[NEWS]COMEX - Week 05 | 2026

Blog

News

[NEWS] COMEX

“Pesquisa da Epagri aposta em bioinsumos e agricultura digital para os desafios no campo”

Publicado: 26/01/2026

Pesquisa da Epagri aposta em bioinsumos e agricultura digital para os desafios no campo
Foto: Marllon Legnaghi/GOVSC

Inovação tecnológica e biotecnologia fortalecem a produtividade, a sustentabilidade e a competitividade da agropecuária catarinense.

🌍🌱 A pesquisa desenvolvida pela Epagri avança na consolidação da agricultura digital e no uso de bioinsumos como resposta aos desafios atuais do campo catarinense.
As iniciativas buscam aumentar a produtividade agropecuária com menor custo e impacto ambiental, alinhando o setor às exigências dos mercados nacional e internacional.
Ferramentas digitais, como o sistema Agroconnect, oferecem dados climáticos, hídricos e ambientais em tempo real, apoiando decisões estratégicas dos produtores.
O monitoramento climático é essencial diante do aumento de eventos extremos, reduzindo riscos produtivos e perdas econômicas.
Essas tecnologias contribuem para maior previsibilidade na produção agrícola, fator relevante para cadeias exportadoras.
No campo da biotecnologia, os bioinsumos ganham destaque como solução sustentável e já amplamente adotada no Brasil.
O uso de microrganismos, como bactérias fixadoras de nitrogênio e fungos entomopatogênicos, reduz a dependência de insumos químicos.
Isso diminui custos, resíduos e impactos ambientais, elevando a competitividade dos produtos agropecuários.
Pesquisas da Epagri também despertam interesse da iniciativa privada, ampliando o potencial de inovação aplicada.
Para o Comércio Exterior, a adoção de agricultura 4.0 e bioinsumos fortalece a imagem de Santa Catarina como produtor sustentável.
Esses avanços ampliam oportunidades de exportação e agregam valor aos produtos catarinenses em mercados cada vez mais exigentes.

“‘Dólar está indo muito bem’, diz Trump sobre queda da moeda. E desvalorização aumenta”

Publicado: 26/01/2026

Dólar está indo muito bem’, diz Trump sobre queda da moeda. E desvalorização aumenta
U.S. one-hundred dollar banknotes are arranged for a photograph in Hong Kong, China, on Thursday April 23, 2020. Photographer: Paul Yeung/Bloomberg(Paul Yeung)

Declarações do presidente dos EUA ampliam incertezas nos mercados e reforçam debates sobre competitividade, política monetária e comércio global.

💱🌍 O dólar registrou forte desvalorização nesta terça-feira (27), alcançando a maior queda diária desde abril de 2025, após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a condução da moeda americana.
Trump afirmou não ver problema na perda de valor do dólar e defendeu que a moeda “busque seu próprio nível”, sinalizando tolerância a um câmbio mais fraco.
As falas aumentaram a volatilidade nos mercados financeiros e ampliaram a desconfiança de investidores estrangeiros em relação à política econômica dos EUA.
O Bloomberg Dollar Spot Index recuou até 1,2%, com o dólar se enfraquecendo frente às principais moedas globais.
A desvalorização também foi influenciada pelo fortalecimento do iene, diante da expectativa de possível intervenção do governo japonês.
Além disso, a imprevisibilidade da política externa e econômica americana, incluindo tensões com aliados europeus, pressionou ativos dos EUA.
Analistas destacam riscos fiscais, aumento do endividamento e pressões sobre o Federal Reserve como fatores adicionais de perda de confiança.
Apesar da alta nos rendimentos dos títulos públicos e da expectativa de pausa no corte de juros pelo Fed, o dólar seguiu em queda.
Um dólar mais fraco pode favorecer as exportações americanas ao tornar seus produtos mais competitivos no exterior.
Para o Comércio Exterior, o movimento cambial impacta fluxos globais, preços de importação e exportação e a competitividade entre países, exigindo atenção redobrada das empresas que operam no mercado internacional.

“Governo leva SC Day a Berna e empresas catarinenses têm contato direto com o mercado europeu”

Publicado: 26/01/2026

Governo leva SC Day a Berna e empresas catarinenses têm contato direto com o mercado europeu
Memorando de Entendimento com o Cantão de Berna foi assinado pela vice-governadora Marilisa Boehm em 2025 – Fotos: Richard Casas/GVG

Missão oficial na Suíça fortalece parcerias em inovação, indústria e tecnologia e posiciona Santa Catarina como elo estratégico com a Europa.

🌍🤝 O Governo de Santa Catarina avança na agenda de comércio internacional ao levar o SC Day a Berna, promovendo contato direto entre empresas catarinenses e o mercado europeu.
A missão oficial, liderada pela vice-governadora Marilisa Boehm, tem como foco ampliar o diálogo institucional e empresarial, além de gerar oportunidades concretas de negócios, investimentos e cooperação.
O evento integra a estratégia de posicionar Santa Catarina como porta de entrada da Europa na América do Sul, destacando o ambiente de negócios, a inovação e a competitividade do estado.
A programação reúne governo, setor produtivo e entidades como InvestSC e FIESC, fortalecendo uma atuação integrada na promoção internacional.
O SC Day cria um espaço qualificado de networking com empresas e instituições suíças interessadas em parcerias com o Brasil.
Entre os temas abordados estão manufatura avançada, indústria 4.0, saúde, energia e tecnologias aplicadas, setores estratégicos para o comércio exterior.
Empresas suíças de relevância global e companhias catarinenses com atuação internacional participam das agendas, ampliando conexões comerciais.
A missão também ativa, na prática, o memorando de entendimento firmado entre Santa Catarina e o Cantão de Berna em 2025.
O evento ocorre em um momento favorável, com a Europa ampliando o interesse em relações comerciais com o Mercosul.
Nesse contexto, Santa Catarina se consolida como um estado inovador, preparado para expandir exportações, atrair investimentos e fortalecer sua inserção no comércio internacional.

