[NEWS]COMEX - Week 17 | 2026

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“Finep apresenta linhas de apoio à inovação para empresas de SC”

Publicado: 20/04/2026

Finep apresenta linhas de apoio à inovação para empresas de SC
Foto: Freepik

Recursos bilionários destravam inovação em SC e redesenham a competitividade das cadeias logísticas e industriais.

🌍 Santa Catarina entra no radar estratégico da inovação com a mobilização da Finep, que disponibiliza R$ 3,3 bilhões em recursos não reembolsáveis para empresas que buscam acelerar sua transformação tecnológica. A iniciativa, em parceria com a FIESC, percorre polos estratégicos do estado, conectando indústria, startups e instituições de ciência e tecnologia a linhas de financiamento com juros subsidiados — um movimento que impacta diretamente a eficiência operacional e a competitividade no comércio exterior.

Para empresas do Vale do Itajaí e do ecossistema portuário catarinense, o acesso a esses recursos representa uma oportunidade concreta de modernizar processos logísticos, investir em automação, digitalização e inteligência de dados — pilares essenciais para operações mais ágeis e resilientes no cenário global. Em um contexto onde custos logísticos e previsibilidade são decisivos, inovar deixa de ser diferencial e passa a ser pré-requisito.

A presença de entidades como Sebrae e ACATE reforça a criação de um ambiente colaborativo, conectando tecnologia à indústria tradicional — um fator crítico para exportadores e importadores que buscam ganho de escala e integração de cadeia.

Na prática, isso se traduz em operações mais inteligentes, redução de gargalos e maior capacidade de adaptação às oscilações do mercado internacional. Para quem atua com importação e exportação, especialmente via os portos catarinenses, o avanço tecnológico impulsionado por essas iniciativas tende a elevar o padrão de competitividade regional, posicionando Santa Catarina como um hub ainda mais estratégico no comércio global.

O movimento é claro: inovação financiada hoje é eficiência operacional amanhã — e vantagem competitiva sustentável no longo prazo.

“Portonave marca presença na maior feira de logística da América do Sul”

Publicado: 20/04/2026

Alta produtividade e novos investimentos posicionam Navegantes como referência logística de classe mundial.

🚢 A Portonave reforça seu protagonismo no cenário logístico ao consolidar presença estratégica na Intermodal South America, evidenciando indicadores de excelência operacional e um robusto plano de expansão. Localizada no coração do Vale do Itajaí, a companhia se destaca como um dos principais vetores de competitividade do comércio exterior brasileiro.

Com liderança nacional em produtividade de navios, atingindo média de 114 movimentos por hora (MPH) segundo a ANTAQ, o terminal estabelece um novo patamar de eficiência operacional — reduzindo tempo de escala, otimizando custos logísticos e aumentando a previsibilidade das operações.

O plano de investimentos de R$ 2 bilhões reforça essa trajetória, com ampliação da capacidade para até 2 milhões de TEUs/ano, modernização do cais para receber navios de até 400 metros e novos equipamentos de alta performance. Esses avanços elevam a capacidade de atendimento a cargas dry e reefer, segmentos estratégicos para exportadores da região.

Além da performance, a Portonave avança em sustentabilidade, com iniciativas de neutralização de carbono e foco em descarbonização — alinhando eficiência operacional às exigências ambientais do mercado global.

Para empresas que operam no comércio exterior, especialmente no Vale do Itajaí, o impacto é direto: maior fluidez nas operações, ganho de escala e acesso a uma infraestrutura portuária de padrão internacional.

Na prática, a evolução da Portonave consolida um ambiente logístico mais competitivo, tecnológico e preparado para atender às demandas de cadeias globais cada vez mais exigentes.

“Missão da FIESC à Espanha abre caminho para novos negócios na Europa”

Publicado: 20/04/2026

Missão da FIESC à Espanha abre caminho para novos negócios na Europa
Visita à empresa Acciona

Conexões estratégicas com a Europa reposicionam SC como hub competitivo no eixo Mercosul–UE.

