[NEWS]COMEX - Week 18 | 2026

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“Com dólar caindo, brasileiros batem recorde de gastos no exterior no 1º tri”

Publicado: 24/04/2026

Dólar em queda impulsiona consumo internacional e redesenha a dinâmica cambial das operações de importação.

✈️ A valorização do real frente ao dólar está gerando um efeito direto no comportamento de consumo — e isso já começa a impactar o comércio exterior. No primeiro trimestre de 2026, os brasileiros gastaram R$ 6,044 bilhões no exterior, um crescimento de 21,9% em relação ao mesmo período de 2025, atingindo o maior nível da série histórica.

Esse movimento sinaliza mais do que turismo aquecido: indica aumento da capacidade de compra internacional, o que tende a refletir também na intensificação das importações. Para empresas catarinenses, especialmente as que operam no eixo logístico do Vale do Itajaí, o câmbio mais favorável abre espaço para aquisição de insumos, tecnologia e bens de capital com maior competitividade.

Na prática, o dólar mais baixo reduz o custo de landed cost das importações, melhora margens e amplia o leque de oportunidades estratégicas para reposição de estoque e diversificação de fornecedores internacionais. Isso impacta diretamente o volume e o perfil das cargas movimentadas pelo Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu.

Por outro lado, esse mesmo cenário pode pressionar exportadores, que enfrentam redução de competitividade externa com a valorização do real. O equilíbrio entre importação e exportação passa, então, a exigir maior inteligência estratégica e gestão ativa de risco cambial.

Além disso, o aumento do fluxo internacional — seja de pessoas ou mercadorias — reforça a necessidade de operações logísticas mais ágeis, previsíveis e integradas, capazes de responder rapidamente às oscilações do mercado.

O cenário é claro: o câmbio segue como um dos principais drivers do comércio exterior. E, em um ambiente de oportunidades e riscos simultâneos, transformar variação cambial em vantagem competitiva é o que diferencia operações comuns de estratégias realmente eficientes.

“Guerra no Oriente Médio faz preço médio de matérias-primas disparar”

Publicado: 24/04/2026

Guerra no Oriente Médio faz preço médio de matérias-primas disparar
Foto: AdobeStock

Choque global de custos pressiona margens e exige inteligência logística para preservar competitividade nas operações internacionais.

🌍 A escalada dos conflitos no Oriente Médio já reverbera diretamente nas cadeias globais — e o impacto chega com força ao comércio exterior brasileiro. O aumento do preço do petróleo e de insumos estratégicos impulsionou o índice de custo médio das matérias-primas para 66,1 pontos, o maior nível desde o pós-pandemia, pressionando as margens da indústria.

Para Santa Catarina, altamente integrada ao comércio internacional, esse cenário exige atenção redobrada. A indústria — especialmente nos polos do Vale do Itajaí — sente o impacto direto no custo de produção, no capital de giro e na previsibilidade das operações logísticas, afetando tanto importações quanto exportações.

O encarecimento de insumos críticos reposiciona a logística como elemento-chave na estratégia empresarial. Redução de lead time, otimização de rotas e gestão eficiente de estoques passam a ser determinantes para compensar a pressão de custos e manter competitividade no mercado global.

Além disso, o ambiente de juros elevados e maior dificuldade de acesso ao crédito agrava o cenário, limitando investimentos e exigindo maior eficiência operacional. Nesse contexto, decisões logísticas deixam de ser apenas operacionais e passam a ser estratégicas para sustentação de margem.

Mesmo com sinais positivos na produção industrial e expectativa de aumento nas exportações, o cenário permanece volátil. Empresas que operam no comércio exterior precisam equilibrar custos crescentes com agilidade e inteligência na gestão da cadeia de suprimentos.

Para quem atua nos fluxos que conectam Santa Catarina ao mundo, especialmente via Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, o momento exige precisão, visão de risco e capacidade de adaptação. Em um ambiente onde o custo global sobe, a eficiência logística deixa de ser diferencial — e se torna o principal motor de competitividade.

“Seminário sobre acordo União Europeia–Mercosul reúne especialistas e industriais na FIESC”

Publicado: 24/04/2026

Seminário sobre acordo União Europeia–Mercosul reúne especialistas e industriais na FIESC
FIESC sedia seminário “Acordo União Europeia e Mercosul - Impacto, desafios e oportunidades” (Foto: Parlamento Europeu - Freepik)

Acordo Mercosul–UE avança e exige preparo técnico imediato para capturar ganhos reais em competitividade internacional.