“Articulação internacional abre novos mercados para a banana catarinense via Porto de Itajaí”

Publicado: 27/01/2026

Parcerias com a Itália e a União Europeia reforçam a diversificação de destinos e a competitividade da fruticultura catarinense no comércio internacional.

🍌🌍 A exportação da banana catarinense ganha novo impulso com a articulação internacional liderada pelo Porto de Itajaí, focada na abertura e diversificação de mercados, especialmente na Europa.
A iniciativa surge em resposta às mudanças recentes no comércio global e aos impactos do tarifaço do ano anterior, que evidenciaram a necessidade de reduzir a dependência de poucos destinos.
Entre as estratégias em andamento, destaca-se a negociação para uma futura parceria com o Porto de Cagliari, na Itália, ampliando a conexão logística entre Santa Catarina, a União Europeia e o Mercosul.
A ação beneficia diretamente regiões produtoras como o Litoral Norte, Vale do Itajaí, Norte e Sul catarinense, onde a bananicultura é relevante para geração de emprego e renda.
Segundo a administração do porto, a diversificação de mercados é essencial para manter a competitividade das exportações brasileiras.
Além da banana, a cooperação bilateral prevê maior intercâmbio de produtos europeus, como vinhos, queijos e azeites, fortalecendo o fluxo comercial entre os continentes.
Representantes italianos destacaram o Porto de Itajaí como um elo estratégico no comércio internacional, com potencial para ampliar a presença brasileira no mercado europeu.
A agenda integra uma cooperação mais ampla entre Brasil e Itália, reforçando a internacionalização do porto catarinense.
Com isso, o Porto de Itajaí consolida seu papel como vetor logístico e comercial, ampliando oportunidades para as exportações de Santa Catarina e fortalecendo a cadeia produtiva no cenário global.

“Custo menor impulsiona soja do Brasil na China após país bater meta de compra dos EUA”

Publicado: 27/01/2026

Custo menor impulsiona soja do Brasil na China após país bater meta de compra dos EUA
Custo menor impulsiona soja do Brasil na China após país bater meta de compra dos EUA |A soja surgiu como um ponto-chave de discórdia nas relações comerciais entre os EUA e a China

Diferença de preços e custos logísticos favorece o Brasil nas importações chinesas após o cumprimento das metas comerciais com os Estados Unidos.

🌱🚢 A China intensificou as importações de soja do Brasil após cumprir um volume inicial de compras acordado com os Estados Unidos no contexto da trégua comercial entre os dois países.
Importadores chineses reservaram ao menos 25 carregamentos da oleaginosa brasileira para embarque, principalmente entre março e abril.
A decisão foi motivada pelo menor custo da soja brasileira em comparação com a americana, especialmente quando considerados frete e prêmios logísticos.
Segundo operadores de mercado, a soja dos EUA apresenta preços mais elevados para entregas de curto prazo, o que reduziria as margens de processamento.
Empresas estatais chinesas teriam evitado novas compras dos Estados Unidos nesse momento, priorizando o fornecimento brasileiro.
A soja segue como um produto estratégico nas relações comerciais entre China e EUA.
Nos últimos três meses, Pequim importou cerca de 12 milhões de toneladas de soja americana para cumprir compromissos firmados com Washington.
Mesmo com a retomada das compras dos EUA, a competitividade brasileira permanece elevada no curto prazo.
Tarifas ainda aplicadas à soja americana limitam a atratividade do produto para processadores privados chineses.
Para o Comércio Exterior, o movimento reforça o protagonismo do Brasil como principal fornecedor global de soja e evidencia como acordos comerciais e custos logísticos influenciam diretamente os fluxos de exportação no mercado internacional.

“Estrada Boa: SC-283 entre Palmitos e Águas de Chapecó entra na fase final de restauração após mais de 35 anos de espera”

Publicado: 27/01/2026

Estrada Boa: SC-283 entre Palmitos e Águas de Chapecó entra na fase final de restauração após mais de 35 anos de espera
Fotos: Divulgação/SIE

Obra estratégica fortalece a logística do Oeste catarinense e melhora o escoamento da produção agroindustrial da região.