🌍 A missão internacional liderada pela FIESC na Espanha marca um avanço decisivo na estratégia de internacionalização da indústria catarinense, ampliando conexões com mercados-chave da Europa e da África. Em um cenário impulsionado pelo acordo Mercosul–União Europeia, o movimento fortalece o posicionamento de Santa Catarina — especialmente o Vale do Itajaí — como plataforma logística e comercial de alto valor agregado.

Com agendas em polos estratégicos como Madri e Ilhas Canárias, incluindo interações com câmaras de comércio e autoridades portuárias como a Autoridade Portuária de Las Palmas, a missão evidencia a importância da integração entre indústria e logística internacional para geração de novos negócios. O foco em setores como máquinas e equipamentos, agroindústria, energia e tecnologia reforça o potencial exportador do estado.

Os números confirmam essa relevância: em 2025, Santa Catarina exportou US$ 98,75 milhões para a Espanha, com destaque para proteínas, madeira e bens industriais, enquanto as importações atingiram US$ 322 milhões, puxadas por insumos estratégicos e produtos de alto valor agregado. Esse fluxo bilateral cria oportunidades concretas para otimização de rotas, diversificação de fornecedores e ganho de competitividade.

Para empresas que operam via o Complexo Portuário do Itajaí-Açu, esse avanço representa acesso ampliado a mercados e maior previsibilidade nas operações internacionais. A Espanha se consolida como porta de entrada para o mercado europeu, abrindo novas frentes logísticas e comerciais que exigem inteligência operacional e integração de cadeia.

O cenário é claro: quem se posiciona agora com estratégia, conexão global e eficiência logística transforma العلاقات institucionais em vantagem competitiva real no comércio exterior.

“Inicia segunda etapa de expansão da rede de gás natural em Itajaí”

Publicado: 22/04/2026

Inicia segunda etapa de expansão da rede de gás natural em Itajaí
Projeto de infraestrutura divido em três fases acumula investimento de R$ 12 milhões para construir 28 km de rede na cidade – Foto: Comunicação/SCGÁS

Infraestrutura energética avança em Itajaí e eleva a eficiência operacional das cadeias industriais e logísticas.

📦 A expansão da rede de gás natural em Itajaí, liderada pela SCGÁS, entra em sua segunda fase consolidando um investimento estratégico de R$ 12 milhões em infraestrutura energética. Com previsão de 28 km de rede até 2027, o projeto fortalece diretamente a base operacional do Vale do Itajaí — uma das regiões mais relevantes para o comércio exterior catarinense.

A nova etapa, com cerca de 11 km em implantação em corredores urbanos estratégicos, amplia o acesso a uma fonte energética mais estável, eficiente e competitiva. Para indústrias exportadoras e operadores logísticos conectados ao Complexo Portuário do Itajaí-Açu, isso representa redução de custos operacionais, maior previsibilidade energética e ganhos de produtividade — fatores críticos para competitividade internacional.

O uso do Método Não Destrutivo (MND) nas obras reforça a aplicação de tecnologia para acelerar entregas e minimizar impactos urbanos, refletindo um modelo de infraestrutura alinhado às demandas modernas de eficiência e sustentabilidade. Essa abordagem reduz riscos operacionais e contribui para a continuidade das atividades logísticas na região.

Na prática, a ampliação da rede de gás natural cria um ambiente mais favorável para atração de investimentos industriais, expansão de plantas produtivas e fortalecimento da cadeia exportadora. Setores intensivos em energia, como cerâmica, metalmecânico e alimentos, tendem a se beneficiar diretamente, elevando o nível de competitividade dos produtos catarinenses no mercado global.

Para empresas que operam com importação e exportação, o avanço da infraestrutura energética em Itajaí não é apenas uma melhoria urbana — é um vetor estratégico que impacta custos, eficiência e capacidade de escala. Em um cenário onde cada ganho operacional conta, a evolução da base energética posiciona o Vale do Itajaí como um hub ainda mais robusto e preparado para os desafios do comércio internacional.