🌍 A iminente entrada em vigor do acordo entre Mercosul e União Europeia coloca Santa Catarina diante de uma das maiores oportunidades estratégicas do comércio exterior recente — e o movimento já mobiliza o setor industrial. O seminário promovido pela FIESC, em parceria com a OAB, evidencia um ponto crítico: quem estiver preparado tecnicamente sairá na frente.

Com previsão de início em maio de 2026, o acordo promete reduzir barreiras tarifárias e ampliar o acesso a um dos mercados mais exigentes do mundo. Para empresas do Vale do Itajaí, altamente conectadas ao comércio internacional via Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, isso significa potencial direto de expansão nas exportações, especialmente em segmentos industriais e agroindustriais.

No entanto, a abertura de mercado vem acompanhada de exigências rigorosas. Normas técnicas, compliance regulatório e adequação aduaneira passam a ser fatores críticos para garantir acesso efetivo aos mercados europeus. Nesse cenário, a competitividade não será definida apenas pelo produto, mas pela capacidade de operar dentro de padrões internacionais complexos.

A realização de oficinas técnicas e debates práticos reforça que o desafio está na execução: entender regras de origem, certificações e processos aduaneiros será decisivo para transformar o acordo em vantagem real.

Para operadores logísticos e gestores de supply chain, o impacto é direto: novas rotas, maior volume de cargas e necessidade de operações mais eficientes e integradas. A antecipação estratégica e o domínio técnico serão diferenciais para capturar valor nesse novo cenário.

O recado é claro: o acordo Mercosul–UE não é apenas uma oportunidade — é um novo nível de exigência. E, em um ambiente onde conhecimento e execução definem resultados, estar pronto antes da concorrência é o que transforma potencial em liderança no comércio global.

“Governador Jorginho Mello autoriza início das obras do binário em Antônio Carlos”

Publicado: 25/04/2026

Governador Jorginho Mello autoriza início das obras do binário em Antônio Carlos
Fotos: Guilherme Bento/Secom GOVSC

Infraestrutura local ganha tração e abre caminho para fluxos logísticos mais ágeis e competitivos em SC.

🚢 A mobilidade urbana também é logística — e Santa Catarina acaba de dar mais um passo estratégico nessa direção. O início das obras do binário em Antônio Carlos, na Grande Florianópolis, com investimento de R$ 2,3 milhões, reforça um movimento consistente de melhoria da infraestrutura regional, com impactos diretos na eficiência das operações de transporte.

A intervenção de 2,4 km, que inclui pavimentação, drenagem e sinalização, vai além do trânsito urbano: ela reduz gargalos, melhora o tempo de deslocamento e cria um ambiente mais previsível para o escoamento de cargas na região. Em um estado altamente conectado ao comércio exterior — especialmente com o protagonismo do Vale do Itajaí e seu complexo portuário — cada avanço em mobilidade se traduz em ganhos operacionais relevantes.

A fluidez logística é um dos pilares para competitividade internacional. Obras como essa, mesmo em escala municipal, contribuem para otimizar rotas secundárias que alimentam os grandes corredores logísticos catarinenses. Isso impacta diretamente transportadoras, embarcadores e operadores que dependem de precisão e previsibilidade para manter suas cadeias eficientes.

Além disso, o fortalecimento da infraestrutura urbana impulsiona o desenvolvimento econômico local, valorizando regiões estratégicas e ampliando o potencial de novos negócios — inclusive aqueles conectados à importação e exportação.

O avanço reforça um cenário onde Santa Catarina continua investindo em sua base estrutural, criando condições mais sólidas para sustentar o crescimento do comércio exterior. Em um ambiente global cada vez mais sensível a custos logísticos e prazos, iniciativas como essa deixam claro: competitividade começa no detalhe — e na estrada.

“Estudo da FIESC alerta para alta nos custos da construção por petróleo”

Publicado: 27/04/2026

Estudo da FIESC alerta para alta nos custos da construção por petróleo
Aumento de preços preocupa indústria da construção em SC. (Foto: Freepik)

Alta do petróleo pressiona custos industriais e exige reconfiguração estratégica da cadeia logística para manter competitividade.

