloso — com reflexos diretos nas operações de comércio exterior. A redução de 72% para 56% no número de empresas dispostas a investir revela o impacto dos juros elevados e das incertezas econômicas sobre a capacidade de expansão produtiva.

Para Santa Catarina, especialmente o Vale do Itajaí e o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, o cenário exige atenção estratégica. Menores investimentos podem desacelerar projetos de ampliação industrial, impactando volumes de importação de máquinas, insumos e, consequentemente, o ritmo das exportações.

Por outro lado, o foco dos aportes em eficiência produtiva (48%) e ampliação de capacidade (34%) reforça uma tendência clara: empresas estão priorizando produtividade e otimização operacional — o que aumenta a demanda por soluções logísticas mais enxutas, previsíveis e integradas.

O uso predominante de capital próprio (62%) também indica restrição ao crédito, elevando a necessidade de controle rigoroso de custos logísticos e maior assertividade nas operações internacionais. Nesse contexto, decisões mal calibradas em frete, armazenagem ou desembaraço podem comprometer margens já pressionadas.

Além disso, o foco majoritário no mercado interno (67%) evidencia uma postura mais conservadora, mas abre espaço para empresas mais preparadas explorarem oportunidades no mercado externo com vantagem competitiva.

O cenário reforça uma mudança de paradigma: não basta operar, é preciso operar com inteligência. Em um ambiente de restrição de investimentos, eficiência logística, planejamento estratégico e capacidade de adaptação tornam-se os principais vetores de crescimento sustentável no comércio internacional.

“Rumores de greve dos caminhoneiros azedam mercados na véspera do Copom”

Publicado: 17/03/2026

Rumores de greve dos caminhoneiros azedam mercados na véspera do Copom
Prédio do Banco Central em Brasília • 11/06/2024 - REUTERS/Adriano Machado

Risco de paralisação no transporte rodoviário expõe vulnerabilidades críticas e pressiona a previsibilidade logística no Brasil

🚢 Os rumores de uma possível greve de caminhoneiros no Brasil reacendem um alerta estratégico para toda a cadeia de comércio exterior. Em um país altamente dependente do modal rodoviário, qualquer sinal de paralisação impacta diretamente o fluxo de cargas — especialmente no eixo logístico que conecta o interior ao Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu.

Para o Vale do Itajaí, o cenário é ainda mais sensível. A região, que opera com alto volume de importação e exportação, pode enfrentar gargalos imediatos no transporte de contêineres, atrasos em embarques e aumento nos custos operacionais. O efeito cascata atinge desde a coleta na origem até a entrega no destino final, comprometendo prazos e contratos internacionais.

Além do impacto físico, o mercado financeiro já sinaliza instabilidade: volatilidade nos juros, pressão inflacionária e incertezas sobre o custo do frete — fatores que influenciam diretamente o planejamento logístico e a formação de preços no comércio exterior.

A insatisfação da categoria, impulsionada pelo aumento do diesel e pela ineficácia de medidas compensatórias, reforça um ambiente de risco que exige respostas rápidas e estruturadas das empresas. Nesse contexto, a capacidade de adaptação, diversificação de rotas e gestão proativa tornam-se essenciais.

Na prática, o episódio evidencia a importância de estratégias logísticas resilientes, com planejamento antecipado e parceiros preparados para cenários de ruptura. Em um ambiente onde minutos podem representar perdas significativas, antecipar riscos não é apenas prudência — é vantagem competitiva.

“Fapesc apresenta oportunidades de fomento internacional com a União Europeia para pesquisadores e empreendedores de SC”

Publicado: 17/03/2026

Fapesc apresenta oportunidades de fomento internacional com a União Europeia para pesquisadores e empreendedores de SC
Evento organizado pela Fapesc ocorrerá em abril em Criciúma e Blumenau. O público terá acesso a informações sobre programa Horizonte Europa, que disponibiliza € 95 bilhões em fomento – Foto: Milena Nandi/Arquivo Fapesc

Conexões com a União Europeia destravam capital e inovação — e reposicionam SC no mapa global da competitividade

🌍 Santa Catarina acelera sua inserção no ecossistema global de inovação ao se conectar diretamente com a União Europeia por meio de iniciativas lideradas pela Fapesc. A 4ª Expedição SC–UE apresenta ao setor produtivo acesso estratégico ao programa Horizonte Europa, que disponibiliza mais de €95 bilhões em fomento até 2027.

No Vale do Itajaí — especialmente em polos como Blumenau — o impacto é direto: empresas com atuação em importação e exportação passam a ter acesso a recursos, parcerias tecnológicas e inteligência aplicada para elevar o nível de suas operações e produtos.

A aproximação com centros europeus de inovação cria oportunidades para desenvolvimento de soluções avançadas em logística, rastreabilidade, sustentabilidade e digitalização — pilares cada vez mais exigidos nas cadeias globais de suprimento.

Para o comércio exterior, isso significa mais do que financiamento: trata-se de uma alavanca para ganho de competitividade internacional, redução de gaps tecnológicos e adaptação a padrões regulatórios mais sofisticados, especialmente em mercados europeus.

Além disso, o fortalecimento das conexões institucionais amplia o acesso a redes estratégicas, facilitando a inserção de empresas catarinenses em projetos colaborativos de escala global — um diferencial relevante para exportadores que buscam posicionamento premium.

Esse movimento sinaliza uma transformação estrutural: inovação financiada e integrada à estratégia de negócios passa a ser vetor crítico para expansão internacional. Empresas que capturam essas oportunidades saem na frente, operando com mais inteligência, previsibilidade e aderência às exigências globais.

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Balança Comercial

Atualizado em 05/03/2026

Comércio Exterior Brasileiro

US$ bilhões (FOB)

 
26,3 22,1 48,4 + 4,2
Exportação
Importação
Corrente de Comércio
Saldo Comercial
Período: Fevereiro/2025
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