“Porto cumpre as metas do Movimento Nacional ODS Santa Catarina”

Publicado: 22/04/2026

Compromisso ESG fortalece a posição de SC como hub logístico alinhado às exigências globais.

🚢 O Porto de São Francisco do Sul reafirma seu protagonismo ao cumprir integralmente as metas do Movimento Nacional ODS Santa Catarina em 2025, consolidando uma operação alinhada às diretrizes globais de sustentabilidade. O reconhecimento reforça o papel estratégico do porto na construção de uma cadeia logística mais eficiente, transparente e responsável.

Ao atender todos os compromissos estabelecidos — incluindo ações estruturadas, campanhas e relatórios de acompanhamento — o porto demonstra maturidade na incorporação de práticas ESG ao seu modelo operacional. Esse avanço não apenas fortalece sua governança, mas também amplia sua atratividade frente a mercados internacionais cada vez mais exigentes.

Para o ecossistema do Vale do Itajaí e demais corredores logísticos de Santa Catarina, o impacto é direto: operar em um ambiente portuário comprometido com sustentabilidade eleva o padrão das exportações, facilita o acesso a mercados regulados e reduz riscos associados a compliance ambiental.

Além disso, empresas que integram cadeias conectadas a portos com certificações e reconhecimento ESG tendem a ganhar vantagem competitiva em negociações internacionais, especialmente com parceiros europeus e norte-americanos.

Na prática, o alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável deixa de ser um diferencial institucional e passa a ser um ativo estratégico para toda a cadeia de comércio exterior. Em um cenário global orientado por critérios ambientais e sociais, estar conectado a hubs logísticos sustentáveis é o que garante continuidade, reputação e expansão de mercado.

“Porto de Imbituba e Polícia Federal firmam acordo para reforçar segurança com tecnologia e integração operacional”

Publicado: 22/04/2026

Porto de Imbituba e Polícia Federal firmam acordo para reforçar segurança com tecnologia e integração operacional
Foto: Ícaro Braga

Segurança portuária com tecnologia eleva o padrão operacional e reduz riscos na cadeia logística internacional.

🚢 O reforço na segurança do Porto de Imbituba, em parceria com a Polícia Federal do Brasil, marca um avanço estratégico na proteção das operações portuárias e no combate a crimes transnacionais. O acordo, com vigência de cinco anos, integra tecnologia de ponta e inteligência operacional para elevar o nível de controle em um dos ativos logísticos mais relevantes de Santa Catarina.

A utilização de drones aéreos, equipamentos subaquáticos (ROV) e embarcações dedicadas amplia significativamente a capacidade de monitoramento e resposta em tempo real. Essa infraestrutura, aliada ao compartilhamento de dados e imagens, cria um ambiente mais seguro e previsível — fator crítico para operações de importação e exportação.

Para o ecossistema logístico do estado, incluindo o Vale do Itajaí, o impacto é direto: redução de riscos associados a contrabando, descaminho e interrupções operacionais, além de maior conformidade com padrões internacionais de segurança. Em um cenário global cada vez mais rigoroso em compliance, portos que investem em controle e rastreabilidade ganham vantagem competitiva.

A atuação integrada do Núcleo Especial de Polícia Marítima (NEPOM) fortalece a presença institucional e amplia a capacidade de fiscalização, elevando a confiabilidade das operações e protegendo toda a cadeia logística — do embarque à entrega final.

Na prática, o movimento posiciona Santa Catarina como referência em segurança portuária no Brasil, criando um ambiente mais atrativo para investimentos e fluxos internacionais. Para empresas que dependem de previsibilidade, integridade de carga e eficiência operacional, esse avanço não é apenas institucional — é estratégico para sustentar competitividade no comércio exterior.

“Porto de São Francisco é reconhecido por atingir metas de sustentabilidade da ONU”

Publicado: 22/04/2026

Porto de São Francisco é reconhecido por atingir metas de sustentabilidade da ONU
Foto: Divulgação/PSFS

Sustentabilidade deixa de ser diferencial e passa a ser ativo estratégico na competitividade portuária global.