🚚🌐 A infraestrutura logística de Santa Catarina avança com a entrada na fase final da restauração da SC-283, no trecho entre Palmitos e Águas de Chapecó, após mais de 35 anos de espera.
A rodovia é um dos principais corredores do Grande Oeste catarinense, desempenhando papel fundamental no escoamento da produção agroindustrial da região.
A obra contempla a requalificação do pavimento e a ampliação da capacidade, garantindo maior segurança, conforto e fluidez ao tráfego.
Com a conclusão dos últimos trechos, hoje municipalizados, o corredor rodoviário estará totalmente recuperado.
A melhoria reduz gargalos logísticos que impactavam diretamente os custos de transporte de cargas.
Para o setor produtivo, a restauração representa ganhos em eficiência e previsibilidade no deslocamento de mercadorias.
A SC-283 conecta polos industriais e agropecuários a centros de distribuição e rotas estratégicas do estado.
A obra também contribui para a redução de acidentes e para o aumento da vida útil da rodovia.
Segundo o Governo do Estado, a intervenção atende uma demanda histórica da população e das empresas locais.
No contexto do Comércio Exterior, a melhoria da malha rodoviária fortalece a competitividade catarinense ao otimizar o fluxo interno de cargas destinadas à exportação e à integração com outros modais logísticos.

“Petrobras reduz preço do gás natural em 7,8% a partir de fevereiro”

Publicado: 27/01/2026

Petrobras reduz preço do gás natural em 7,8% a partir de fevereiro
O reajuste anunciado não se aplica ao GLP (gás de cozinha), vendido em botijões ou a granel, e se refere exclusivamente ao mercado de gás natural; na imagem, tubulações de gás.

Reajuste contratual baseado em indicadores internacionais reduz o custo da molécula do gás, mas não garante queda imediata ao consumidor final.

🌍⚡ A Petrobras anunciou uma redução média de 7,8% no preço de venda do gás natural às distribuidoras, válida a partir de 1º de fevereiro de 2026.
A medida segue os contratos firmados com o setor e reflete a variação trimestral de indicadores internacionais e do câmbio.
O ajuste incide exclusivamente sobre a chamada parcela molécula, que corresponde ao preço do gás em si, antes de impostos, tarifas e custos de transporte.
Por esse motivo, a queda não se traduz automaticamente em redução no preço final pago por indústrias, comércios ou consumidores residenciais.
Os contratos consideram principalmente a cotação do petróleo Brent, a taxa de câmbio real-dólar e, desde 2026, também o índice Henry Hub, referência do mercado norte-americano de gás natural.
A nova indexação vale apenas para distribuidoras que optaram por essa modalidade contratual.
Para o trimestre iniciado em fevereiro, a combinação desses fatores resultou na redução média anunciada.
No entanto, a variação efetiva pode diferir entre distribuidoras, conforme volume contratado e consumo realizado.
Desde 2024, a Petrobras também aplica mecanismos de desconto adicionais, como prêmios por performance e incentivo à demanda.
Com isso, o preço médio da molécula acumula queda aproximada de 38% desde dezembro de 2022, já considerando o novo reajuste.
Para o Comércio Exterior, a redução pode impactar positivamente a competitividade da indústria nacional, especialmente em setores intensivos em energia.
Menores custos de insumos energéticos tendem a influenciar cadeias produtivas voltadas à exportação.
O reajuste não se aplica ao GLP, utilizado majoritariamente em botijões, e é restrito ao mercado de gás natural.
O gás natural, distribuído por gasodutos, é considerado mais limpo e estratégico para a indústria e a logística energética.
Em um cenário de comércio internacional competitivo, oscilações nos custos energéticos seguem como fator relevante para decisões de produção, importação e exportação.

“Descarbonização deixa de ser diferencial e passa a ser requisito no comércio com a UE”

Publicado: 27/01/2026

Descarbonização deixa de ser diferencial e passa a ser requisito no comércio com a UE
China é uma das mais avançadas em monitoramento e rastreamentos das emissões de carbono, informa Bustamante. Foto: Filipe Scotti

Novo mecanismo europeu impõe comprovação de emissões e redefine a competitividade de produtos exportados ao mercado da União Europeia.

🌍♻️ A entrada em vigor do Carbon Border Adjustment Mechanism (CBAM) marca uma mudança estrutural no comércio internacional com a União Europeia, tornando a descarbonização um requisito obrigatório para exportadores.
O mecanismo passou a valer em 1º de janeiro e tem como objetivo evitar a “fuga de carbono”, aplicando ajustes sobre produtos importados de países com padrões ambientais menos rigorosos.
Setores como aço, alumínio, cimento, ferro, fertilizantes, eletricidade e hidrogênio estão diretamente impactados pelas novas exigências.
Na prática, empresas exportadoras precisam comprovar a pegada de carbono de seus produtos para manter acesso ao mercado europeu.
O CBAM deixa de ser apenas uma barreira comercial e se consolida como um novo critério de competitividade global.
Indústrias com menor intensidade de carbono tendem a ganhar vantagem comercial frente a concorrentes menos preparados.
Para a indústria catarinense, o tema exige atenção imediata, considerando a forte relação do estado com o mercado europeu.
A adaptação envolve investimentos em mensuração de emissões, eficiência energética e estratégias de descarbonização.
Além de adequações técnicas, o processo demanda planejamento estratégico e acesso a informações qualificadas.
A FIESC tem atuado no apoio às empresas, orientando sobre as exigências do CBAM e estimulando práticas alinhadas à economia de baixo carbono.
No contexto do Comércio Exterior, o mecanismo redefine regras de acesso ao mercado europeu e reforça a sustentabilidade como fator central nas decisões de importação e exportação.