📦 A escalada do petróleo no cenário internacional já começa a gerar efeitos concretos na indústria catarinense — e a construção civil é um dos primeiros termômetros dessa pressão. Com aumentos expressivos em insumos como PVC (+39,1%), alumínio (+30,3%) e aço (+15,8%), o impacto vai além do canteiro de obras e alcança diretamente as cadeias de importação e logística.

Para Santa Catarina, especialmente nas operações conectadas ao Vale do Itajaí, esse movimento representa uma elevação relevante no custo logístico total. O encarecimento de combustíveis e matérias-primas impacta fretes, armazenagem e toda a estrutura de distribuição, pressionando margens e exigindo maior eficiência operacional.

A antecipação de reajustes por parte de fornecedores adiciona uma camada extra de complexidade. Empresas passam a lidar não apenas com custos reais, mas também com expectativas de mercado, o que demanda planejamento estratégico mais robusto e gestão ativa de contratos e estoques.

No comércio exterior, o reflexo é imediato: aumento do custo de importação de insumos industriais e possível reajuste nos preços de exportação, afetando a competitividade internacional. Para o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, isso pode significar mudanças no perfil das cargas e maior necessidade de previsibilidade nas operações.

Além disso, o cenário reforça a importância de decisões logísticas orientadas por dados. Otimização de rotas, consolidação de cargas e negociação estratégica de fretes tornam-se essenciais para mitigar impactos e preservar eficiência.

O contexto é claro: choques externos estão redefinindo o custo da operação global. E, em um ambiente onde volatilidade é a nova constante, transformar pressão de custos em inteligência logística é o que sustenta a competitividade no comércio internacional.

“Além da Fragata Tamandaré, Marinha vai incorporar outros navios de guerra construídos em SC”

Publicado: 27/04/2026

Além da Fragata Tamandaré, Marinha vai incorporar outros navios de guerra construídos em SC
Fragata Tamandaré — Foto: Divulgação/Marinha do Brasil

Indústria naval em Itajaí avança com tecnologia de ponta e posiciona SC como vetor estratégico da segurança e logística marítima.

🚢 A construção das Fragatas Classe Tamandaré em Itajaí reposiciona Santa Catarina em um novo patamar estratégico — conectando indústria naval, tecnologia e segurança marítima com impactos diretos no comércio exterior. A incorporação da primeira embarcação (F200) marca o início de um ciclo robusto, com previsão de até oito navios produzidos no estado até 2029.

O programa fortalece não apenas a soberania da chamada “Amazônia Azul”, mas também a base industrial catarinense, com transferência de tecnologia internacional e geração de know-how local. Para o Vale do Itajaí, isso representa avanço na complexidade produtiva e na qualificação da cadeia logística, ampliando o perfil das operações na região.

Com embarcações de alto padrão tecnológico — incluindo sistemas stealth, radares avançados e interoperabilidade internacional —, o projeto eleva o nível da indústria naval brasileira e posiciona Itajaí como um polo relevante na cadeia global de defesa e engenharia marítima.

Esse movimento tem reflexos diretos no ambiente logístico: aumento da demanda por transporte especializado, integração multimodal e operações de alta precisão, especialmente no entorno do Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu.

Além disso, o fortalecimento da segurança marítima impacta diretamente a previsibilidade das rotas comerciais, protegendo fluxos estratégicos de exportação e importação — fator crítico para cadeias globais cada vez mais sensíveis a riscos geopolíticos.

A expansão prevista do programa, com um segundo lote já em negociação, reforça um cenário de longo prazo para o setor. Para líderes de logística e comércio exterior, o recado é claro: Santa Catarina não apenas movimenta cargas — está evoluindo para um hub estratégico que integra indústria, tecnologia e segurança no comércio internacional.

“Por que o Brasil se tornou o "queridinho" dos investidores internacionais?”

Publicado: 27/04/2026

Por que o Brasil se tornou o "queridinho" dos investidores internacionais?
Mercado doméstico é destaque entre emergentes em meio ao cenário de cautela global gerado pelas incertezas no Oriente Médio • Imagem gerada por IA

Fluxo recorde de capital estrangeiro reposiciona o Brasil como hub estratégico — com impacto direto na competitividade logística.