🚢 O Porto de São Francisco do Sul consolida seu protagonismo ao atingir integralmente os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, posicionando-se como referência em logística verde no Brasil. O reconhecimento valida uma transformação estrutural baseada em práticas ESG que impactam diretamente a eficiência e a reputação das operações portuárias.

Com iniciativas voltadas à descarbonização, gestão inteligente de resíduos via economia circular e otimização no uso de recursos como água e energia, o porto eleva o padrão operacional e reduz custos associados a ineficiências e desperdícios — um fator cada vez mais relevante para cadeias globais pressionadas por metas ambientais.

Para o ecossistema logístico de Santa Catarina, incluindo o Vale do Itajaí, o impacto é estratégico: empresas exportadoras e importadoras passam a operar em um ambiente alinhado às exigências internacionais de sustentabilidade, ampliando acesso a mercados mais rigorosos, especialmente na Europa e América do Norte.

Além disso, a consolidação de uma cultura ESG integrada a toda a cadeia — de operadores a parceiros logísticos — fortalece a rastreabilidade e a conformidade, elementos críticos para reduzir riscos regulatórios e garantir previsibilidade nas operações internacionais.

Na prática, o avanço posiciona Santa Catarina como um hub logístico mais competitivo, onde eficiência operacional e responsabilidade ambiental caminham juntas. Para quem atua no comércio exterior, integrar sustentabilidade à estratégia logística não é mais opcional — é o caminho para garantir acesso, escala e vantagem competitiva nos mercados globais.

“Em Campos Novos, Governo do Estado entrega 50 equipamentos agrícolas para modernizar a produção agrícola catarinense”

Publicado: 22/04/2026

Em Campos Novos, Governo do Estado entrega 50 equipamentos agrícolas para modernizar a produção agrícola catarinense
Fotos: Andreia Oliveira/SAPE

Modernização do agro em SC fortalece a base exportadora e impulsiona eficiência na cadeia logística.

📦 A entrega de 50 equipamentos agrícolas pelo Governo de Santa Catarina marca um avanço estratégico na modernização do setor agropecuário, com investimento de R$ 4,8 milhões voltado ao aumento de produtividade e eficiência no campo. A iniciativa, conduzida pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária, impacta diretamente a competitividade das cadeias produtivas que abastecem o comércio exterior.

Com a distribuição de tratores, colhedoras, implementos e equipamentos de precisão para 32 municípios, o estado fortalece sua capacidade de produção, especialmente em segmentos estratégicos como proteínas, grãos e derivados — pilares relevantes para exportação via os portos catarinenses, incluindo o Complexo do Vale do Itajaí.

Para operadores logísticos e empresas exportadoras, o reflexo é claro: maior previsibilidade de oferta, ganho de escala e padronização da qualidade dos produtos. Esses fatores reduzem gargalos na cadeia, otimizam o planejamento de embarques e ampliam a confiabilidade nas operações internacionais.

A mecanização e o aumento de eficiência no campo também contribuem para redução de custos produtivos e melhoria no aproveitamento de insumos, elevando a competitividade dos produtos catarinenses frente a mercados globais cada vez mais exigentes.

Na prática, o fortalecimento do agro não apenas sustenta o crescimento das exportações, mas também reforça a integração entre produção e logística — um ponto crítico para quem busca performance e consistência no comércio exterior. Em um cenário onde eficiência ponta a ponta define resultados, investir na base produtiva é acelerar toda a cadeia até o destino final.

“Portos de Imbituba e Laguna participam da Intermodal South America e fortalecem presença no setor logístico”

Publicado: 22/04/2026

Investimento em infraestrutura crítica eleva segurança operacional e destrava ganhos de eficiência logística.

🚢 A assinatura do contrato para reforço do molhe de abrigo do Porto de Imbituba marca um avanço estratégico na infraestrutura portuária do Sul do país, com investimento de aproximadamente R$ 74 milhões. A obra, que prevê elevação e fortalecimento estrutural, é um pilar essencial para garantir maior estabilidade nas operações marítimas e ampliar a capacidade de resposta do porto frente a condições adversas.