“Ibovespa fecha acima dos 181 mil pontos pela 1ª vez; dólar cai a R$ 5,20”

Publicado: 27/01/2026

Ibovespa fecha acima dos 181 mil pontos pela 1ª vez; dólar cai a R$ 5,20
Painel que acompanha as ações do Ibovespa • Cris Faga/NurPhoto via Getty Images

Fluxo de capital estrangeiro, inflação abaixo do esperado e expectativa de juros menores impulsionam ativos brasileiros e fortalecem o real.

🌍💱 O mercado financeiro brasileiro registrou um marco histórico com o Ibovespa superando, pela primeira vez, os 181 mil pontos, refletindo um ambiente positivo para ativos domésticos.
O movimento foi impulsionado pela divulgação de dados de inflação abaixo do esperado, reforçando a percepção de controle inflacionário no Brasil.
A prévia do IPCA-15 mostrou desaceleração em janeiro, aumentando a confiança do mercado na eficácia da política monetária.
Com isso, cresceu a expectativa de cortes de juros ainda em 2026, o que favoreceu ações ligadas a commodities e ao setor financeiro.
Empresas como Petrobras, Vale e grandes bancos lideraram os ganhos, sustentadas pela perspectiva de custos financeiros menores.
O fluxo contínuo de investidores estrangeiros para a bolsa brasileira teve papel central na valorização do índice.
Paralelamente, o dólar recuou para R$ 5,20, o menor patamar desde maio de 2024.
A queda da moeda norte-americana foi influenciada tanto pelo cenário externo quanto pelo diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos.
Para o Comércio Exterior, um câmbio mais valorizado tende a reduzir custos de importação, especialmente de insumos e bens de capital.
Por outro lado, pode pressionar a competitividade de exportadores no curto prazo.
A expectativa de manutenção da Selic em 15% nesta reunião do Copom mantém o foco do mercado nos próximos passos da política monetária.
Investidores também monitoram as decisões do Federal Reserve e a temporada de balanços nos Estados Unidos.
O cenário global segue marcado por incertezas geopolíticas, mas com sinais positivos para mercados emergentes.
Nesse contexto, o Brasil se destaca como destino atrativo de capital, influenciando câmbio, mercado acionário e condições de financiamento.
Esses movimentos têm impacto direto sobre decisões de importação, exportação e planejamento financeiro das empresas de Comércio Exterior.

“CMA CGM confirma perda de 58 contêineres no Mediterrâneo e aciona autoridades após incidente próximo a Malta”

Publicado: 27/01/2026

CMA CGM confirma perda de 58 contêineres no Mediterrâneo e aciona autoridades após incidente próximo a Malta
Empresa francesa comunica autoridades, envia navio a Malta para inspeção e afirma que não havia cargas perigosas entre os contêineres perdidos durante travessia rumo ao Levante

Incidente causado por condições climáticas adversas mobiliza autoridades marítimas e reacende debates sobre segurança e gestão de riscos nas rotas internacionais.

🌍🚢 A armadora francesa CMA CGM confirmou a perda de 58 contêineres no Mediterrâneo, em águas próximas a Malta, durante a travessia do porta-contêineres CMA CGM Tiga.
O incidente ocorreu em 20 de janeiro de 2026 e foi atribuído a condições meteorológicas adversas enfrentadas na rota entre a Europa e o Levante.
Segundo a empresa, não houve feridos nem danos estruturais graves ao navio, que permanece apto para navegação.
A CMA CGM informou que os contêineres perdidos não transportavam cargas perigosas, reduzindo riscos ambientais imediatos.
Mesmo assim, autoridades marítimas e ambientais foram prontamente acionadas para monitorar a situação.
O navio foi direcionado a Malta para inspeção técnica detalhada e verificação da integridade da carga remanescente.
A companhia afirmou que manterá contato direto com os clientes afetados, oferecendo suporte e atualizações logísticas.
Perdas de contêineres em rotas estratégicas como o Mediterrâneo impactam cadeias globais de suprimentos e prazos de entrega.
O episódio reforça a relevância da gestão de riscos climáticos no transporte marítimo internacional.
Também evidencia a importância de protocolos rigorosos de amarração e monitoramento de cargas.
Para o Comércio Exterior, incidentes desse tipo podem gerar custos adicionais, atrasos e revisões contratuais.
Autoridades costeiras tendem a intensificar a vigilância em áreas de tráfego intenso após ocorrências semelhantes.
O caso reacende discussões sobre regulação, segurança marítima e cooperação internacional entre armadores e governos.
Em um cenário de cadeias logísticas cada vez mais integradas, a previsibilidade operacional segue como fator crítico.
O episódio destaca como eventos climáticos extremos podem afetar diretamente o comércio internacional.

“SC Day em Berna reúne 40 empresários suíços e brasileiros em torno de potenciais parcerias com Santa Catarina”

Publicado: 27/01/2026

SC Day em Berna reúne 40 empresários suíços e brasileiros em torno de potenciais parcerias com Santa Catarina
Fotos: Bern Economic Development Agency l Divulgação

Missão oficial ativa acordo com o Cantão de Berna e abre caminho para cooperação em inovação, tecnologia e investimentos internacionais.