🌍 O Brasil ganha protagonismo no cenário global ao se consolidar como destino preferencial de investidores internacionais — um movimento que já redefine a dinâmica do comércio exterior. Com mais de R$ 64 bilhões em capital estrangeiro entrando na bolsa em 2026, o país se posiciona como um dos principais polos emergentes em meio à instabilidade global.

Esse fluxo é impulsionado por fatores estratégicos como abundância de commodities, juros elevados e neutralidade geopolítica — elementos que fortalecem a atratividade do Brasil em um cenário de restrição em outros mercados. Para Santa Catarina, altamente integrada ao comércio internacional, isso se traduz em maior potencial de investimentos em infraestrutura, indústria e logística.

No Vale do Itajaí, esse movimento tende a acelerar a modernização e expansão das operações portuárias, especialmente no Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, que atua como um dos principais vetores de escoamento da produção exportadora. Mais capital significa maior capacidade de investimento em eficiência operacional, tecnologia e integração logística.

Além disso, o fortalecimento do real frente ao dólar e o aumento do fluxo financeiro internacional impactam diretamente as estratégias de importação e exportação. Empresas passam a operar em um ambiente mais dinâmico, onde câmbio, custo de capital e acesso a crédito influenciam decisões logísticas e comerciais.

Por outro lado, fatores internos como cenário fiscal e incertezas políticas permanecem no radar, exigindo gestão estratégica e capacidade de adaptação por parte das empresas que atuam no comércio exterior.

O cenário é claro: o Brasil está no centro das atenções globais. E, para quem opera cadeias internacionais, transformar esse fluxo de capital em eficiência logística e vantagem competitiva é o que definirá os próximos líderes do comércio global.

“Porto de Itajaí instala comissão técnica para apurar ocorrência e reforçar medidas preventivas”

Publicado: 27/04/2026

Gestão técnica e resposta rápida reforçam a confiabilidade do Porto de Itajaí em um cenário onde segurança operacional é vantagem competitiva.

🚢 A instalação de uma comissão técnica no Porto de Itajaí para apurar uma ocorrência no terminal da JBS sinaliza um movimento estratégico que vai além da resposta imediata: trata-se de elevar o padrão de governança e prevenção em um dos principais hubs logísticos do Sul do Brasil. Mesmo com o incidente, as operações seguem sem impactos, preservando a fluidez da movimentação de cargas no Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu.

Para empresas que operam na região — especialmente nos segmentos de proteína animal, alimentos e cargas refrigeradas — o recado é claro: a continuidade operacional está protegida, com protocolos robustos sendo revisados e fortalecidos em tempo real. Isso reduz riscos logísticos e amplia a previsibilidade, fator crítico para cadeias internacionais cada vez mais sensíveis a interrupções.

A atuação coordenada entre Autoridade Portuária, Corpo de Bombeiros, brigadas internas e o Plano de Auxílio Mútuo evidencia um nível elevado de maturidade operacional. Esse tipo de resposta integrada posiciona o porto não apenas como infraestrutura, mas como um ecossistema resiliente, preparado para mitigar impactos e acelerar a retomada em qualquer cenário.

Além disso, a criação da comissão com foco investigativo e preventivo traz um ganho relevante para o comércio exterior: aprendizado institucional. A capacidade de transformar eventos em melhoria contínua fortalece a confiabilidade do porto perante armadores, embarcadores e operadores logísticos.

Para o Vale do Itajaí, onde a eficiência portuária é diretamente proporcional à competitividade das exportações, esse tipo de اقدام reforça um ativo intangível decisivo: confiança. Em um ambiente global onde riscos operacionais impactam custos e prazos, operar em um porto que prioriza segurança, transparência e evolução contínua deixa de ser diferencial — passa a ser requisito estratégico.

Nesse contexto, decisões logísticas mais inteligentes passam por parceiros que dominam o cenário local, antecipam riscos e garantem performance mesmo diante de variáveis críticas.

“Podcast Secom Entrevista destaca protagonismo nacional e internacional de Santa Catarina no agronegócio”

Publicado: 28/04/2026

Podcast Secom Entrevista destaca protagonismo nacional e internacional de Santa Catarina no agronegócio
Fotos: Divulgação / Secom

Agro catarinense escala competitividade global com sanidade, tecnologia e integração — um motor direto para exportações mais sofisticadas.