Com conclusão prevista para 2027, o projeto atua diretamente na segurança da navegação e da atracação, reduzindo riscos operacionais e minimizando interrupções — fatores críticos para cadeias logísticas que dependem de previsibilidade e fluidez. Para empresas que operam com importação e exportação, isso se traduz em menor exposição a atrasos e maior confiabilidade nos cronogramas.

O impacto se estende ao ecossistema logístico catarinense, incluindo o Vale do Itajaí, ao fortalecer a integração regional e elevar o padrão de infraestrutura disponível. Em paralelo às obras de expansão já em andamento, o Porto de Imbituba se posiciona para dobrar sua capacidade operacional, ampliando sua relevância no cenário nacional.

Além disso, melhorias estruturais como essa contribuem para a redução de custos logísticos ao otimizar janelas operacionais e aumentar a eficiência no uso de ativos portuários. Em um ambiente competitivo, cada ganho de produtividade representa vantagem direta no mercado internacional.

Na prática, o reforço do molhe não é apenas uma obra de engenharia — é um investimento em confiabilidade, escala e competitividade. Para quem atua no comércio exterior, operar em portos com infraestrutura robusta e visão de longo prazo é o que garante consistência e performance em um cenário global cada vez mais exigente.

“Carga de frango escondia cocaína que seria traficada para a Europa através de porto de SC”

Publicado: 22/04/2026

Carga de frango escondia cocaína que seria traficada para a Europa através de porto de SC
Cerca de 13kg da droga foram encontrados em Navegantes nessa quarta-feira (22) (Foto: Receita Federal, Divulgação)

Rigor nas fiscalizações redefine padrões de compliance e protege a integridade das operações internacionais.

🚢 A apreensão de 13,4 kg de cocaína em um contêiner refrigerado no terminal portuário de Navegantes, realizada pela Receita Federal do Brasil, reforça o nível de vigilância e inteligência aplicado aos fluxos logísticos em Santa Catarina. A droga, ocultada em carga regular de frango com destino ao Porto de Las Palmas, foi identificada por meio de scanner e monitoramento avançado — evidenciando a sofisticação dos mecanismos de controle.
O caso acende um alerta direto para empresas que operam no eixo exportador do Vale do Itajaí: o aumento das tentativas de uso indevido da cadeia logística eleva a exigência por compliance rigoroso, rastreabilidade e gestão de risco integrada. Em 2026, já são múltiplas ocorrências registradas nos portos catarinenses, consolidando um cenário de fiscalização intensificada.
Para exportadores, especialmente do setor de proteínas, o impacto é imediato: necessidade de reforço em processos de segurança, validação de cargas e auditorias operacionais para mitigar riscos reputacionais e evitar interrupções logísticas. A confiabilidade da cadeia passa a ser um ativo crítico na relação com mercados internacionais.
Ao mesmo tempo, o fortalecimento das ações da Receita Federal contribui para proteger operadores regulares, garantindo maior previsibilidade e segurança jurídica nas operações. Portos mais seguros tendem a reduzir riscos sistêmicos e aumentar a atratividade para o comércio global.
Na prática, o recado é claro: eficiência logística hoje exige inteligência, controle e transparência ponta a ponta. Em um ambiente cada vez mais monitorado, operar com parceiros estratégicos e processos robustos deixa de ser diferencial — e se torna condição essencial para competir no comércio exterior.

“Sebrae e Porto de Itajaí avançam nas exportações de banana para o mercado europeu”

Publicado: 23/04/2026

Abertura do mercado europeu transforma a banana catarinense em ativo estratégico de exportação.

📦 O avanço das exportações de banana via Porto de Itajaí, em parceria com o Sebrae, marca um movimento estratégico de diversificação de mercados para Santa Catarina. A iniciativa, integrada ao programa PEIEX, conecta produtores locais — especialmente do Vale do Itajaí — a um dos mercados mais exigentes e rentáveis do mundo: a Europa.