🌍 O SC Day em Berna reuniu mais de 40 empresários catarinenses e suíços, além de autoridades e representantes do ecossistema europeu de inovação, fortalecendo a agenda de comércio internacional de Santa Catarina.
O encontro marcou a ativação prática do memorando de entendimento firmado entre o Estado e o Cantão de Berna, ampliando oportunidades de parcerias comerciais e tecnológicas.
Durante o evento, empresas catarinenses apresentaram cases de inovação e internacionalização, demonstrando capacidade competitiva em mercados globais.
Setores como indústria avançada, inteligência artificial, tecnologia aplicada e novos negócios estiveram no centro das discussões.
A vice-governadora Marilisa Boehm destacou indicadores econômicos de Santa Catarina e o ambiente favorável à atração de investimentos estrangeiros.
A InvestSC reforçou a segurança jurídica e a competitividade do estado como destino estratégico para empresas internacionais.
O apoio institucional da FIESC fortaleceu a conexão entre o setor produtivo catarinense e o mercado suíço.
Para o Governo do Estado, o SC Day representa um avanço concreto na inserção internacional das empresas catarinenses.
A programação incluiu visitas a centros de excelência em Indústria 4.0, manufatura avançada, saúde, biotecnologia e robótica.
Com isso, Santa Catarina se consolida como um parceiro confiável para cooperação internacional, ampliando sua presença nas cadeias globais de valor.

“IPCA-15: Prévia da inflação perde fôlego e vai a 0,2% em janeiro, diz IBGE”

Publicado: 27/01/2026

IPCA-15: Prévia da inflação perde fôlego e vai a 0,2% em janeiro, diz IBGE
IPCA-15: Prévia da inflação perde fôlego e vai a 0,2% em janeiro, diz IBGE | ABERTURA DE MERCADO

Desaceleração da inflação reforça expectativa de manutenção dos juros no curto prazo e reacende debates sobre cortes à frente.

💱🌍 A prévia da inflação brasileira, medida pelo IPCA-15, registrou alta de 0,20% em janeiro, abaixo das expectativas do mercado e em desaceleração frente ao mês anterior.
Com o resultado, o índice acumulou variação de 4,50% em 12 meses, exatamente no teto da meta do Banco Central.
O dado foi divulgado às vésperas da primeira reunião do Copom em 2026, fortalecendo a percepção de estabilidade da Selic no curto prazo.
Analistas avaliam que o comportamento mais benigno da inflação abre espaço para cortes de juros a partir de março.
Para o Comércio Exterior, a perspectiva de juros menores pode favorecer investimentos produtivos e reduzir custos financeiros.
Entre os grupos analisados, Habitação e Transportes apresentaram queda, contribuindo para o resultado mais contido do índice.
A redução da energia elétrica residencial, com a adoção da bandeira verde, teve impacto relevante na desaceleração inflacionária.
Por outro lado, Saúde e cuidados pessoais lideraram as altas, influenciadas por reajustes em planos de saúde e itens de higiene.
Alimentação e bebidas, grupo de maior peso, voltou a acelerar, pressionada por alimentos in natura como tomate, batata e carnes.
Já itens importantes para a cadeia de consumo, como leite, arroz e café, registraram queda de preços.
Nos Transportes, a forte redução das passagens aéreas ajudou a compensar a alta dos combustíveis.
O cenário inflacionário mais controlado tende a impactar positivamente o câmbio, influenciando custos de importação.
Para exportadores, a combinação entre inflação sob controle e possível afrouxamento monetário pode melhorar a previsibilidade.
O resultado do IPCA-15 reforça a leitura de que a política monetária começa a produzir efeitos mais consistentes.
Esse ambiente macroeconômico é relevante para decisões estratégicas de empresas ligadas ao Comércio Exterior em 2026.

“Acordos abrem mercados; competências constroem o desenvolvimento”

Publicado: 28/01/2026

Acordos abrem mercados; competências constroem o desenvolvimento
Uma das vias do acordo envolve cadeias de valor baseadas em commodities (Freepik)

Em um comércio global mais fragmentado, o acordo Mercosul–União Europeia destaca a sofisticação produtiva e a captura de valor como caminhos estratégicos para o desenvolvimento industrial.

🌍📦 O acordo Mercosul–União Europeia surge como um instrumento estratégico em um cenário de comércio internacional cada vez mais marcado por incertezas, barreiras e fragmentação das regras globais.
Quando concluídos os trâmites para sua entrada em vigor, o acordo pode oferecer maior previsibilidade e segurança para exportadores, com oportunidades distintas conforme o perfil produtivo de cada país e setor.
Para o Comércio Exterior brasileiro, o principal desafio não está apenas na ampliação dos volumes exportados, mas na capacidade de capturar mais valor nas cadeias industriais.
O texto destaca que cadeias baseadas em commodities tendem a se beneficiar naturalmente do acordo, mas possuem limites estruturais como vetor de desenvolvimento.
A maior oportunidade está na exportação de bens manufaturados e semimanufaturados mais sofisticados, alinhados às exigências do mercado europeu.
Nesse contexto, atributos como engenharia, certificações, padronização, rastreabilidade e sustentabilidade verificável tornam-se decisivos para competir.
A evolução da logística internacional, com avanços em sistemas de frio, transporte aéreo e coordenação digital, já permite atender nichos europeus exigentes, inclusive com produções especializadas e perecíveis.
No entanto, o desenvolvimento dessas competências não ocorre automaticamente com a abertura de mercados.
Ele depende de decisões estratégicas, investimentos produtivos e coordenação entre empresas, associações setoriais e políticas públicas.
Exemplos internacionais mostram que a captura de valor está ligada à inovação aplicada, design, certificações e governança ao longo das cadeias produtivas.
Casos como alimentos funcionais na Dinamarca, madeira engenheirada na Áustria e lácteos premium na Nova Zelândia ilustram esse movimento.
No Brasil, iniciativas em cafés especiais, cacau, frutas, vinhos, queijos e móveis indicam potencial semelhante.
Para o Comércio Exterior, o acordo com a União Europeia pode ser um propulsor da transformação produtiva.
Isso exige ir além das vantagens comparativas naturais e investir deliberadamente em competências industriais.
Sem esse salto qualitativo, o país pode até exportar mais, mas continuará com baixo impacto no desenvolvimento econômico de longo prazo.