🌍 Santa Catarina consolida sua posição como potência do agronegócio global — e os impactos já são sentidos nas cadeias de comércio exterior. Mesmo com apenas 1,1% do território nacional, o estado combina produtividade elevada, modelo integrado e forte governança público-privada, criando um ecossistema altamente eficiente para exportação.

O grande diferencial competitivo está no status sanitário reconhecido internacionalmente: zona livre de febre aftosa sem vacinação e de peste suína clássica. Essa certificação posiciona SC em um seleto grupo apto a acessar mercados premium, elevando o valor agregado das exportações, especialmente no segmento de proteína animal — um dos principais vetores logísticos dos portos do Vale do Itajaí.

Esse protagonismo se traduz diretamente em volume e qualidade de cargas que passam pelos corredores logísticos catarinenses. O Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, por exemplo, se beneficia de fluxos mais qualificados, com exigências maiores em controle, rastreabilidade e eficiência operacional — um cenário que demanda inteligência logística avançada.

Além disso, programas estruturantes como SC Rural 2, Coopera Agro SC e investimentos em energia trifásica, conectividade e infraestrutura rural ampliam a previsibilidade produtiva e fortalecem a base exportadora. O resultado é uma cadeia mais resiliente, com capacidade de resposta rápida às oscilações do mercado internacional.

Outro ponto crítico é a integração tecnológica no campo, que impulsiona produtividade e garante padronização — fatores decisivos para atender mercados exigentes. Essa evolução eleva o nível das operações logísticas, exigindo parceiros capazes de operar com precisão, compliance e visão estratégica.

Para decisores em logística e supply chain, o recado é claro: Santa Catarina não apenas produz — ela entrega valor ao mercado global. E nesse contexto, dominar as particularidades dessa operação é o que separa eficiência de liderança no comércio internacional.

“Porto de Imbituba impulsiona crescimento de 41% e recorde histórico na movimentação de contêineres do Terminal Intermodal Sul”

Publicado: 28/04/2026

Integração multimodal e eficiência operacional reposicionam o Porto de Imbituba como vetor estratégico de competitividade no Sul.

📦 O avanço consistente do Terminal Intermodal Sul (TIS), impulsionado pelo Porto de Imbituba, sinaliza uma mudança relevante na dinâmica logística de Santa Catarina. Com crescimento de 41% e mais de 4.500 contêineres movimentados em março de 2026, o recorde histórico reforça a maturidade operacional e o potencial de escala da região Sul como alternativa estratégica aos fluxos tradicionais do Vale do Itajaí.

A força desse resultado está na integração multimodal — conectando rodoviário, ferroviário e marítimo — que reduz gargalos logísticos, otimiza lead times e amplia a previsibilidade das operações. Para importadores e exportadores, isso se traduz em maior controle sobre custos e mais flexibilidade na escolha de rotas, especialmente em cenários de alta demanda ou restrição de capacidade portuária.

Embora o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu siga como protagonista em Santa Catarina, o crescimento de Imbituba amplia o leque de opções logísticas no estado, criando um ambiente mais competitivo e resiliente. Essa descentralização é estratégica para operações que exigem redundância logística e mitigação de riscos.

Além disso, o perfil do TIS — orientado por tecnologia, eficiência e integração — acompanha a evolução das cadeias globais, cada vez mais dependentes de sincronização entre modais e visibilidade ponta a ponta. A capacidade de consolidar cargas com agilidade e distribuir com precisão fortalece setores-chave como agronegócio, indústria e carga geral.

O movimento também impacta diretamente o posicionamento competitivo das empresas catarinenses no comércio internacional. Com uma infraestrutura mais robusta e integrada, há ganho direto em performance operacional, fator decisivo em mercados onde prazo e custo definem contratos.

Para quem atua no comércio exterior, o cenário é claro: Santa Catarina evolui para um ecossistema logístico mais inteligente, onde a escolha do hub deixa de ser apenas geográfica e passa a ser estratégica.

Nesse contexto, decisões orientadas por inteligência logística e domínio das alternativas operacionais são o que separam operações eficientes de operações verdadeiramente competitivas.

“Acordo Mercosul–UE é marco histórico e oportunidade para Santa Catarina, diz FIESC”

Publicado: 28/04/2026

Acordo Mercosul–UE é marco histórico e oportunidade para Santa Catarina, diz FIESC
A União Europeia foi o segundo principal destino das exportações do estado em 2025, com crescimento de 10,7% nas vendas externas. (Foto: Freepik)

Abertura histórica com a UE redefine o jogo: mais mercado, mais exigência — e vantagem para quem se antecipa.