A articulação institucional e logística posiciona o Porto de Itajaí como protagonista na abertura desse novo corredor comercial, com foco inicial no mercado italiano. Esse movimento reduz a dependência histórica do Mercosul e amplia o potencial de geração de valor para a cadeia produtiva da bananicultura.

Para o comércio exterior, o impacto é direto: maior volume de cargas reefer, aumento da complexidade logística e necessidade de padrões elevados de qualidade, rastreabilidade e compliance. Esses fatores impulsionam a profissionalização da cadeia e elevam o nível competitivo dos exportadores catarinenses.

O suporte técnico ao produtor — com diagnóstico, adequação produtiva e inteligência de mercado — cria uma base sólida para operações internacionais sustentáveis e escaláveis. Isso se traduz em maior previsibilidade de oferta e fortalecimento da integração entre produção e logística.

Na prática, o avanço representa mais do que uma nova rota de exportação: é a consolidação de Santa Catarina como fornecedor confiável de alimentos no mercado global. Para empresas que atuam com importação e exportação, esse movimento abre oportunidades estratégicas em operações refrigeradas e amplia o protagonismo do Vale do Itajaí no cenário internacional.

"‘Atirar e matar’: Trump ordena que Marinha dos EUA ataque barcos que estejam colocando minas em Ormuz"

Publicado: 23/04/2026

‘Atirar e matar’: Trump ordena que Marinha dos EUA ataque barcos que estejam colocando minas em Ormuz
presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. — Foto: Allison Robbert/ EPA/Shutterstock

Escalada no Estreito de Ormuz pressiona cadeias globais e eleva o risco logístico no comércio internacional.

🌍 A tensão geopolítica no Estreito de Ormuz atinge um novo patamar após declarações do Donald Trump, que ordenou ações militares contra embarcações suspeitas de instalar minas na região. O movimento ocorre em um dos principais corredores marítimos do mundo, responsável por cerca de 20% do fluxo global de petróleo — tornando qualquer instabilidade um gatilho imediato para disrupções logísticas em escala global.

Com operações de desminagem podendo se estender por até seis meses, segundo o Pentágono, o impacto direto já se reflete no aumento do risco marítimo, elevação de custos de frete e seguros (war risk premium) e possíveis redirecionamentos de rotas internacionais.

Para empresas brasileiras — especialmente aquelas conectadas aos portos de Santa Catarina, como o Complexo do Vale do Itajaí — o cenário exige atenção estratégica. A volatilidade no fornecimento de energia, somada ao aumento dos custos logísticos globais, pode impactar diretamente importações de insumos e exportações de produtos industrializados e commodities.

Além disso, cadeias dependentes de rotas interligadas ao Oriente Médio ou influenciadas pelo preço do petróleo tendem a sofrer efeitos indiretos, como reajustes de frete marítimo, atrasos operacionais e pressão sobre contratos internacionais.

Na prática, o episódio reforça um ponto crítico: previsibilidade logística não depende apenas da operação local, mas da leitura antecipada de riscos globais. Em um ambiente cada vez mais sensível a eventos geopolíticos, estruturar operações com inteligência, diversificação de rotas e gestão ativa de risco deixa de ser diferencial — e passa a ser essencial para manter competitividade e continuidade no comércio exterior.

"Irã reforça controle de Ormuz após EUA suspenderem novos ataques"

Publicado: 23/04/2026

Irã reforça controle de Ormuz após EUA suspenderem novos ataques
Um navio aguarda para atravessar o Estreito de Ormuz, em Omã, em 8 de abril. Foto: Shady Alassar/Anadolu/Getty Images

Controle iraniano em Ormuz intensifica incertezas e exige redesenho estratégico das rotas globais.

🌍 A escalada no Estreito de Ormuz ganha novos contornos com a apreensão de navios pelo Irã, mesmo após a suspensão de ataques anunciada pelo Donald Trump. O cenário evidencia um ambiente de instabilidade prolongada em uma das principais artérias do comércio global, responsável por cerca de 20% do fluxo mundial de petróleo.