“Itajaí assina parceria e confirma a realização do Marina Itajaí Boat Show”

Publicado: 28/01/2026

Itajaí assina parceria e confirma a realização do Marina Itajaí Boat Show
Foto: Divulgação Secom

Evento náutico consolida Itajaí como polo estratégico da indústria naval, impulsionando negócios, turismo e cadeias produtivas ligadas ao comércio internacional.

⚓🌍 A cidade de Itajaí confirmou a realização do Marina Itajaí Boat Show 2026, que acontecerá entre 2 e 5 de julho, reforçando seu protagonismo no setor náutico brasileiro.
A parceria firmada pela prefeitura garante a continuidade de um dos principais eventos do segmento no país.
Itajaí se destaca como polo nacional da indústria náutica, responsável por cerca de 70% da produção de embarcações de luxo no Brasil.
A Marina Itajaí, uma das mais modernas do país, oferece infraestrutura diferenciada, com estandes flutuantes e experiências reais de navegação.
O setor náutico local emprega aproximadamente 3,5 mil pessoas de forma direta, abrangendo construção naval, serviços e atividades correlatas.
Na edição de 2025, o evento atraiu mais de 22 mil visitantes qualificados e movimentou mais de R$ 300 milhões em negócios.
A alta geração de negócios impacta diretamente cadeias produtivas ligadas à indústria, logística, serviços e comércio exterior.
O Boat Show também impulsiona o turismo, com ocupação hoteleira próxima de 100% durante o período do evento.
Organizado pelo Grupo Náutica, o circuito Boat Show movimenta mais de R$ 1 bilhão por edição no Brasil.
Grande parte das embarcações comercializadas nos eventos envolve insumos importados e processos de exportação.
Para o Comércio Exterior, o evento fortalece conexões entre fabricantes, fornecedores, compradores internacionais e operadores logísticos.
A consolidação de Itajaí como hub náutico amplia oportunidades de exportação de embarcações e componentes.
Além disso, estimula investimentos em infraestrutura portuária e serviços especializados.
O Boat Show posiciona a cidade como vitrine internacional da indústria naval brasileira.
Esse ambiente favorece a integração entre desenvolvimento regional, inovação industrial e comércio internacional.

“FIESC vê como positiva construção dos túneis do Morro dos Cavalos e transferência para Motiva (CCR)”

Publicado: 28/01/2026

FIESC vê como positiva construção dos túneis do Morro dos Cavalos e transferência para Motiva (CCR)
Trecho Norte da BR-101 demanda muitas obras para melhorar segurança e fluidez.(Foto: Arteris Litoral Sul)

Medida busca reduzir gargalos logísticos na BR-101, ampliar a segurança viária e minimizar impactos tarifários no principal corredor econômico catarinense.

🚢 A construção dos dois túneis no Morro dos Cavalos, na BR-101, foi avaliada como estratégica para a logística de Santa Catarina, especialmente para o escoamento da produção industrial e o fluxo de cargas no litoral.
A decisão do Ministério dos Transportes de incorporar a obra à concessão da Motiva (CCR), responsável pelo trecho Sul, atende a uma demanda apresentada pela FIESC à ANTT.
O trecho é considerado um dos principais corredores logísticos do estado, conectando polos industriais e portuários relevantes para o comércio exterior.
O Morro dos Cavalos é apontado como um dos maiores gargalos da rodovia, com interdições frequentes que elevam riscos operacionais e custos logísticos.
Para a indústria, a solução estrutural reduz incertezas no transporte rodoviário de mercadorias destinadas à exportação e à distribuição interna.
A incorporação ao trecho Sul tende a gerar menor impacto tarifário, já que o pedágio é inferior ao do trecho Norte.
A entidade também defende transparência quanto aos efeitos da obra nas tarifas e no modelo de concessão.
Além disso, a FIESC sugeriu a ampliação do prazo da nova concessão da BR-101 Norte, permitindo a inclusão de melhorias estruturantes no longo prazo.
O objetivo é elevar a eficiência, segurança e previsibilidade do corredor litorâneo, fundamental para a competitividade catarinense.
A modernização da infraestrutura rodoviária fortalece a integração entre indústria, portos e mercados consumidores, impactando diretamente a performance do comércio exterior regional.

“Evento na Suíça fortalece Santa Catarina como plataforma internacional de inovação e negócios”

Publicado: 28/01/2026

Evento na Suíça fortalece Santa Catarina como plataforma internacional de inovação e negócios
SC Day em Berna, na Suíça – Fotos Berna Invest / Divulgação

Missão internacional em Berna amplia cooperação tecnológica, atrai investimentos e posiciona o estado como elo estratégico entre Europa e América do Sul.