🌍 A oficialização do acordo entre Mercosul e União Europeia marca uma virada estrutural para o comércio exterior — e Santa Catarina está no epicentro dessa transformação. Com previsão de redução tarifária em até 91% das importações do Mercosul e 95% da UE, o acordo inaugura um novo ciclo de competitividade, ampliando o acesso a mercados e elevando o padrão das operações internacionais.

Para o estado, o impacto é direto: a União Europeia já figura como o segundo principal destino das exportações catarinenses, com crescimento de 10,7% em 2025. Esse avanço tende a acelerar, impulsionando setores industriais e agroindustriais que operam fortemente via o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu — principal gateway logístico do estado.

No entanto, o novo cenário não traz apenas oportunidades. A entrada facilitada de produtos europeus no mercado brasileiro eleva o nível de concorrência, exigindo ganho real de eficiência, redução de custos e excelência operacional por parte das empresas locais.

Além disso, o acordo amplia a complexidade regulatória: regras de origem, padrões sanitários, propriedade intelectual e exigências técnicas passam a ser fatores críticos para acesso e permanência no mercado europeu. A logística internacional, nesse contexto, assume papel estratégico na garantia de compliance e fluidez operacional.

Para gestores de supply chain, o movimento exige reposicionamento imediato: revisão de rotas, planejamento tributário, adaptação documental e integração de processos tornam-se essenciais para capturar valor nesse novo ambiente.

O recado é claro: o acordo Mercosul–UE não apenas abre portas — ele redefine o nível de jogo. E, em um cenário onde competitividade é construída na execução, transformar complexidade em eficiência será o diferencial entre participar e liderar no comércio global.

“Valor de Produção Agropecuária catarinense cresce 15% e atinge R$ 74,9 bilhões em 2025”

Publicado: 28/04/2026

Valor de Produção Agropecuária catarinense cresce 15% e atinge R$ 74,9 bilhões em 2025
Foto: Marco Favero / Arquivo /SECOM

Com agro em ritmo recorde, Santa Catarina eleva o padrão das exportações e redefine o nível de exigência logística.

📦 O agronegócio catarinense atingiu um novo patamar em 2025 — e os reflexos já estão redesenhando o cenário do comércio exterior no estado. Com um Valor de Produção Agropecuária (VPA) de R$ 74,9 bilhões, alta de 15,1%, Santa Catarina consolida sua posição como um dos principais motores exportadores do Brasil, com mais de 65% das vendas externas originadas no setor.

Esse avanço não é apenas volumétrico — é qualitativo. A combinação de aumento de produção (+9,5%) e valorização de preços (+6,3%) impulsiona cadeias estratégicas como proteína animal, grãos e produtos de alto valor agregado, intensificando a demanda por operações logísticas mais sofisticadas e eficientes.

Para o Vale do Itajaí, esse movimento se traduz em maior pressão e oportunidade: o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu passa a operar com fluxos mais intensos e exigentes, especialmente em cargas refrigeradas e commodities agrícolas, que demandam precisão, controle sanitário e agilidade nos processos.

Ao mesmo tempo, a volatilidade de preços no pós-pandemia adiciona uma camada crítica à equação logística. Com margens variando mais por mercado do que por produtividade, a eficiência na cadeia de suprimentos deixa de ser diferencial e passa a ser requisito básico para manter competitividade internacional.

Culturas como soja e alho operam com maior segurança econômica, enquanto outras, como arroz e cebola, exigem gestão mais rigorosa — o que reforça a importância de estratégias logísticas adaptáveis e orientadas por inteligência de mercado.

O recado para líderes de supply chain é direto: o crescimento do agro catarinense exige operações cada vez mais integradas, resilientes e tecnológicas. Em um ambiente onde escala e precisão caminham juntas, transformar dados em decisão e operação em vantagem competitiva é o que define quem lidera — e quem apenas acompanha.

“Guerra no Irã: Banco Mundial prevê alta de 24% nos preços de energia”

Publicado: 28/04/2026

Choque energético global eleva custos logísticos e testa a resiliência das cadeias de importação e exportação.