A incerteza sobre o cessar-fogo e o reforço do controle iraniano elevam o risco operacional no transporte marítimo, impactando diretamente custos de frete, seguros e previsibilidade das rotas internacionais. O bloqueio parcial da hidrovia cria gargalos logísticos e pressiona cadeias de suprimento em escala global.

Para empresas brasileiras, especialmente as conectadas ao Vale do Itajaí e aos portos catarinenses, os reflexos são imediatos: aumento de volatilidade nos custos logísticos, possíveis atrasos em importações estratégicas e impacto indireto nos preços de combustíveis — fator crítico para toda a matriz de transporte.

Além disso, a apreensão de embarcações sob alegações de irregularidades operacionais reforça a necessidade de compliance rigoroso, monitoramento de rotas e gestão ativa de riscos geopolíticos. Em um ambiente onde a navegação pode ser interrompida ou redirecionada, a resiliência logística passa a ser determinante.

Na prática, o episódio redefine o nível de complexidade do comércio internacional: operar com eficiência agora exige inteligência geopolítica, diversificação de rotas e planejamento dinâmico. Para quem busca competitividade sustentável, antecipar riscos e estruturar operações com parceiros estratégicos é o que separa exposição de controle no cenário global.

"Irã divulga VÍDEO do que diz ser apreensão de navios em Ormuz"

Publicado: 23/04/2026

Irã divulga VÍDEO do que diz ser apreensão de navios em Ormuz
Irã divulga vídeo do que diz ser apreensão de navios comerciais no Estreito de Ormuz

Apreensões em Ormuz elevam o risco sistêmico e exigem inteligência logística para manter a competitividade global.

🌍 A divulgação de imagens pelo Irã confirmando a apreensão de navios comerciais no Estreito de Ormuz intensifica o nível de alerta no comércio internacional. As ações, conduzidas pela Guarda Revolucionária, reforçam o controle sobre uma das principais rotas marítimas do mundo, responsável por aproximadamente 20% do fluxo global de petróleo e gás.

A interceptação de embarcações como MSC Francesca e Epaminondas, sob alegações de irregularidades operacionais, evidencia um ambiente de alto risco para armadores, exportadores e operadores logísticos. O impacto vai além da região: a instabilidade pressiona custos de frete, seguros marítimos e compromete a previsibilidade das cadeias globais.

Para empresas brasileiras — especialmente as conectadas ao Vale do Itajaí e aos portos catarinenses — o reflexo é direto. A volatilidade no transporte internacional pode gerar atrasos, reconfiguração de rotas e aumento de custos operacionais, afetando tanto importações estratégicas quanto exportações de alto valor agregado.

Além disso, o cenário exige um nível elevado de compliance e monitoramento contínuo das operações. A integridade documental, o rastreamento de cargas e a escolha de rotas seguras tornam-se fatores críticos para evitar exposição a riscos geopolíticos.

Na prática, o fechamento operacional de Ormuz redefine o padrão de gestão logística global. Em um ambiente onde eventos geopolíticos impactam diretamente o fluxo de mercadorias, antecipar riscos e estruturar operações resilientes não é apenas estratégia — é o que garante continuidade, eficiência e vantagem competitiva no comércio exterior.

"VÍDEO: Projeto do terminal de cruzeiros de Itajaí é divulgado: ‘Vai ser o melhor do Brasil’"

Publicado: 23/04/2026

VÍDEO: Projeto do terminal de cruzeiros de Itajaí é divulgado: ‘Vai ser o melhor do Brasil’
Projeto do terminal de cruzeiros de Itajaí é divulgado: ‘Vai ser o melhor do Brasil’ Foto: Instituto Itajaí Mais/Divulgação/ND Mais

Novo terminal de cruzeiros posiciona Itajaí como hub marítimo global e amplia oportunidades logísticas e comerciais.

🚢 O projeto do novo terminal de cruzeiros de Itajaí inaugura uma nova fronteira estratégica para o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu, com investimento estimado em R$ 300 milhões e padrão internacional. Com mais de 20 mil m² e capacidade para receber grandes transatlânticos, a iniciativa fortalece o posicionamento da região como hub marítimo multifuncional — integrando turismo, logística e desenvolvimento econômico.