🌍🤝 O SC Day realizado em Berna, na Suíça, reforçou Santa Catarina como um ambiente confiável para negócios internacionais, inovação e cooperação tecnológica.
O evento marcou a evolução das relações institucionais para parcerias comerciais e técnicas com potencial de resultados concretos no curto e médio prazo.
Autoridades catarinenses apresentaram o estado como uma plataforma estratégica para a internacionalização de empresas e atração de investimentos europeus.
A vice-governadora destacou o foco na abertura de mercados para empresas catarinenses e no estímulo a investimentos estrangeiros diretos.
Representantes do setor produtivo avaliaram o encontro como um avanço no posicionamento de Santa Catarina como porta de entrada para a América Latina.
A cooperação com o Cantão de Berna foi fortalecida após a assinatura de memorando de entendimento e visitas a ecossistemas de inovação suíços.
Áreas como manufatura avançada, saúde, inteligência artificial e sustentabilidade estiveram no centro das discussões.
Um dos destaques foi o anúncio de um centro de Pesquisa e Desenvolvimento na Suíça por empresa catarinense de nanotecnologia.
A iniciativa amplia o potencial de exportação de produtos de maior valor agregado e intensivos em tecnologia.
Também foi confirmada uma missão empresarial suíça a Santa Catarina em março, fortalecendo o intercâmbio bilateral.
Para o Comércio Exterior, o evento amplia oportunidades de exportação, parcerias tecnológicas e atração de capital estrangeiro.
A aproximação com a Suíça reforça padrões de inovação, qualidade e competitividade internacional.
Santa Catarina se consolida como destino estratégico para empresas globais interessadas na América do Sul.
A agenda internacional contribui para diversificar mercados e reduzir riscos nas relações comerciais externas.
O SC Day evidencia o papel do estado na integração entre cadeias globais de valor, inovação e comércio internacional.

“Governo de Santa Catarina contabiliza mais de R$ 5 bilhões em investimentos em infraestrutura”

Publicado: 28/01/2026

Governo de Santa Catarina contabiliza mais de R$ 5 bilhões em investimentos em infraestrutura
Foto: Thiago Kaue / SECOM

Com aportes recordes, Estado amplia malha viária, fortalece corredores logísticos e cria bases para maior competitividade no comércio exterior.

🚢 O Governo de Santa Catarina vive um dos maiores ciclos de investimentos em infraestrutura de sua história, com mais de R$ 5,15 bilhões aplicados em rodovias, acessos logísticos e parcerias com municípios, impactando diretamente o comércio exterior.
O volume de recursos mais que dobrou em relação ao período anterior, refletindo um planejamento focado em logística, mobilidade e escoamento da produção industrial, agroindustrial e portuária.
Obras estratégicas, como a conclusão do Trevo de Maravilha e das alças de acesso da BR-101 à SC-486, em Itajaí, melhoram a fluidez do tráfego e reduzem gargalos para operações de importação e exportação.
O Programa Estrada Boa elevou para 84% o percentual de rodovias estaduais em condições boas ou ótimas, fortalecendo a conexão entre polos produtivos e portos catarinenses.
Ao todo, já são dezenas de obras concluídas e em andamento, com financiamento que inclui recursos internacionais, ampliando a capacidade logística do estado.
Os convênios com municípios também aceleram melhorias em vias urbanas e rurais, essenciais para o transporte de cargas e acesso a terminais portuários.
O Estrada Boa Rural expande a pavimentação no interior, impulsionando a produção agrícola e sua integração às cadeias de exportação.
Outro destaque é a Via Mar, projeto estratégico que criará uma alternativa à BR-101, melhorando o escoamento de cargas no Litoral Norte.
Com esses investimentos, Santa Catarina reforça sua posição como hub logístico competitivo, preparado para sustentar o crescimento das operações de comércio internacional.

“Em Nova Veneza, governador assina ordem de serviço para pavimentação da Rodovia Transpolenteira”

Publicado: 28/01/2026

Em Nova Veneza, governador assina ordem de serviço para pavimentação da Rodovia Transpolenteira
Foto: Marllon Legnaghi/ GOVSC

Com aportes recordes, Estado amplia malha viária, fortalece corredores logísticos e cria bases para maior competitividade no comércio exterior.

🚢 O Governo de Santa Catarina vive um dos maiores ciclos de investimentos em infraestrutura de sua história, com mais de R$ 5,15 bilhões aplicados em rodovias, acessos logísticos e parcerias com municípios, impactando diretamente o comércio exterior.
O volume de recursos mais que dobrou em relação ao período anterior, refletindo um planejamento focado em logística, mobilidade e escoamento da produção industrial, agroindustrial e portuária.
Obras estratégicas, como a conclusão do Trevo de Maravilha e das alças de acesso da BR-101 à SC-486, em Itajaí, melhoram a fluidez do tráfego e reduzem gargalos para operações de importação e exportação.
O Programa Estrada Boa elevou para 84% o percentual de rodovias estaduais em condições boas ou ótimas, fortalecendo a conexão entre polos produtivos e portos catarinenses.
Ao todo, já são dezenas de obras concluídas e em andamento, com financiamento que inclui recursos internacionais, ampliando a capacidade logística do estado.
Os convênios com municípios também aceleram melhorias em vias urbanas e rurais, essenciais para o transporte de cargas e acesso a terminais portuários.
O Estrada Boa Rural expande a pavimentação no interior, impulsionando a produção agrícola e sua integração às cadeias de exportação.
Outro destaque é a Via Mar, projeto estratégico que criará uma alternativa à BR-101, melhorando o escoamento de cargas no Litoral Norte.
Com esses investimentos, Santa Catarina reforça sua posição como hub logístico competitivo, preparado para sustentar o crescimento das operações de comércio internacional.