🌍 A escalada do conflito no Oriente Médio já desencadeia um dos maiores choques energéticos da última década — e o impacto direto recai sobre o comércio exterior. O Banco Mundial projeta alta de até 24% nos preços de energia em 2026, com reflexos imediatos no custo do frete marítimo, produção industrial e insumos estratégicos.

Com o Estreito de Ormuz — responsável por cerca de 35% do petróleo transportado por via marítima — operando sob risco, a volatilidade nas rotas globais se intensifica. Para Santa Catarina, altamente dependente de fluxos internacionais, isso significa aumento de custos operacionais e maior complexidade no planejamento logístico.

No Vale do Itajaí, esse cenário impacta diretamente o desempenho do Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu. O encarecimento do bunker (combustível marítimo) e a pressão sobre cadeias de suprimento elevam o custo total das operações, exigindo maior precisão na gestão de fretes, prazos e contratos internacionais.

Além da energia, a alta prevista de 31% nos fertilizantes adiciona uma camada crítica para o agronegócio — principal vetor exportador catarinense. O efeito cascata atinge desde a produção até o embarque, pressionando margens e exigindo maior eficiência logística para manter competitividade global.

O cenário também aponta para inflação mais alta e crescimento econômico mais lento, o que reforça a necessidade de decisões estratégicas baseadas em inteligência de mercado e gestão de risco.

Para líderes de supply chain, o recado é claro: volatilidade deixou de ser exceção e passou a ser regra. Em um ambiente onde custos energéticos redefinem o jogo global, antecipar movimentos, otimizar operações e garantir previsibilidade logística são fatores decisivos para sustentar performance no comércio internacional.

“Pelo terceiro ano consecutivo, Porto de São Francisco tem lucro no resultado financeiro”

Publicado: 28/04/2026

Pelo terceiro ano consecutivo, Porto de São Francisco tem lucro no resultado financeiro
Foto: Divulgação /PSFSF

Eficiência financeira portuária se converte em capacidade operacional — e redefine o nível de competitividade logística em SC.

🚢 O Porto de São Francisco do Sul consolida um ciclo virtuoso de eficiência e investimento — e isso impacta diretamente a dinâmica do comércio exterior catarinense. Pelo terceiro ano consecutivo com lucro, acumulando R$ 71,5 milhões desde 2023, o porto demonstra uma gestão orientada à performance, onde resultado financeiro se transforma em expansão operacional.

Em 2025, o lucro de R$ 15,3 milhões, aliado a uma disponibilidade financeira de R$ 91,3 milhões (+8% vs. 2024), reforça a capacidade de reinvestimento em infraestrutura crítica. Projetos como a ampliação da BR-280 e a dragagem do canal da Baía da Babitonga são movimentos estratégicos que aumentam a eficiência logística e reduzem gargalos no acesso portuário.

Para Santa Catarina — especialmente o eixo logístico que conecta o norte do estado ao Vale do Itajaí — esse avanço eleva o padrão competitivo regional. A melhoria na infraestrutura portuária e nos acessos cria sinergias diretas com o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, ampliando a resiliência da malha logística e oferecendo mais alternativas operacionais para importadores e exportadores.

Esse modelo de gestão, baseado na reinversão integral dos lucros, fortalece um ciclo sustentável: maior eficiência gera mais resultado, que por sua vez financia novos ganhos de capacidade. Para operadores de comércio exterior, isso se traduz em previsibilidade, redução de custos indiretos e maior confiabilidade nas operações.

Além disso, a racionalização de despesas e o foco em produtividade indicam um movimento claro de profissionalização da gestão portuária — fator decisivo em um cenário global onde competitividade logística é construída na execução.

O recado é direto: portos financeiramente saudáveis são hubs mais eficientes, conectados e preparados para escalar operações. Em um mercado cada vez mais orientado por performance, acessar essa infraestrutura com inteligência estratégica deixa de ser opção — e passa a ser vantagem competitiva real.

“Acordo Mercosul-UE entra em vigor e puxa tarifa zero para mais de 80% das exportações ao bloco”

Publicado: 28/04/2026

Acordo Mercosul-UE entra em vigor e puxa tarifa zero para mais de 80% das exportações ao bloco
Foto: Shutterstock

Abertura histórica com a União Europeia redefine o acesso a mercados e exige estratégia para capturar ganhos reais de competitividade.