Além de impulsionar o turismo, o impacto vai além: a modernização da infraestrutura portuária eleva o nível de serviços, amplia a atratividade para armadores internacionais e fortalece a imagem de Itajaí como um porto preparado para operações complexas e de alto padrão.

Os números já indicam esse potencial — com 37 escalas previstas e mais de 160 mil passageiros na temporada 2025/2026 — e a tendência é de crescimento exponencial com a nova estrutura dedicada. Esse aumento de fluxo contribui para dinamizar cadeias logísticas, gerar demanda por serviços e atrair novos investimentos para a região.

Para o ecossistema do Vale do Itajaí, o projeto reforça a sinergia entre infraestrutura portuária e competitividade no comércio exterior. Ambientes portuários mais modernos e integrados elevam a eficiência operacional, ampliam a conectividade global e fortalecem a confiabilidade das operações.

A participação no SeaTrade, principal evento global da indústria de cruzeiros, evidencia uma estratégia clara de inserção internacional e captação de investimentos — posicionando Itajaí no radar dos grandes players globais.

Na prática, o avanço do terminal não é apenas turístico: é um movimento estruturante que amplia a capacidade logística da região e reforça sua relevância no cenário internacional. Para empresas que operam no comércio exterior, evoluções como essa consolidam um ambiente mais competitivo, conectado e preparado para escalar operações com eficiência.

"“Taxa das blusinhas” preservou 135 mil empregos e R$ 20 bi na economia brasileira, calcula CNI"

Publicado: 23/04/2026

“Taxa das blusinhas” preservou 135 mil empregos e R$ 20 bi na economia brasileira, calcula CNI
Foto: Schutterstock

Regulação das remessas internacionais redefine o equilíbrio competitivo e impacta a dinâmica das importações.

📦 A chamada “taxa das blusinhas”, implementada no âmbito do programa Receita Federal do Brasil, começa a redesenhar o fluxo das importações de pequeno valor no país, com impactos diretos na competitividade da indústria nacional. Segundo a Confederação Nacional da Indústria, a medida reduziu em R$ 4,5 bilhões o volume de compras internacionais, contribuindo para a preservação de mais de 135 mil empregos e R$ 20 bilhões na economia brasileira.

A incidência de 20% de Imposto de Importação sobre remessas de até US$ 50, dentro do programa Remessa Conforme, trouxe maior equilíbrio tributário entre produtos nacionais e importados — reduzindo práticas como subfaturamento, fracionamento de cargas e distorções fiscais.

Os efeitos são claros: queda de 10,9% no volume de encomendas internacionais em 2025 e aumento significativo na arrecadação federal, que saltou para R$ 3,5 bilhões. Ao mesmo tempo, o controle antecipado na origem das compras fortalece a rastreabilidade e a transparência das operações.

Para o comércio exterior, especialmente no eixo logístico do Vale do Itajaí, o impacto é estrutural. A redução de remessas pulverizadas pode reconfigurar fluxos logísticos, ao mesmo tempo em que fortalece operações formais e de maior escala, mais alinhadas com compliance e eficiência operacional.

Além disso, empresas importadoras passam a operar em um ambiente mais previsível e regulado, onde a concorrência se dá em bases mais equilibradas — favorecendo estratégias logísticas estruturadas em detrimento de operações fragmentadas.

Na prática, o avanço do Remessa Conforme sinaliza uma mudança de paradigma: o comércio internacional brasileiro caminha para um modelo mais transparente, integrado e competitivo, onde eficiência logística e conformidade regulatória se tornam pilares indissociáveis para o crescimento sustentável.

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Balança Comercial

Atualizado em 07/04/2026

Comércio Exterior Brasileiro

US$ bilhões (FOB)

 
31,6 25,2 56,8 + 6,4
Exportação
Importação
Corrente de Comércio
Saldo Comercial
Período: Março/2025
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