“FIESC investe R$ 391,4 milhões em Santa Catarina em 2025, mostra relatório anual”

Publicado: 30/01/2026

FIESC investe R$ 391,4 milhões em Santa Catarina em 2025, mostra relatório anual
Publicação cita total de matrículas, organizações atendidas, vacinas aplicadas etc (Reprodução)

Relatório anual detalha ações em educação, inovação, apoio à indústria e defesa institucional em um ano marcado por desafios tarifários e fortalecimento do setor produtivo.

🏭 A FIESC destinou R$ 391,4 milhões em 2025 para iniciativas voltadas ao fortalecimento da indústria catarinense, conforme aponta seu Relatório Anual.
O documento reúne indicadores e ações do sistema FIESC, incluindo SESI/SC, SENAI/SC, IEL/SC e CIESC, com impacto direto na competitividade empresarial.
Entre os destaques estão 245,3 mil matrículas em educação básica e profissional, ampliando a qualificação de mão de obra estratégica para o comércio exterior.
Também foram registrados 592 mil procedimentos em Saúde e Segurança do Trabalho e atendimento a 24,9 mil organizações.
Para o setor industrial, a formação técnica e a qualificação profissional são pilares para ganho de produtividade e inserção em mercados internacionais.
O relatório cita ainda o programa DesTarifaço, criado para apoiar empresas impactadas por tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos ao Brasil.
A iniciativa reforça a atuação institucional diante de barreiras comerciais que afetam a competitividade das exportações brasileiras.
A entidade também manteve posicionamento em defesa do equilíbrio fiscal, sem aumento de impostos que onerem capital e investimentos.
A indústria catarinense emprega 934,3 mil pessoas, representando 36,7% dos trabalhadores do estado, evidenciando seu peso econômico.
O fortalecimento do setor industrial impacta diretamente a capacidade exportadora de Santa Catarina.
Ao investir em qualificação, inovação e representação institucional, a FIESC contribui para consolidar o estado como polo industrial competitivo.
Em um cenário global de pressões tarifárias e disputas comerciais, ações estruturadas de apoio à indústria tornam-se estratégicas para manter presença e expansão nos mercados internacionais.

“Porto de Imbituba participa do Road Show Chapecó e reforça conexão com o Oeste Catarinense”

Publicado: 30/01/2026

Autoridade portuária apresenta soluções logísticas, dialoga com a agroindústria e amplia oportunidades de negócios para integrar a região aos mercados globais.

🚢 O Porto de Imbituba participou do Road Show Chapecó para estreitar relações com o setor produtivo do Oeste Catarinense e ampliar a integração logística regional.
O encontro reuniu empresários, operadores e representantes da comunidade portuária com foco na geração de oportunidades em exportação e importação.
Durante o evento, foram apresentadas a infraestrutura, os serviços disponíveis e as soluções logísticas oferecidas pelo porto.
A iniciativa destacou o papel estratégico de Imbituba como alternativa competitiva para o escoamento da produção do Oeste.
A região é forte na agroindústria, especialmente em proteína animal e grãos, segmentos altamente dependentes de eficiência portuária.
A comitiva também realizou visita técnica à Cooperativa Aurora, reforçando o diálogo com um dos principais players exportadores do estado.
O objetivo foi compreender demandas específicas e construir soluções logísticas sob medida para ampliar competitividade.
O Road Show funcionou como espaço de troca de experiências e fortalecimento de parcerias comerciais.
A autoridade portuária ressaltou a importância de conectar o interior catarinense aos mercados nacionais e internacionais.
Ao se posicionar como elo estratégico entre produção e mercado externo, o Porto de Imbituba amplia sua presença no fluxo de cargas do estado.
A aproximação com polos produtivos fortalece a diversificação de rotas e reduz gargalos logísticos.
A ação integra uma agenda contínua de relacionamento institucional em diferentes regiões de Santa Catarina.
Para o comércio exterior, iniciativas como essa contribuem para maior previsibilidade operacional e alternativas logísticas mais eficientes.
A integração entre porto e setor produtivo é fator determinante para ganho de escala e competitividade internacional.
Com isso, o Porto de Imbituba reforça seu papel no desenvolvimento econômico e na expansão das exportações catarinenses.

[NEWS]COMEX

Balança Comercial

Atualizado em 06/01/2026

Comércio Exterior Brasileiro

US$ bilhões (FOB)

 
31,0 21,4 52,4 + 9,6
Exportação
Importação
Corrente de Comércio
Saldo Comercial
Período: Dezembro/2025
Facebook
LinkedIn
Pinterest
WhatsApp
Email

Artigos

Assine Newsletter

Acompanhe novidades e tenha acesso a atualizações sobre o Comex.

Horários

Estamos ansiosos para entender suas necessidades e colaborar no sucesso

© 2023 Todos os direitos reservados.