🌍 O início da vigência do acordo Mercosul–União Europeia marca uma inflexão estrutural no comércio exterior brasileiro — e abre uma janela concreta para reposicionamento estratégico das exportações. Com mais de 80% das exportações brasileiras ao bloco europeu migrando para tarifa zero já na largada, o movimento redesenha o custo de acesso ao mercado mais sofisticado do mundo, impactando diretamente cadeias industriais relevantes para Santa Catarina.

No contexto do Vale do Itajaí e do Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, o efeito tende a ser imediato: aumento da atratividade para embarques de maior valor agregado, especialmente nos segmentos de máquinas e equipamentos, metalmecânico, químicos e alimentos — todos com forte presença na pauta exportadora regional. A eliminação tarifária para milhares de produtos reduz fricções comerciais e amplia margens, criando espaço para operações mais competitivas e previsíveis.

Além disso, a integração com um mercado de mais de 700 milhões de consumidores eleva o nível de exigência operacional: regras de origem, compliance regulatório e inteligência logística passam a ser determinantes para capturar os benefícios do acordo. Não se trata apenas de vender mais — mas de operar melhor, com precisão técnica e visão de longo prazo.

Outro ponto crítico é a progressividade da implementação, com reduções tarifárias escalonadas ao longo dos próximos anos. Isso exige planejamento estruturado de supply chain, revisão de contratos internacionais e reposicionamento de portfólio exportador para maximizar ganhos ao longo do tempo.

Para empresas do Sul do Brasil, especialmente conectadas aos fluxos marítimos de Itajaí, o momento é de leitura estratégica: identificar quais produtos já se beneficiam imediatamente e quais demandam adaptação para acessar as novas condições comerciais.

O acordo não é apenas uma abertura de mercado — é um novo ambiente competitivo. E navegar esse cenário com inteligência logística e domínio regulatório será o diferencial entre participar ou liderar esse novo ciclo do comércio internacional.

“Economia do Mar representa 8,5% da força de trabalho formal catarinense”

Publicado: 29/04/2026

Economia do Mar representa 8,5% da força de trabalho formal catarinense
Foto: Divulgação/SCPARPortodeImbituba

Economia do mar escala emprego e sofisticação logística — consolidando SC como hub estratégico do comércio exterior.

🚢 A Economia do Mar em Santa Catarina deixou de ser vocação e se tornou ativo estratégico — com impacto direto nas operações de comércio exterior. O setor já representa 8,5% da força de trabalho formal do estado, com cerca de 250 mil profissionais, além de responder por 13% das novas vagas geradas entre 2025 e 2026.

Esse avanço não é apenas quantitativo: ele revela uma cadeia produtiva cada vez mais integrada e sofisticada, que conecta pesca, indústria, logística, construção naval e serviços de alto valor agregado. Para o Vale do Itajaí — especialmente a região da Foz do Rio Itajaí (AMFRI), que concentra 18% dos empregos do setor — o impacto é direto na intensificação das operações portuárias e logísticas.

O destaque para atividades como armazenamento, carga e descarga, que lideraram a geração de empregos, reforça a centralidade da logística como pilar da Economia Azul. Isso se traduz em maior demanda por eficiência operacional, gestão de fluxo e integração entre modais — fatores críticos para importadores e exportadores que operam na região.

Além disso, Santa Catarina lidera nacionalmente em segmentos como pesca e processamento de pescado, consolidando uma base exportadora robusta e altamente conectada aos mercados internacionais. Esse protagonismo eleva o nível de exigência em termos de compliance, rastreabilidade e controle sanitário nas operações logísticas.

A evolução do setor também evidencia um movimento estratégico de diversificação econômica, com crescimento expressivo em engenharia, manutenção e fabricação de equipamentos — ampliando o perfil das cargas e a complexidade das operações portuárias.

Com regiões como Itajaí entre os principais polos empregadores e uma expansão consistente na última década, a Economia do Mar fortalece o posicionamento de Santa Catarina como hub logístico e produtivo no cenário global. Em um ambiente onde integração e eficiência definem competitividade, entender essa transformação é essencial para operar com vantagem real no comércio internacional.

[NEWS]COMEX

Balança Comercial

Atualizado em 07/04/2026

Comércio Exterior Brasileiro

US$ bilhões (FOB)

 
31,6 25,2 56,8 + 6,4
Exportação
Importação
Corrente de Comércio
Saldo Comercial
Período: Março/2025
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